17/08/2026
Eu fico realmente indignada quando vejo alguém dizendo que “o médico terceirizou o conteúdo e perdeu a própria essência”.
Porque o problema não está em terceirizar.
Está em para quem você terceiriza.
Sim, um conteúdo pode ficar genérico, artificial e completamente distante do profissional quando quem está por trás daquela comunicação não conhece o universo médico, não entende posicionamento e simplesmente reproduz fórmulas, ganchos e narrativas que já funcionaram para outras pessoas.
Mas existe uma diferença enorme entre escrever pelo médico e construir a narrativa daquele médico.
Quando eu desenvolvo um conteúdo, eu preciso entender como aquele profissional pensa, como fala, no que acredita, como se comporta, qual é a sua personalidade e, principalmente, como ele quer ser percebido.
É por isso que, mesmo quando não é o médico quem escreve, a narrativa continua tendo a essência dele.
Não existe copia e cola.
Não existe uma mesma fórmula sendo adaptada para vários profissionais.
Existe estratégia, repertório, experiência e um trabalho profundo para transformar aquilo que já existe naquele médico em uma comunicação que realmente tenha a cara dele.
E é justamente por isso que escolher quem vai construir a sua comunicação não deveria ser uma decisão baseada apenas em preço.
Você não está terceirizando a sua essência. Está escolhendo alguém capaz de traduzi-la.