Dra. Maristela Lobo

Dra. Maristela Lobo 🔸Prof. de Odontologia Estética Multidisciplinar
🔸PhD em Odontologia
🔸Mais de 2000 alunos formados
🔸Editora-chefe .face
CRO SP 81401

Muitos colegas não conseguem implementar a terapia de prevenção ou de reconstrução adequada porque não estão convencidos...
02/06/2026

Muitos colegas não conseguem implementar a terapia de prevenção ou de reconstrução adequada porque não estão convencidos sobre seus benefícios ou sobre a sua real necessidade.

Desse modo, antes de convencer o paciente, precisamos conhecer e entender as razões que fundamentam as nossas orientações e posturas preventivas e/ou terapêuticas.

A dentina radicular é um tecido biológico vivo, inervado, que não foi projetado para permanecer exposto às “intempéries” bucais. É um tecido bem mais solúvel do que o esmalte dental e portanto menos resistente aos desafios ácidos e à abrasão; é sensível e pode trazer desconforto ao paciente, impedindo a correta higiene bucal; é um tecido orgânico, degradável e poroso, o que favorece o acúmulo de biofilme sobre a sua superfície, e por consequência a progressão das recessões gengivais.

De fato, a dentina é um tecido de “bastidores”: tem um papel importantíssimo no funcionamento do órgão dental e do sistema estomatognático, mas não deve estar na “linha de frente”. A dentina faz uma parceria vantajosa com o esmalte dentário, que é bem mais resistente aos desafios ácidos e à abrasão.

O nosso paciente precisa saber disso através de uma linguagem acessível e clara. Existem diversas maneiras de proteger a dentina e prevenir perdas teciduais, tudo depende do correto diagnóstico.

Cirurgiã-dentista responsável: Dra. Maristela Lobo CROSP 81401.

Nos dias 13 e 14 de junho de 2026, eu farei um evento online com o único objetivo de explorar an interface entre a Perio...
18/05/2026

Nos dias 13 e 14 de junho de 2026, eu farei um evento online com o único objetivo de explorar an interface entre a Periodontia e outras especialidades.

Meu objetivo é ensinar o colega, clínico, a ampliar sua visão diagnóstica e alcançar excelência em seus resultados. Um dentista excelente não aceita visões limitadas. Ele verticaliza e horizontaliza o conhecimento, simultaneamente.

E, junto comigo, trago vozes potentes e pertinentes ao contexto de cada área abordada, tecendo um enredo único: , , , , , e .

Esteja conosco no I Perio Conecta, será sensacional!

Na prática clínica da periodontia avançada, a previsibilidade do recobrimento radicular depende da escolha precisa da té...
13/05/2026

Na prática clínica da periodontia avançada, a previsibilidade do recobrimento radicular depende da escolha precisa da técnica para cada fenótipo e desafio anatômico.

Neste caso, o foco foi a estabilidade tecidual e a excelência estética através de:

1. Avanço Coronal de Retalho: para garantir o posicionamento ideal da margem gengival.

2. Enxerto de Tecido Conjuntivo: o “padrão-ouro” para ganho de volume e vitalidade a longo prazo.

3. Técnica de Tunelização: permitindo uma abordagem minimamente invasiva, preservando as papilas e otimizando a vascularização e o pós-operatório.

O tecido não mente: a biologia, quando respeitada com técnica refinada, entrega resultados que superam qualquer material sintético na zona de transição.

Eu observo, há mais de duas décadas, profissionais talentosos travarem na construção da própria autoridade clínica porqu...
04/05/2026

Eu observo, há mais de duas décadas, profissionais talentosos travarem na construção da própria autoridade clínica porque tentam acelerar o que só o tempo entrega.

Referência clínica não é resultado de viralização. É consequência de uma sequência muito específica de decisões repetidas no tempo: dominar a biologia antes da técnica, o diagnóstico antes do procedimento, o caso comum antes do caso complexo. Documentar tudo. Filtrar quem ensina. Aceitar que a carreira sólida se constrói em décadas, não em ciclos de marketing.

A perio-implantodontia plástica, em especial, exige isso. Porque ela não é uma técnica. É a interface viva entre a periodontia, a implantodontia, a dentística e a prótese. Quem opera essa interface com profundidade se torna referência por consequência, não por estratégia.

Compartilhe com um colega que está construindo a própria autoridade clínica.

Responsável Técnica: Cirurgiã-Dentista Dra. Maristela Lobo CRO/SP 81401

Comente RR e eu te envio um artigo sobre o assunto no seu direct.Recobrimento radicular em fenótipo periodontal fino: o ...
20/04/2026

Comente RR e eu te envio um artigo sobre o assunto no seu direct.

Recobrimento radicular em fenótipo periodontal fino: o maior desafio não está na técnica.

Casos como este reforçam um princípio que orienta toda a minha prática. A técnica é um instrumento.

O raciocínio biológico é o que determina o resultado.

Quando o fenótipo é fino, a margem de tolerância tecidual é estreita.

Qualquer decisão intraoperatória que ignore essa realidade compromete o reparo antes mesmo de a sutura ser finalizada.

O que orienta minha conduta nesses casos é a compreensão do reparo em duas dimensões simultâneas. Na escala micro, pela resposta celular e pela sinalização bioquímica da ferida. Na escala macro, pelos princípios de biotensegridade: a forma como os tecidos suportam, redistribuem e respondem às tensões mecânicas após o procedimento.

Na prática clínica, o que se observa é que os casos com maior índice de recobrimento completo são exatamente aqueles em que o protocolo respeitou a biologia antes de obedecer à técnica.

O tecido não mente. O pós-operatório de 30 dias é a leitura mais honesta de tudo que foi feito antes.

Responsável Técnica: Cirurgiã-Dentista Dra. Maristela Lobo CRO/SP 81401.

Mucosa peri-implantar: o que garante estabilidade ao longo dos anos.Osseointegração se tornou previsível. O desafio atua...
15/04/2026

Mucosa peri-implantar: o que garante estabilidade ao longo dos anos.

Osseointegração se tornou previsível. O desafio atual é outro: a mucointegração.

A mucosa peri-implantar não replica o selamento biológico dos dentes naturais. Não há inserção conjuntiva, não há fibras de Sharpey, não há ligamento periodontal. As fibras colágenas correm paralelas à superfície do implante, sem ancoragem perpendicular ao cemento, porque cemento não existe.

Na prática clínica, o que a gente observa é que o sucesso peri-implantar depende de uma soma de detalhes: a escolha do conector transmucoso (conexão cônica, material biocompatível, morfologia côncava, altura ≥ 2 mm), a qualidade da barreira mucosa (2 mm de espessura, 3 mm de altura, faixa de queratinizada ≥ 2 mm) e, quando necessário, a modificação do fenótipo por meio de cirurgias mucogengivais.

Cada detalhe ignorado aumenta o risco de mucosite, peri-implantite e perda óssea marginal.

O implante é a extensão apical de uma restauração previamente planejada. E a mucosa que o emoldura precisa ser tão planejada quanto a prótese.

Comente “PDF” que eu te mando o artigo completo para estudar.

Sutura de papila em cirurgia periodontal: protocolo e raciocínio clínicoA sutura de papila não é o último gesto da cirur...
23/03/2026

Sutura de papila em cirurgia periodontal: protocolo e raciocínio clínico

A sutura de papila não é o último gesto da cirurgia, é o gesto que define se o resultado cirúrgico vai se manter ou se perder na cicatrização.

Na prática clínica, o que a gente observa é que a qualidade do fechamento tecidual em região de papila interdental depende de cinco variáveis controladas pelo cirurgião: calibre do fio, tipo de ponto, profundidade da agulha, tensão do nó e posicionamento intrassulcular.

Cada uma dessas variáveis influencia a revascularização, a maturação do retalho e a previsibilidade do resultado. Tratar a sutura como gesto automático é ignorar a biologia do reparo tecidual.

Esse tema está sendo aprofundado agora na Comunidade Pense Perio. Salve e compartilhe com quem trabalha com cirurgia plástica periodontal.

Comente PENSE que te mando o link da comunidade!

Comente RR que te mando um artigo sobre o assunto!Recobrimento radicular em fenótipo periodontal fino: o maior desafio n...
19/03/2026

Comente RR que te mando um artigo sobre o assunto!

Recobrimento radicular em fenótipo periodontal fino: o maior desafio não está na técnica.

Casos como este reforçam um princípio que orienta toda a minha prática: a técnica é um instrumento; o raciocínio biológico é o que determina o resultado.

Quando o fenótipo é fino, a margem de tolerância tecidual é estreita. Qualquer decisão intraoperatória que ignore essa realidade compromete o reparo antes mesmo de a sutura ser finalizada.

O que orienta minha conduta nesses casos é a compreensão do reparo em duas dimensões simultâneas. Na escala micro, pela resposta celular e pela sinalização bioquímica da ferida. Na escala macro, pelos princípios de biotensegridade: a forma como os tecidos suportam, redistribuem e respondem às tensões mecânicas após o procedimento.

Na prática clínica, o que se observa é que os casos com maior índice de recobrimento completo são exatamente aqueles em que o protocolo respeitou a biologia antes de obedecer à técnica.

O tecido não mente. O pós-operatório de 30 dias é a leitura mais honesta de tudo que foi feito antes.

Salve este post para revisitar antes do seu próximo caso de recobrimento.

Responsável Dra. Maristela Lobo | CROSP 81401

Eu sempre fui minimamente organizada, mas evoluí muito neste quesito ao longo dos anos a partir das experiências na carr...
13/03/2026

Eu sempre fui minimamente organizada, mas evoluí muito neste quesito ao longo dos anos a partir das experiências na carreira acadêmica, onde precisei desenvolver raciocínios e processos reprodutíveis para tornar os conteúdos mais didáticos para os alunos.

E hoje vejo que a organização é essencial para vencer muitos desafios, tanto na vida clínica, como na acadêmica e também na vida pessoal.

Muitas pessoas me perguntam: “como você consegue fazer tantas coisas ao mesmo tempo?”

E um dos segredos é ser organizada em tudo, no consultório, na docência, nos estudos e na vida pessoal.

Minha dica é, se você está com dificuldades em evoluir profissionalmente, inicie organizando a sua vida, seus objetivos, seus projetos, sua agenda, arquivos e materiais, ficará muito mais fácil superar os obstáculos.

“AS PAPILAS QUE LUTEM”??? Uma série de sinais clínicos de inflamação que revelam o desrespeito ao periodonto. Restauraçõ...
11/03/2026

“AS PAPILAS QUE LUTEM”???

Uma série de sinais clínicos de inflamação que revelam o desrespeito ao periodonto. Restaurações (independentemente do material) precisam estar integradas ao micro e ao macro ambiente que lhes circunda.

Não são de fácil execução, e o sucesso dessas restaurações depende muito da indicação correta e do operador. Além da gengivite iatrogênica, evidente no elemento 12, o estrangulamento da papila dominante é um “absurdo clínico” cada vez mais comum!

Mais uma vez, precisamos basear as nossas técnicas em biologia para ter saúde e longevidade. Tenho falado isso com frequência, desde 2014.

Por que temos percebido uma piora??
Falta conhecimento integrado e multidisciplinar? Aumentou muito o número de procedimentos realizados por profissionais que não estão aptos a fazer?

Compartilhe esse conteúdo para conscientizar colegas e pacientes.

Cirurgiã-dentista responsável: Dra. Maristela Lobo CROSP 81401.

Endereço

Avenida Ministro Gabriel Resende Passos, Número 500, Cj 1010
São Paulo, SP
04521-022

Notificações

Seja o primeiro recebendo as novidades e nos deixe lhe enviar um e-mail quando Dra. Maristela Lobo posta notícias e promoções. Seu endereço de e-mail não será usado com qualquer outro objetivo, e pode cancelar a inscrição em qualquer momento.

Entre Em Contato Com A Clínica Dentária

Envie uma mensagem para Dra. Maristela Lobo:

Compartilhar