Anelise de Oliveira - Distúrbios Respiratórios do Sono

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Anelise de Oliveira - Distúrbios Respiratórios do Sono Tratamento para dores orofaciais, bruxismo, DTM, ronco e apneia.

15/09/2026

A ardência na boca é um sintoma real e pode ser mais frequente no climatério e na menopausa.

Com a queda e a oscilação dos hormônios, especialmente do estrogênio, podem ocorrer mudanças na mucosa oral, na salivação e nos mecanismos envolvidos na percepção da dor. A boca pode ficar mais seca, sensível e suscetível à sensação de queimação — mesmo quando nenhuma lesão é visível no exame.

Mas a ardência não deve ser atribuída automaticamente aos hormônios. Ela também pode estar relacionada a:

• uso de determinados medicamentos;
• candidíase e outras alterações locais;
• deficiências de ferro, vitamina B12, ácido fólico ou zinco;
• diabetes e alterações da tireoide;
• refluxo;
• alergias ou contato com substâncias irritantes;
• alterações neurossensoriais.

Por isso, quando a ardência persiste, é importante investigar sua origem em vez de apenas tentar aliviar o sintoma.

📖 No livro O Segredo da Saúde Oral Feminina, explico como hormônios, saliva, sono e saúde oral se conectam ao longo da vida da mulher. Disponível na Amazon e nas principais livrarias on-line.

Você percebeu ardência, secura ou maior sensibilidade na boca durante o climatério ou a menopausa?

O Segredo da Saúde Oral Feminina nasceu de uma pergunta: o que a boca pode revelar sobre a saúde da mulher?Ao longo dess...
14/09/2026

O Segredo da Saúde Oral Feminina nasceu de uma pergunta: o que a boca pode revelar sobre a saúde da mulher?

Ao longo dessa trajetória, um de seus temas centrais mostrou que merecia um espaço inteiramente seu — mais focado, prático e voltado às dúvidas que tantas mulheres ainda carregam.

Agora, essa conversa está prestes a ganhar um novo capítulo.

Um novo livro está a caminho.

Algum palpite sobre qual tema ganhou um livro só para ele?

Seu filho cuida bem dos dentes, segue toda a rotina de higiene e, mesmo assim, sempre aparece uma cárie nova?Talvez não ...
10/09/2026

Seu filho cuida bem dos dentes, segue toda a rotina de higiene e, mesmo assim, sempre aparece uma cárie nova?

Talvez não seja apenas uma questão de escovação.

A cárie é multifatorial. Alimentação, frequência do consumo de açúcar, microbiota oral e características da saliva também influenciam. E existe outro fator que muitas vezes passa despercebido: a forma como a criança respira.

Quando ela respira pela boca, principalmente durante o sono, algumas regiões podem ficar mais ressecadas e perder parte da proteção proporcionada pela saliva.

A saliva ajuda a neutralizar ácidos, remover resíduos, equilibrar a microbiota e participar da remineralização dos dentes. Quando essa proteção diminui, o ambiente pode ficar mais favorável ao acúmulo de biofilme, à inflamação gengival e ao desenvolvimento de cáries.

Isso não significa que toda criança que respira pela boca terá cárie. Mas, quando o problema se repete mesmo com uma boa rotina de higiene, a respiração também precisa entrar na investigação.

E o risco de cárie é apenas uma das possíveis repercussões. A respiração bucal também pode impactar o desenvolvimento da face, a mordida, o sono e a qualidade de vida.

Observe seu filho durante o dia e enquanto ele dorme:

• mantém os lábios entreabertos?
• dorme de boca aberta?
• ronca?
• acorda com a boca seca?
• apresenta mau hálito ao despertar?

Respirar pela boca não é apenas um hábito. É um sinal que merece ser investigado por uma equipe multidisciplinar.

Siga para entender as relações entre saúde oral, sono e respiração.

10/09/2026

A saúde mental também pode deixar sinais na boca.

Em períodos de ansiedade, estresse, depressão ou esgotamento emocional, algumas pessoas passam a apertar os dentes, sentem a boca mais seca ou perdem a energia necessária para manter os cuidados diários.

Não é simplesmente falta de cuidado. Às vezes, escovar os dentes, usar o fio dental ou até marcar uma consulta pode parecer uma tarefa difícil demais.

Alguns medicamentos utilizados no tratamento da saúde mental também podem reduzir a produção de saliva e, em determinadas pessoas, estar associados ao bruxismo.

Com o tempo, podem aparecer:

• desgaste, trincas e sensibilidade nos dentes;
• dor na mandíbula, na face ou na cabeça;
• boca seca;
• cáries e inflamação gengival;
• mudanças na higiene e nos hábitos alimentares.

A boca não permite diagnosticar uma condição de saúde mental. Mas pode mostrar sinais de que alguém não está bem.

Sinais que precisam ser acolhidos — não julgados.

A boca não vive separada das emoções, do cérebro nem do restante do corpo. Por isso, cuidar da saúde oral também pode fazer parte de um cuidado multidisciplinar com a saúde mental.

Siga para entender os sinais que a boca pode mostrar sobre a sua saúde.

Depressão

Quem me conhece sabe: eu sempre digo que as melhores músicas são dos anos 80. Então, é claro que adorei ver essa década ...
09/09/2026

Quem me conhece sabe: eu sempre digo que as melhores músicas são dos anos 80. Então, é claro que adorei ver essa década voltar com tudo por aqui. 😄

Pedi uma ajudinha para a inteligência artificial e virei Cyndi Lauper por um dia.

Mas, enquanto as músicas dos anos 80 merecem continuar para sempre, algumas ideias precisam ficar no passado.

Uma delas é acreditar que o bruxismo é apenas um problema dos dentes.

Uma placa pode até proteger os dentes contra desgastes e trincas. Mas ela não trata, sozinha, o que está por trás do bruxismo.

O bruxismo é multifatorial. Pode estar relacionado ao sono, à respiração, ao estresse, aos medicamentos, aos hábitos e ao funcionamento da mandíbula.

Por isso, não existe uma única abordagem para todos. Cada paciente precisa ser avaliado individualmente e, dependendo do caso, acompanhado por uma equipe multidisciplinar.

Proteger os dentes é importante. Mas o tratamento do bruxismo precisa ir além deles.

Siga para entender as relações entre bruxismo, saúde oral, sono e respiração.

09/09/2026

O próximo wearable de saúde pode estar na sua boca.

Relógios e anéis inteligentes já monitoram sono, frequência cardíaca e atividade física. Agora, empresas e centros de pesquisa estão desenvolvendo pequenos sensores intraorais capazes de analisar continuamente a saliva.

Tecnologias como as desenvolvidas pela Lura Health e pelo projeto iTOOTH podem ser incorporadas a aparelhos, contenções ou estruturas adaptadas aos dentes.

A proposta inicial é acompanhar variações do pH e da acidez da boca. No futuro, esses dispositivos poderão monitorar outros biomarcadores relacionados à saúde oral e sistêmica.

Imagine receber um alerta quando o ambiente da sua boca permanecer ácido por muito tempo — antes mesmo de perceber os primeiros sinais de erosão ou aumento do risco de cárie.

Mas é importante esclarecer: essas tecnologias ainda estão em desenvolvimento e validação. Elas não fazem parte da rotina clínica e não substituem exames nem a avaliação profissional.

Mesmo assim, já revelam uma mudança importante:

a boca está se tornando uma nova fronteira dos wearables de saúde — e a saliva pode ser uma das protagonistas desse futuro.

Siga para acompanhar como a tecnologia está transformando a saúde oral e a longevidade.

08/09/2026

Dói para mastigar, bocejar ou abrir a boca?

Dor próxima ao ouvido, cansaço na mandíbula ao acordar, limitação de movimento e estalos acompanhados de dor podem estar relacionados à DTM.

E nem sempre o problema está apenas na articulação. A investigação também pode envolver músculos, bruxismo, hábitos, sono, respiração e outros fatores que mantêm a sobrecarga.

Sentir dor todos os dias não deve se tornar o seu normal.

Se os sintomas persistem ou estão limitando sua rotina, procure uma avaliação individualizada. Para agendar uma consulta: (11)91692.1414

Anelise de Oliveira | Cirurgiã-dentista
CROSP 145641

04/09/2026

Seus dentes estão encostados agora?

Se a resposta for sim, desencoste os dentes e relaxe a mandíbula.

O apertamento frequente pode provocar desgaste e trincas nos dentes, fraturas em restaurações, sobrecarga em implantes, tensão muscular e dores na ATM, na face, na cabeça e no pescoço. Em casos mais graves, pode até contribuir para a perda de dentes.

Perceber esse hábito é o primeiro passo. Mas, quando ele acontece com frequência ou vem acompanhado de dor, é importante investigar os fatores envolvidos.

Você percebe que mantém os dentes apertados durante o dia?

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