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dr.rafaelkamel Implante Dental | Próteses
Campo Limpo | Morumbi | Taboão da Serra
Cuidando de sorrisos há 14 anos! CRO 108525

19/08/2026

🦷 Implante não cai do nada. Ele é perdido aos poucos — e sem doer.

Existe uma inflamação chamada peri-implantite, causada pelas mesmas bactérias que atacam a gengiva. A diferença é que, em volta do implante, ela costuma avançar mais rápido e destrói o osso que segura tudo no lugar. E aqui vai a parte séria: osso perdido não volta sozinho. 😬

Os 3 hábitos silenciosos que colocam seu implante em risco:

1️⃣ Achar que escovar já basta
O “pescoço” do implante é mais fino que a coroa. Se você passa o fio dental reto, ele nem encosta exatamente onde a bactéria se acumula. O certo é abraçar o implante com o fio, fazendo um C, e deslizar até a gengiva dos dois lados. Tem prótese protocolo? Aí entra escova interdental e passa-fio por baixo, todo dia. 🧵

2️⃣ Sumir do consultório
Aquele biofilme que endurece nas roscas e no encaixe da peça não sai com escova, nem com enxaguante, nem com nada que você tem em casa. Só sai com instrumental adequado, na cadeira. E nada de cutucar com objeto de metal aí — você risca a superfície e piora tudo. 🚫

3️⃣ Fingir que não viu os sinais
Gengiva vermelha em volta, sangramento ao passar o fio, mau gosto ou mau cheiro localizado, sensação de pressão ou de que a coroa “não está igual antes”. Isso não é frescura, é aviso. 🚨 Nessa fase inicial, chamada mucosite, ainda dá para reverter. Depois que o osso vai embora, não.

📚 O que a ciência mostra: um acompanhamento de 5 anos publicado no Journal of Clinical Periodontology (Costa et al., 2012) observou incidência muito maior de peri-implantite entre pacientes que não faziam manutenção periódica, comparados aos que mantinham acompanhamento regular. Revisões sobre intervalos de retorno (Monje et al., Journal of Periodontology, 2016) associam consultas a cada 5 a 6 meses a menos complicações ao redor dos implantes.

💡 Implante não avisa doendo. Por isso a revisão periódica não é detalhe — é o que mantém ele na sua boca.




peri-implantite
como limpar implante dentário
manutenção de implante

12/08/2026

Você perdeu um dente e achou que estava tudo bem porque não doía. Só que o osso que segurava aquele dente já começou a ir embora.

O osso da sua boca existe por causa da raiz do dente. É a mastigação que passa por ela que mantém esse osso vivo. Sem raiz, sem estímulo. E seu corpo começa a reabsorver o que ele entende que não usa mais.

Em seis meses você já pode perder mais da metade da espessura do osso naquela região (Tan et al., 2012). E a maior parte disso acontece nos três primeiros meses (Schropp, 2003) — bem no período em que você ainda nem sente falta do dente.

O que isso signif**a pra você na prática:
• Pode faltar osso pra colocar o implante depois
• Pode ser necessário enxerto, que é mais tempo e mais custo
• Os dentes vizinhos inclinam pro espaço vazio
• O dente de cima ou de baixo “desce” procurando o que não está mais lá
• O rosto perde suporte naquela região

Quanto antes você resolve, menos coisa precisa ser feita. Esperar não deixa o caso mais simples.

Clique no link da bio e agende sua consulta.




perda óssea após extração
implante dentário
enxerto ósseo

09/08/2026

Sensibilidade ao frio não é frescura nem “dente fraco”: é sinal de que a dentina está exposta. A dentina é a camada que f**a logo abaixo do esmalte e é atravessada por milhares de canais microscópicos, os túbulos dentinários, que se comunicam diretamente com o nervo do dente. Quando o esmalte se desgasta ou a gengiva retrai, esses túbulos f**am abertos e qualquer estímulo — frio, doce, ar — movimenta o líquido dentro deles e estimula as terminações nervosas. É o que a literatura descreve como teoria hidrodinâmica (Brännström, 1966), até hoje o modelo mais aceito para explicar a dor da hipersensibilidade dentinária. Estudos populacionais mostram que algo entre 10% e 30% dos adultos convivem com esse quadro, com maior prevalência entre 30 e 50 anos e em quem tem retração gengival. As causas mais comuns são desgaste por escovação traumática, erosão por ácidos da alimentação e do refluxo, bruxismo e doença periodontal. E existe um detalhe importante: quando a sensibilidade some sozinha e depois vira uma dor espontânea, latejante ou noturna, o quadro pode ter evoluído de uma inflamação reversível da polpa para uma inflamação irreversível — e aí o tratamento muda completamente. Por isso o desaparecimento do sintoma não é critério de cura. O diagnóstico correto precisa de exame clínico e, em alguns casos, de exames de imagem, porque o tratamento é diferente para cada causa.

Se você sente isso com frequência, clique no link da bio e agende sua consulta.




sensibilidade dentária
dentina exposta
tratamento para dente sensível

09/08/2026

Cobrir a boca na foto vira automático. Você nem percebe mais que faz.

Mas isso não é frescura: existe até um questionário usado em pesquisa no mundo todo, o OHIP-14, criado só para medir o quanto a boca mexe com a sua vida — vergonha, evitar falar de perto, deixar de comer o que gosta. E os estudos mostram a mesma coisa sempre: quando os dentes são recuperados, esse peso diminui de verdade. Não é sobre ter sorriso de propaganda. É sobre parar de se policiar. E o primeiro passo é simples: entender o que está acontecendo na sua boca. Na maioria das vezes o caminho é bem menor do que parece depois de anos adiando.

Comenta aqui se você já fez isso na foto. E se quiser resolver, o link para agendar sua consulta está na bio.




reabilitação oral
sorrir sem vergonha
prótese e implante dentário

03/08/2026

Você já parou pra pensar por que, para algumas pessoas, escovar os dentes é genuinamente difícil? No autismo existe algo chamado processamento sensorial, que é a forma como o cérebro recebe e interpreta os estímulos do dia a dia. Numa pessoa autista, esses estímulos costumam ser sentidos de um jeito muito mais intenso. Então a textura das cerdas na gengiva, o sabor forte da pasta, a espuma dentro da boca e até o barulho da escova elétrica podem deixar de ser detalhes e virar algo realmente desconfortável, às vezes insuportável. Não é frescura, não é preguiça e não é falta de cuidado. É neurológico. Por isso, a ciência mostra que pessoas no espectro enfrentam mais barreiras no cuidado com a boca, não porque o autismo estrague os dentes, mas porque a rotina de higiene, do jeito tradicional, nem sempre é possível de tolerar. E a saída não é insistir na força, é adaptar: pasta com sabor mais suave ou sem espuma, escova com cerdas mais macias, criar previsibilidade na rotina e, no consultório, um atendimento com mais tempo, menos estímulos e cada passo explicado antes de acontecer. Quando o ambiente se adapta à pessoa, e não o contrário, cuidar dos dentes deixa de ser uma batalha. Se você é autista ou convive com alguém no espectro, comenta aqui embaixo a sua experiência, ela pode ajudar muita gente que passa pela mesma coisa. 🧩🦷




autismo e escovação
dentista para autista são paulo
sensibilidade sensorial dentes

02/08/2026

Sobre os sinais que antecedem o infarto: McSweeney e colaboradores, na Circulation, entrevistaram mulheres após infarto agudo do miocárdio e encontraram sintomas prodrômicos na grande maioria delas nas semanas anteriores, com destaque para fadiga incomum, distúrbio do sono e falta de ar — acima da dor torácica clássica. Parte dos infartos também é silenciosa, situação mais frequente em pessoas com diabetes e em idosos.

Nenhum profissional de odontologia diagnostica infarto. O papel aqui é observar, suspeitar e encaminhar. Diante de dor torácica intensa, aperto no peito, sudorese fria e falta de ar, acione o SAMU no 192.




dor de dente que não é dente
sinais de infarto
dor na mandíbula e coração

30/07/2026

Clareamento seguro depende de diagnóstico antes: cárie ativa, restauração infiltrada, retração gengival ou trinca precisam ser tratados primeiro, porque o gel penetra por ali e gera dor. Depois disso, se define concentração, tempo de uso e forma de aplicação para o seu caso, com dessensibilizante quando necessário.

Se você está pensando em clarear, o caminho mais barato no longo prazo é começar pelo lugar certo. Clique no link da bio e agende sua consulta.




clareamento dental
bicarbonato de sódio nos dentes
desgaste do esmalte

20/07/2026

😳 Ele achava que o único problema era a comida que f**ava presa entre os dentes. Mas aquela região precisava de mais atenção.

Quando existe pouco espaço entre o siso e o dente vizinho, ou quando o siso está em uma posição desfavorável, pode surgir uma verdadeira “armadilha” para alimentos.

O paciente retirava a comida quando percebia o incômodo e seguia normalmente. Porém, esse processo acontecia repetidamente e a higienização da região era difícil.

Durante a consulta, o exame clínico associado aos exames de imagem mostrou que já havia comprometimento por cárie relacionado àquela área de retenção alimentar.

Um detalhe importante é que, em algumas situações, um siso mal posicionado não coloca apenas ele próprio em risco. A região de contato com o segundo molar também precisa ser cuidadosamente examinada, pois pode haver dificuldade de higienização e desenvolvimento de problemas no dente vizinho.

Por isso, a decisão de extrair um siso não deve ser baseada apenas em “ter ou não ter dor”. Posição, possibilidade de higiene, presença de cárie, condição periodontal e relação com o dente ao lado também fazem parte da decisão clínica.

Neste caso, após toda a análise, a extração do siso foi a conduta indicada.



siso retenção alimentar extração

Endereço

Rua Lourenço Saporito
São Paulo, SP

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Terça-feira 09:00 - 19:00
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