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Não há copo de água que mate a sede, sorvete que refresque ou cafezinho que ajude a relaxar quando, depois de colocá-lo ...
01/11/2021

Não há copo de água que mate a sede, sorvete que refresque ou cafezinho que ajude a relaxar quando, depois de colocá-lo na boca, você sente uma dor quase insuportável nos dentes. Já passou por isso? Se sim, você pode estar sofrendo de hipersensibilidade dentinária --ou simplesmente ter dentes sensíveis. Apesar de se tratar de uma dor momentânea, que surge principalmente ao consumir algo gelado ou frio, doce ou ácido e logo passa, os especialistas alertam que o incômodo pode e deve ser tratado. "A sensibilidade ocorre quando a dentina, um tecido poroso sob o esmalte do dente, f**a exposta. Ela possui canais microscópicos (os túbulos dentinários) que conduzem ao nervo e, quando d.

Algumas pessoas não f**am esperando pelas consultas com o dentista da mesma maneira em que esperam pelas consultas com o...
01/11/2021

Algumas pessoas não f**am esperando pelas consultas com o dentista da mesma maneira em que esperam pelas consultas com o médico. Mesmo que a maioria dos procedimentos odontológicos não causem dor, o simples fato de serem examinadas faz com que as pessoas se estressem.

Para a maioria das pessoas, é possível conviver com a ansiedade de saber que tem que ir ao dentista. Para aqueles que têm fobia, por outro lado, só o pensamento de uma consulta com o dentista já é aterrorizante, podendo até fazer de tudo para evitar uma ida ao consultório.

A fobia é um medo intenso e irracional. As pessoas podem ter medo de atividades, objetos ou situações específ**as. Pessoas com medo de dentista frequentemente deixam de lado por anos, às vezes até décadas, a sua rotina de cuidados com os dentes e a boca. Para evitar isso, acabam convivendo com doenças periodontais, dor e até dentes quebrados ou com aparência ruim.

Ansiedade odontológica e medo de dentista (odontofobia) são extremamente comuns. Estima-se, por exemplo, que 9% a 15% da população dos Estados Unidos evita ir ao dentista devido a ansiedade e medo. Trata-se de 30 a 40 milhões de pessoas. Conforme uma pesquisa realizada pela British Dental Health Foundation, 36% das pessoas que não foram ao dentista regularmente disseram que o medo era o principal motivo.

Costuma-se usar as palavras "ansiedade" e "fobia" para dizer a mesma coisa, mas elas são completamente diferentes.

Aqueles que sofrem de ansiedade odontológica vão sentir uma sensação de desconforto quando chegar a hora da consulta. Vão se preocupar excessivamente e podem f**ar com medo sem razão aparente. Odontofobia, por outro lado, é uma condição médica séria. É um medo intenso ou pavor. Pessoas com medo de dentista não são só ansiosas, mas f**am aterrorizadas e com pânico.

Pessoas com medo de dentista estão mais sujeitas a doença periodontal e perda precoce de dente. Evitar ir ao dentista pode ter um custo emocional também. Dentes danif**ados ou com coloração alterada podem deixar as pessoas inseguras. Elas podem vir a sorrir menos e a tentar manter as suas bocas parcialmente fechadas quando falarem. Alguns f**am tão envergonhados com os seus dentes que isso chega a impactar a sua vida pessoal e profissional. Geralmente, há uma perda importante de autoestima.

Pessoas com odontofobia podem estar sujeitas também a uma saúde ruim e a uma expectativa de vida menor. Isso se dá por conta da saúde bucal precária, que tem relação com algumas condições que apresentam risco de vida, como doenças cardíacas e infecções pulmonares.

Existem vários graus de ansiedade odontológica e odontofobia. Num grau extremo, um odontofóbico pode acabar nunca indo ao dentista. Outros podem se forçar a ir, mas vão passar a noite em claro antes da consulta. Não é incomum que não se sintam bem (em alguns casos, podem realmente f**ar doentes) enquanto estão aguardando na sala de espera.

A odontofobia, como qualquer outro transtorno mental, pode ser tratada. Sem tratamento, é possível que piore com o tempo. Isso se dá porque o estresse emocional pode fazer com que as consultas ao dentista sejam mais desconfortáveis do que deveriam ser.

Pessoas tensas tendem a ter um baixo limiar de dor. Isso signif**a que podem sentir dor quando outras pessoas não estariam sentindo ou então que sentiriam mais dor do que deveriam. Podem até precisar de anestesia extra ou outros tratamentos para a dor. Inclusive, podem desenvolver problemas relacionados ao estresse em outras partes do corpo, como, por exemplo, dores de cabeça, rigidez muscular no pescoço ou nas costas.

Causas da ansiedade odontológica e do medo de dentista

Desenvolve-se ansiedade odontológica e medo de dentista por vários motivos. No entanto, ao entrevistarem pacientes, os pesquisadores se depararam com alguns aspectos em comum.

Dor – Numa pesquisa com pessoas que f**aram sem ir ao dentista durante um ano, para 6% o medo da dor foi o motivo principal. O medo da dor é mais comum em adultos com 24 anos ou mais. A razão disso seria que essas consultas prévias teriam ocorrido antes de muitos dos avanços da odontologia, cuja preocupação nos últimos anos tem sido promover procedimentos indolores para o paciente.

Sentimento de desamparo e perda do controle – muitos desenvolvem as fobias, como medo de viajar de avião, em situações nas quais não têm controle. Quando se veem sentados na cadeira do dentista, precisam f**ar parados. Sentem que não conseguem ver o que está acontecendo ou prever o que pode vir a machucá-los. É comum que as pessoas se sintam desamparadas e sem controle da situação, o que pode acabar sendo um gatilho para a ansiedade.

Constrangimento – a boca é uma parte íntima do corpo humano. As pessoas podem se sentir constrangidas ou f**arem com vergonha por ter um estranho olhando para dentro delas. Mais especif**amente, isso se torna um problema quando estão cientes do estado dos seus dentes e sentem vergonha deles. Tratamentos odontológicos também demandam proximidade física. Durante um procedimento, o dentista pode f**ar com o rosto a poucos centímetros do seu, e há quem fique ansioso e desconfortável com isso.

Experiências anteriores negativas – qualquer um que tenha sentido dor ou desconforto durante algum procedimento está sujeito a f**ar mais ansioso na sua próxima vez no dentista.

Sintomas

Não tem um limite claro que separa ansiedade "normal" de uma fobia. Todo mundo tem medos e preocupações e lida com isso de jeitos diferentes. No entanto, a perspectiva de ter que se submeter a algum procedimento não precisa aterrorizar ninguém. Se aterroriza, então você pode estar precisando de ajuda para superar esses medos.

Alguns sinais de odontofobia:

Você se sente tenso ou tem problemas para dormir na noite antes da consulta;

Você vai f**ando mais e mais nervoso enquanto aguarda na sala de espera;

Você tem vontade de chorar quando pensa que vai ao dentista; ver os instrumentos do dentista ou o jaleco branco dos funcionários do consultório já deixa você ansioso;

O mero pensamento de ir ao dentista deixa você doente fisicamente;

Você f**a em pânico ou tem dificuldade para respirar quando objetos são colocados na sua boca durante uma consulta regular.

Se essas descrições se encaixam como uma luva para o seu caso, você precisa contar ao seu dentista sobre seus receios, medos e como se sente. Ele ou ela vai ajudá-lo a superar esses sentimentos mudando a maneira como você é tratado. Pode ser também que encaminhe você para um profissional de saúde.

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O tratamento para eliminar cáries, é feito geralmente através de uma restauração, que é realizada pelo dentista e consiste na remoção da cárie e de todo o tecido infectado, sendo que depois é feita uma cobertura do dente com uma substância que pode ser resina composta, cerâmica ou amálgama.

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29/10/2021

Postado às 16:09h em Saúde Bucal por Odonto Empresas
Quando pensamos no que é preciso para atingir uma boa higiene bucal, a escovação é o primeiro fator que passa pela nossa cabeça. Apesar do fio dental levantar muitas dúvidas sobre como utilizar, a prática é essencial, uma vez que atinge espaços que as escovas comuns não conseguem alcançar, garantindo a eliminação da placa bacteriana e restos de alimentos entre os dentes, além de prevenir cáries e evitar inflamação das gengivas.

“É importante reforçar que o fio ou fita dental é de extrema importância no cuidado bucal diário, pois ele complementa a escovação em lugares onde a escova não alcança”, afirma Flavia Mastrorosa, dentista da Odonto Empresas, do grupo Caixa Seguradora.

Abaixo, a especialista esclarece as dúvidas mais recorrentes sobre o assunto. Confira:

Fio dental antes ou após a escovação?
“A sequência para usar o fio dental não faz diferença, ou seja, ele pode ser usado tanto antes como após a escovação, contanto que remova a placa bacteriana e os resíduos de alimentos, deixando os dentes limpos e saudáveis”, explica Flávia.

Qual a maneira correta de usar?
Para a utilização correta, a dentista afirma que é necessário aproximadamente 40 centímetros de fio, deixando um pedaço livre entre os dedos. “Passe o fio entre os dentes e a linha da gengiva. Faça os movimentos com cuidado, a intenção é limpar e não machucar. Depois, passe-o ao redor do dente e deixe-o entrar cuidadosamente na linha da gengiva, cerca de 2 ou 3 mm. Quando acertar o local, passe o fio para cima e para baixo, alcançando todas as curvas de cada dente. A seguir, passe o fio para a frente e para trás, tirando a placa acumulada e os restos de comida. Quando acabar, tire o fio com cuidado.”

Crianças precisam ter este hábito?
“Sim, é muito importante. É aconselhável que as crianças utilizem o fio dental não somente para limpeza entre os dentes, mas também para que criem o hábito de utiliza-lo sempre. Assim, na fase adulta, seguirão a rotina de limpeza mais naturalmente, acarretando em uma saúde bucal mais completa”, sugere a dentista.

“Nada de entregar o fio na mão da criança e deixar que ela faça a higiene sozinha, é importante participar desse momento e orientá-la, para que não ocorra nenhum acidente. Por volta dos 7 a 8 anos as crianças estão atentas e com a destreza manual mais apurada e já podem começar a utilizar o fio sozinhas”.

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