28/01/2026
INFLUÊNCIA DO ESTRESSE NA DOENÇA GENGIVAL
De acordo com a OMS, o estresse atinge 90% da população mundial, e o Brasil está em 2o lugar no ranking. E os problemas bucais estão incluídos como consequência desse estresse.
O mais importante é entender que um dos fatores principais nesse processo é a presença da placa bacteriana na superfície do dente em contato com a gengiva, ou seja, se você mantiver a escovação correta próxima à gengiva, não haverá doença periodontal mas outros fatores podem entrar no aparecimento dela. É aí que entra o estresse.
O problema é que se uma pessoa está com um quadro de estresse crônico, dificilmente vai dar a devida atenção para manter sua saúde bucal em dia. Além disso, a condição altera o fluxo salivar, diminuindo a auto limpeza que a saliva faz na boca, diminuindo também a proteção contra a ação de bactérias, causadoras de cárie e doença gengival.
O estressado come mal, dorme mal e se alimenta mal e muitas vezes faz uso de medicamentos e entorpecentes, lícitos ou ilícitos, o que altera todo o equilíbrio defesa do organismo/placa bacteriana.
Muitas vezes é um estresse moderado por longos períodos e o paciente camufla este estado achando que é o normal da rotina diária.
A odontologia pode identificar os sinais do estresse e assim, tratar as consequências mas sugerir uma abordagem firme de outros profissionais que ele achar necessário no tratamento ou ao menos, na diminuição desse estresse.