Clínica de Medicina Dentária Santos

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O que fazer quando se perde acidentalmente um dente?
26/10/2013

O que fazer quando se perde acidentalmente um dente?

20/03/2013

Cárie Dentária
É uma doença infecciosa multi-factorial, caracterizada por uma destruição de estruturas dentárias, que origina cavidades e perdas dentárias. As bactérias que lhe dão origem aglomeram-se numa película extremamente aderente às superfícies dentárias e também ao dorso da língua, formando uma estrutura chamada placa bacteriana. A velocidade de progressão das lesões é variável e está relacionada com factores genéticos, anatómicos, dietéticos, hábitos familiares e sociais, entre outros. A cárie dentária pode levar a sérias complicações na boca, como abcessos, ou em outras partes do corpo, provocando patologias no coração, rins, articulações e noutros órgãos.
A cárie dentária é uma doença causada pela dissolução ou desmineralização de esmalte dentário, através dos ácidos bucais. Os ácidos são produzidos pelas bactérias da placa bacteriana, durante a fermentação dos hidratos de carbono, principalmente do açúcar, na cavidade oral. Contudo, para que a doença se desenvolva, os ataques ácidos devem ser repetidos durante um certo período de tempo. Mesmo assim, a cárie não é uma consequência inevitável. A saliva neutraliza gradualmente os ácidos, propiciando desse modo a restituição dos iões de cálcio e de fosfato do meio bucal, contribuindo para o reforço da estrutura do esmalte, ou seja, favorecendo a remineralização. Consequentemente, a cárie dentária desenvolve-se somente quando a intensidade da desmineralização, durante um período de tempo, excede a da remineralização.
A prática de uma boa higiene oral, o uso do flúor, a aplicação de selantes de fissuras e uma redução moderada no consumo de açúcares são medidas eficazes para a maioria da população.

Médica Dentista
Filipa Santos

20/01/2013

Cancro Oral
A cavidade oral é uma estrutura com um importante papel na comunicação verbal, na relação social, na respiração e é o local onde se inicia o processo de digestão. Alterações da sua anatomia perturbam, por vezes , de forma definitiva, as suas funções. Tumores da cavidade oral localmente avançados implicam cirurgias radicais, que, associadas à radioterapia e à quimioterapia, podem comprometer o órgão.
Os seguintes sintomas, podem ser a primeira manifestação de um cancro oral:
-Ferida ou úlcera na boca que não cicatrizam em três semanas;
-Nódulo ou lesão com crescimento excessivo em qualquer parte da boca;
-Mancha branca ou vermelha na gengiva, língua ou na restante mucosa da boca;
-Dificuldade em engolir;
-Dificuldade em mastigar ou mover a mandíbula ou a língua;
-Dormência da língua ou de outra área da boca;
-Sensação de ter algo fixo na garganta;
-Garganta dorida ou alteração do timbre da voz(rouquidão) que persiste mais de seis semanas, principalmente nos fumadores e nos alcoólicos com mais de 50 anos de idade;
-Tumefacção da mandíbula;
-Tumefacção do pescoço com mais de três semanas;
-Mobilidade dentária inexplicável;
-Obstrução nasal persistente;
-Dor de ouvidos inexplicável e persistente.

O diagnóstico precoce de lesões potencialmente malignas ou de neoplasias malignas em estádios iniciais é fundamental, pois permite um tratamento cirúrgico conservador, assegurando a função e qualidade de vida do doente, e antecipa longas sobrevivências.

Médica Dentista
Filipa Santos

10/01/2013

Tabaco e a Saúde oral
Os efeitos do consumo de tabaco na saúde geral da população têm sido bem ilustrados. Contudo, os seus efeitos na saúde oral também são muito importante e devem ser tomados em consideração. Sendo os efeitos mais visíveis do tabaco na cavidade oral são os cancros e os pré-cancros orais, o aumento da gravidade e extensão das doenças periodontais, e a dificuldade de cicatrização dos tecidos.
O fumo do tabaco está relacionado com diversas transformações na mucosa oral e tem um efeito carcinogénico directo nas células epiteliais. De facto, fumar é o principal factor de risco no desenvolvimento de cancro oral. O tipo mais comum de cancro oral é o carcinoma espino-celular, que representa 90% da malignidade oral. A ocorrência da leucoplasia, a mais comum das lesões potencialmente malignas na mucosa oral, é seis vezes mais elevada nos fumadores que nos não fumadores.
Existe uma relação clara entre o consumo de tabaco e a prevalência e a gravidade das doenças periodontais, nomeadamente a perda de osso periodontal, a perda de inserção periodontal e a formação de bolsas periodontais.
O tabaco é um vasoconstritor periférico que afecta a velocidade de cicatrização das feridas da cavidade oral. Assim, a cicatrização dos fumadores após a cirurgia oral é mais lenta e deficiente. A não formação de coágulo após a extracção de um dente é quatro vezes mais frequente nos fumadores que nos não fumadores.
Está demonstrado que fumar afecta os sentidos do sabor e do olfacto. O tabaco, seja mascado ou fumado, pode causar halitose.
As manchas do tabaco podem penetrar o esmalte, as amálgamas e as próteses dentárias, criando um desagradável escurecimento amarelado ou acastanhado dos dentes. A halitose e as manchas nos dentes, ambas visíveis mas reversíveis, são preocupações comuns entre os fumadores.

Médica Dentista
Filipa Santos

05/01/2013

Odontopediatria
A aposta na prevenção oral é indispensável, através da sensibilização para os problemas associados à falta de higiene. Optar por uma alimentação saudável, seguir os hábitos de higiene oral e escovar os dentes várias vezes ao dia são algumas das medidas a adoptar desde cedo, assim como consultar o dentista.
O primeiro passo deve ser dado aos três anos. Ainda que não se registem quaisquer problemas, o procedimento médico é fundamental, no sentido de observar os dentes e elucidar os pais sobre os cuidados a ter com a dentição da criança.
As consultas precoces são fundamentais para garantir que o sorriso se vai manter e que os problemas, quer estéticos quer funcionais, serão eliminados mal surjam.
Nos primeiros anos de vida, os problemas mais comuns são: cáries, traumatismos e alterações na erupção dentária.
Todas estas situações, quando tratadas precocemente, têm tratamento. A partir do momento em que nascem os dentes definitivos, a visita ao dentista é obrigatória, para garantir que estes se mantenham saudáveis ao longo dos anos.
Normalmente, não existem problemas e o profissional limita-se a conversar com a criança, para lhe transmitir quais os cuidados de higiene oral e técnicas de escovagem que deve seguir.
Por vezes, são detectados maus posicionamentos dentários e disfunções no crescimento ósseo da boca, mas também nestas situações uma intervenção precoce pode evitar problemas, que no futuro se tornarão mais difíceis de solucionar.

Médica Dentista
Filipa Santos

04/01/2013

"AS CONSULTAS REGULARES AO DENTISTA, A DETECÇÃO E O TRATAMENTO PRECOCES DE QUALQUER PROBLEMA DENTÁRIO GARANTEM A BELEZA DO SORRISO AO LONGO DE TODA A VIDA"

Endereço

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3880OVAR

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