Marcelo Abla

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Marcelo Abla Sou Doutor e Mestre em Implantodontia, além de especialista em Biologia Celular pela Universidade Federal Paulista de Medicina.

Com mais de 25 anos de experiência, mantenho meu foco nas áreas de Reabilitação Oral, Estética Facial e Implantodontia.

16/09/2026

“Doutor, meu implante pode cair?”

Essa é uma pergunta que escuto com frequência no consultório. E a resposta é: pode. Mas isso não significa que vá acontecer.

Implantes podem apresentar complicações ao longo do tempo, e entender os fatores envolvidos é fundamental para preservar o tratamento.

Neste vídeo, converso sobre o que pode comprometer a estabilidade de um implante e por que o acompanhamento continua sendo tão importante mesmo depois da cirurgia.

Afinal, a cirurgia termina. O cuidado continua. 🦷

Essa é uma dúvida muito comum.A resposta curta é: não exatamente.O titânio utilizado nos implantes modernos é altamente ...
09/09/2026

Essa é uma dúvida muito comum.
A resposta curta é: não exatamente.
O titânio utilizado nos implantes modernos é altamente biocompatível, ou seja, foi desenvolvido para interagir de forma segura com o organismo.
Mas o sucesso de um implante não depende apenas do material.
Depende também de como o organismo responde à superfície desse implante nos primeiros momentos após a cirurgia.
É nesse instante que começa um processo extremamente complexo: formação do coágulo, deposição de fibrina, adesão celular e, posteriormente, a osseointegração.
Hoje, a ciência mostra que pequenas diferenças na superfície podem influenciar essa resposta biológica inicial.
Em estudos apresentados pela Plenum, a tecnologia de impressão 3D em titânio demonstrou uma maior quantidade de fibras de fibrina aderidas e interconectadas à superfície do implante, além de maior contato entre o osso e o implante nas fases iniciais da cicatrização, quando comparada às superfícies convencionais avaliadas.
Isso não significa que um implante seja “aceito” e outro “rejeitado”.
Significa que a implantodontia evoluiu para desenvolver superfícies capazes de criar condições cada vez mais favoráveis para que o próprio organismo faça aquilo que sabe fazer melhor: cicatrizar e integrar o implante ao osso.
Na odontologia, muitas das maiores inovações não são aquelas que o paciente consegue enxergar.
São justamente as que acontecem em uma escala microscópica.

05/09/2026

Você vê um dente. Eu preciso enxergar muito mais do que ele.

Um dente nunca está sozinho.

Por trás dele existe osso.
Existe uma raiz.
Existe um nervo.
Existem tecidos, músculos e uma articulação que participam daquela pequena parte do corpo.

E talvez seja justamente aí que esteja uma das maiores diferenças entre olhar e diagnosticar.

Olhar é enxergar o que está diante dos olhos.

Diagnosticar é tentar compreender o que não está.

É por isso que, em determinados casos, uma radiografia ou uma tomografia pode revelar informações que simplesmente não conseguimos identificar olhando apenas para os dentes.

E isso muda a forma como pensamos um tratamento.

Porque planejar não é apenas olhar para onde o dente está. É entender tudo o que existe ao redor dele.

A tecnologia trouxe novas possibilidades para isso. Hoje, conseguimos enxergar o paciente de uma forma cada vez mais completa antes mesmo de iniciar determinados procedimentos.

🔎 Na odontologia, nem tudo que importa está visível.

E talvez essa seja uma boa lembrança para outras coisas também:
nem sempre aquilo que vemos é tudo aquilo que existe.

Quero compartilhar uma novidade com vocês.No dia 23 de setembro, vou estar no IN26, a convite da Plenum, participando da...
02/09/2026

Quero compartilhar uma novidade com vocês.

No dia 23 de setembro, vou estar no IN26, a convite da Plenum, participando da grade de palestras do evento.

Vou dividir o palco com o Dr. Leonardo Buso e a Dra. Fernanda Faot para conversar sobre um tema que gosto muito e que faz parte da minha trajetória: longevidade em reabilitação oral.

Vou falar sobre uma pergunta que considero fundamental: o que acontece com as nossas reabilitações depois de 20 anos?

Não apenas o que deu certo, mas o que aprendemos com o tempo, com os casos e com aquilo que permanece funcionando.

Vai ser uma conversa muito especial. Espero vocês por lá.

31/08/2026

🚪 Algumas portas não estão fechadas.
Nós apenas paramos de tentar abri-las.

Com o tempo, é fácil transformar uma tentativa que não deu certo em uma certeza:

“Não dá.”
“Já passou.”
“Não tem mais jeito.”

🦷 Na odontologia, muitas vezes, encontro essa mesma sensação.

O tempo pode tornar um tratamento mais complexo. Pode exigir outros caminhos, outras etapas, outro planejamento.

Mas complexidade não significa impossibilidade. ✨

Talvez seja essa uma das coisas que mais gosto na reabilitação oral: ela nos lembra que, mesmo quando algo foi perdido, ainda podem existir possibilidades. 🌱

E talvez isso não seja verdade apenas para os dentes.

💭 Às vezes, o que parece uma porta fechada é só um convite para procurar outra entrada.





Você imaginaria que um dos primeiros tratamentos odontológicos da história pode ter sido feito com uma ferramenta de ped...
24/08/2026

Você imaginaria que um dos primeiros tratamentos odontológicos da história pode ter sido feito com uma ferramenta de pedra?🪨

Foi exatamente isso que chamou a atenção de pesquisadores ao analisar um molar de um Neandertal que viveu há aproximadamente 59 mil anos.

O dente apresentava uma perfuração muito diferente de uma fratura ou desgaste natural. Para entender sua origem, os cientistas reproduziram o procedimento utilizando ferramentas de pedra semelhantes às encontradas no mesmo sítio arqueológico e compararam as marcas ao microscópio.🔬

O resultado fortaleceu a hipótese de que aquela perfuração foi feita de forma intencional, provavelmente para remover tecido comprometido e aliviar a dor causada por uma infecção.

Mais do que uma curiosidade, essa descoberta nos lembra que o desejo de aliviar o sofrimento acompanha a humanidade há milhares de anos.

A tecnologia mudou.
Os tratamentos evoluíram.

Mas a essência da odontologia continua sendo a mesma: cuidar de pessoas.

19/08/2026

Às vezes, o problema não desapareceu.

A gente apenas aprendeu a conviver com ele.

Um sangramento que virou “normal”.
Uma dor que passou a fazer parte da rotina.

A mastigação de um lado só.
Um alimento que você deixou de comer.

Um desconforto que você já nem percebe mais.

A capacidade de adaptação é importante. Mas ela também pode fazer com que sinais importantes deixem de chamar nossa atenção.

Por isso, talvez valha a pena fazer uma pergunta:

Aquilo que você considera normal hoje é realmente saudável ou apenas ficou familiar?

Na odontologia, perceber essa diferença pode ser o primeiro passo para mudar alguma coisa antes que ela se torne ainda maior.

🦷 E você? Tem algum hábito ou desconforto que já faz tanto tempo parte da sua rotina que deixou de perceber?




Nem tudo que parece estranho na boca… é um problema.E esse é um dos maiores motivos de ansiedade no consultório.“Médico,...
15/08/2026

Nem tudo que parece estranho na boca… é um problema.
E esse é um dos maiores motivos de ansiedade no consultório.
“Médico, isso aqui é normal?”
“Isso sempre esteve aqui… será que é algo sério?”
A boca tem variações anatômicas que muita gente nunca foi orientada a reconhecer.
E, sem essa referência, qualquer alteração pode parecer preocupante.
Por outro lado, também é verdade:
Nem tudo deve ser ignorado.
O equilíbrio está em saber diferenciar o que é comum…
do que precisa de avaliação.

Em uma foto, eu sou filho. Na outra, sou pai.E talvez seja essa uma das coisas mais bonitas da vida: perceber que, em al...
09/08/2026

Em uma foto, eu sou filho. Na outra, sou pai.

E talvez seja essa uma das coisas mais bonitas da vida: perceber que, em algum momento, aquilo que recebemos começa a fazer parte daquilo que passamos adiante.

Meu pai me ensinou muito sobre a vida, sobre cuidado e sobre presença.

Hoje, como pai, descubro que muitas dessas coisas continuam comigo, só que agora de um jeito diferente.

Entre uma geração e outra, mudam as histórias, os momentos e os caminhos.

Mas algumas coisas permanecem.

O amor. O cuidado. A presença.

Feliz Dia dos Pais.
Para quem me ensinou a ser filho.
E para quem me ensina, todos os dias, a ser pai. ❤️

06/08/2026

Nem sempre o medo está no tratamento.

Às vezes, ele começa muito antes.

No ambiente.

Na insegurança diante do desconhecido.

Na sensação de não saber exatamente o que vai acontecer.

É por isso que alguns pacientes — especialmente pessoas com TEA, Alzheimer, demências, limitações cognitivas ou experiências traumáticas anteriores — podem responder muito melhor quando o cuidado acontece em um lugar familiar, onde se sentem seguros.

Afinal, cuidar vai muito além da técnica.

Também é criar as condições para que o paciente se sinta acolhido antes mesmo do primeiro procedimento.

É dessa forma que enxergamos a odontologia na Gent Odonto Care.

🦷 Você já deixou de procurar um dentista por ansiedade ou medo do ambiente?

Endereço

Praça Oswaldo Cruz 124, Cj. 101
São Paulo, SP
04004-070

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