07/12/2017
REABILITAÇÃO ORAL, QUANDO FAZER?
Se um prédio tem sua estrutura condenada signif**a que, por algum motivo, ele deixou de atender às funções para as quais foi criado. Nesses casos, demorar a intervir pode oferecer riscos e dificultar ainda mais as ações de resgate, certo? Pois, assim como na restauração de construções, para que a boca recupere todas as suas funcionalidades é preciso uma boa análise e uma estratégia inicial bem definida. Por isso, o planejamento de reabilitação oral, o primeiro passo para se prevenir de problemas futuros e conseguir um sorriso perfeito.
POR QUE INVESTIR NA REABILITAÇÃO DA SUA BOCA?
A cavidade oral é composta por dentes, gengiva e osso. Se uma dessas estruturas é danif**ada, ou perde sua utilidade devido a algum trauma ou patologia, é possível reparar o problema por meio da reabilitação. “A ideia é devolver ou criar uma condição funcional mastigatória, fonética e estética que melhore a qualidade de vida do paciente”, explica .O processo pode ser parcial ou total, dependendo do grau de comprometimento dessas funções.
É importante lembrar que o planejamento não visa apenas o lado estético. Ele é, de acordo com o especialista, um meio de manter o equilíbrio da saúde bucal e prevenir que outras estruturas sejam prejudicadas. “A falta de um molar, por exemplo, pode desencadear a movimentação dos dentes vizinhos, alterando o posicionamento da arcada ou levando o paciente a desenvolver o hábito de mastigar apenas do lado oposto ao dente perdido, sobrecarregando a musculatura e a dentição”, justif**a.
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