16/08/2026
Pioneirismo não é fazer sem evidência.
É começar a construir a evidência antes que ela esteja pronta.
Eu não comecei pelo paciente.
Comecei pelo protocolo.
Resina impressa é resina composta.
O desafio nunca foi o material. Foi dominar o processo.
E protocolo não nasce publicado.
Nasce fazendo. Refinando. Repetindo. Acompanhando.
Hoje são 24 meses em boca.
Isso não encerra a discussão.
Isso abre uma estrada.
Dizem que precisamos de mais estudos.
Então estudemos.
Reproduzam.
Testem.
Acompanhem.
Documentem.
Publiquem.
Porque quem realmente quer validar uma tecnologia produz conhecimento sobre ela.
E aqui está o que mais me chama atenção:
Quem diz que você precisa ter cautela poderia simplesmente me procurar.
Perguntar.
Conhecer.
Discutir.
Questionar.
Mas muitos nunca fizeram isso. E são pessoas com total acesso a mim. Não sou o dono da verdade. Mas tenho informação. E validei um protocolo que no mínimo deveria gerar curiosidade aos professores e dentistas defensores da cautela e da “responsabilidade”.
É difícil compreender como alguém pode ter tanta certeza sobre um processo que nunca se interessou em conhecer.
Discordar depois de conhecer é ciência.
Condenar sem conhecer é apenas opinião.
Cautela sem investigação é apenas freio.
Discutir a definição de “definitivo” em vez do resultado é fuga
Eu não quero que você acredite em mim.
Quero que reproduzam.
Porque a publicação transforma uma experiência em evidência científica formal.
Mas não é ela que faz o resultado acontecer.
Eu sou professor. Compartilhar faz parte de mim.
E quem quiser conhecer o processo, questionar, reproduzir ou discordar, será sempre bem-vindo.
Eu não estou escondendo o jogo. Estou jogando. E sabem onde me encontrar.
Enquanto alguns esperam a ciência chegar,
nós estamos ajudando a construir o caminho para ela chegar.
24 meses já passaram.
E o tempo continua trabalhando.