14/04/2026
Hoje eu quero te mostrar, na prática, como funciona a confecção de uma prótese protocolo utilizando o fluxo digital.
Nesse caso, a gente começa com uma etapa que ainda envolve o analógico: a confecção de um índex, que nos ajuda a ter uma referência inicial do caso.
Mas o grande diferencial começa logo depois, com o escaneamento digital.
Aqui, a gente elimina aquela moldagem tradicional, trazendo muito mais conforto para o paciente e, principalmente, muito mais precisão na captura das informações.
Com esse escaneamento em mãos, o laboratório entra em ação.
Eles fazem todo o planejamento digital do caso e, a partir desse design, imprimem em impressora 3D um protótipo em resina.
Esse protótipo já representa, com muita fidelidade, o que será o resultado final do paciente.
Na sequência, a gente parte para as provas clínicas.
Primeiro, a prova da barra metálica — que é usinada com altíssima precisão — garantindo uma adaptação extremamente passiva e segura.
E junto com essa barra, a gente prova novamente o protótipo.
Esse é um momento muito importante, porque conseguimos validar estética, função, dimensão vertical e adaptação de forma conjunta.
Com tudo aprovado, o trabalho retorna ao laboratório para a etapa final.
Diferente do fluxo tradicional, onde os dentes eram montados um a um em cera, aqui a prótese é fresada.
Ela é confeccionada a partir de um bloco de resina com carga cerâmica, o que traz mais resistência, durabilidade e padronização.
O resultado é um trabalho muito mais previsível, muito mais rápido e com um nível de adaptação extremamente superior.
Ou seja, o fluxo digital não melhora só a experiência do paciente…
ele melhora também a qualidade e a segurança do resultado final.
E é por isso que hoje ele vem se tornando cada vez mais presente na odontologia.