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Como escolher sua escova de dente Escolher a escova dentária é uma tarefa das mais importantes, porque, embora esse obje...
28/07/2021

Como escolher sua escova de dente
Escolher a escova dentária é uma tarefa das mais importantes, porque, embora esse objeto seja aparentemente simples, se mostra essencial a uma higiene eficiente e à proteção dos dentes e de toda a boca. Para complicar um pouco a vida do consumidor, os fabricantes oferecem uma diversidade tão grande de modelos que por vezes f**a difícil selecionar o produto. As opções disponíveis no mercado incluem cores, formatos e tipos de cerdas diferentes.
Os consumidores devem ter em mente, no entanto, que as cerdas são o principal componente da escova. Dessa forma, a indicação tradicional para pessoas sem problemas específicos ou déficits na realização de movimentos é o uso de escovas com cerdas planas e niveladas, sem alterações de inserção e direção. Esses são os modelos mais testados e aprovados no quesito eficiência.
Atenção: não há evidência científ**a de que escovas com cerdas de borracha ou aquelas com inclinações e texturas modif**adas sejam superiores. Esses modelos são propagandeados como melhores ou mais modernos, mas o apelo é exclusivamente estético. Nada indica que eles tornem a escovação mais eficiente.
Em evolução
Há quatro décadas, o mercado oferecia apenas escovas com cerdas de náilon com variações de tamanho e dureza — as mais recomendadas na época eram as de cabeça pequena e cerdas planas. O aspecto considerado avançado era o arredondamento das pontas das cerdas. Mais recentemente, novos modelos são oferecidos apresentando cerdas diferenciadas e mais macias, sendo menos agressivas às estruturas dos dentes e da gengiva.
Hoje contamos com escovas de cerdas ultrafinas e bem mais macias. E versões que têm entufamento com milhares de cerdas. Esse tipo proporciona escovação eficiente com menor risco de danif**ar tecidos como as mucosas da boca.
Outra modalidade são as escovas fabricadas com cerdas cônicas, que são mais firmes do que as macias convencionais. Elas dispõem de pontas afiladas, que tornam o contato com dentes e gengiva mais suave.
O mercado ainda oferece escovas com cerdas de origem natural, produzidas com pelos de animais ou espécies vegetais, caso do bambu. Os dentistas alertam, porém, para algumas restrições. Uma delas é a possibilidade de colonização bacteriana entre as próprias cerdas.
De olho nas cerdas
Resumindo, podemos dizer que hoje o mercado oferta quatro principais tipos de cerda:
– Cerdas de náilon de pontas arredondas;
– Cerdas naturais;
– Cerdas ultrafinas;
– Cerdas de pontas cônicas;

28/07/2021

‘’Pandemia’’ é o termo usado pelos pesquisadoresda área da saúde para caracterizar o cenário que estamosvivendo atualmen...
22/07/2021

‘’Pandemia’’ é o termo usado pelos pesquisadores
da área da saúde para caracterizar o cenário que estamos
vivendo atualmente. As pandemias podem ser definidas
como epidemias de doenças de caráter infeccioso que se
espalham por vários países durante um mesmo período de
tempo. Em dezembro de 2019, um surto de pneumonia
começou na China e se espalhou por várias regiões
geográf**as, sendo causado pelo vírus que chamamos de
Coronavírus, ou como muitos chamam, Covid -19.desse
grupo de vírus, podendo lançar o vírus do tipo SARSCoV que pertence a mesma família do SARS-CoV-2. No
entanto, atualmente, ainda não se sabe a real origem e
os possíveis vetores intermediários da SARS-CoV-2, bem
como o mecanismo exato. Benvenuto et al. [9] destaca que
através de uma análise filogenética foi possível encontrar
uma origem de morcego para o SARS-CoV-2. Ele ainda
menciona que este vírus está relacionado apenas ao
coronavírus específico do tipo SARS de morcego isolado
de Rhinolophus sinicus em 2015 na China.
Os dados acerca do vírus relatam que o mesmo
apresenta uma elevada capacidade de infecção. Diante
disso, sabe-se que as principais vias de transmissão
incluem a transmissão direta, através de tosse e espirros;
a transmissão por contato com superfícies contaminadas
pelo vírus; e a transmissão indireta, por meio de fluidos e
saliva.
Levando em conta as características de um que incluem uma proximidade face a face entre os cirurgiõesdentistas e pacientes, exposição a saliva e outros
fluidos, possibilidade de contato com sangue, além de
instrumentos manuais, cortantes ou não, que podem
estar contaminados, faz-se necessário um cuidado
redobrado em relação ao manejo do paciente, limpeza
do consultório e proteção do profissional e auxiliares de
consultório diante do Covid-19. Ademais, sabe-se que,
durante um atendimento, há possibilidade de ocorrer
dispersão de respingos e aerossóis contendo patógenos
provenientes da seringa tríplice e turbina de alta rotação
utilizados nos atendimentos clínicos. Portanto, existe a
possibilidade de ocorrer uma contaminação cruzada. Vêse assim a necessidade de colocação de barreiras físicas
entre os equipamentos, assim como uma proteção de toda
a face, o corpo, o cabelo e os braços do operador, sendo
estas regiões bastante atingidas pelos respingos. Contudo,
apesar de suspenderem os atendimentos odontológicos
em muitas regiões, o atendimento de urgência ainda está
presente. E essas medidas se tornam essenciais a fim de
que tornem os profissionais e pacientes protegidos da
transmissão do vírus.
O consultório odontológico deve ser cuidadosa e
primorosamente limpo antes de se iniciar os atendimentos.
Deve ser realizada uma desinfecção rigorosa nos materiais,
equipamentos do consultório odontológico e também nas
maçanetas, cadeiras e no banheiro. Para isso sugere-se Hipoclorito de Sódio a 0,1%, Peróxido de Hidrogênio a
0,5%, álcool a 70%, ou até mesmo um desinfetante a ser
padronizado pelo serviço de saúde para essa finalidade, de
forma que todas superfícies tocadas sejam desinfetadas.
Isso é essencial, visto que há relatos de sobrevivência
do novo Coronavírus por 2 a 9 dias em superfícies. É
importante também que se retire todas as revistas das
salas de esperas a fim de evitar essa transmissão por
contato direto ao tocar objetos contaminados e depois
levar as mãos no nariz, boca ou nos olhos. A inativação
do vírus pode ser alcançada após 1 minuto com uso
de hipoclorito de sódio (principal componente da água
sanitária). Portanto recomenda-se a utilização dos
desinfetantes domésticos contendo hipoclorito de sódio.
Usar preferencialmente a água sanitária 2-2,5% – diluir
uma parte de água sanitária (250 ml) para 3 partes de
água (750ml), para obter 1 litro a 0,5% para desinfetar
superfícies como pisos, azulejos e paredes. Se a superfície
estiver suja deve ser limpa primeiramente com água e
sabão ou detergente e após ser realizada a desinfecção.
Em relação ao tratamento odontológico,
primeiramente, é necessário que o cirurgião-dentista lave
criteriosamente as mãos com água e sabão por 20 a 30
segundos, antes e depois de todos os procedimentos.
A fricção com o álcool 70% em gel se não estiver com
sujidade visível por no mínimo 20 segundos, também
é uma opção para o cirurgião dentista, quanto uma
recomendação para o paciente. Essa necessidade se dá
em vista de que a contaminação das mãos pelo vírus e a
sua posterior inoculação nas mucosas oral, nasal e ocular
é considerada uma das principais vias de transmissão.
Vale lembrar que o cirurgião-dentista precisa retirar todos
os adereços, como anéis, relógios e pulseiras antes de
fazer essa lavagem. Após lavar as mãos deve-se secá-las
com papel toalha.
Posteriormente, para o atendimento, todos
os materiais de proteção individuais (EPI’s) devem ser
utilizados pelo cirurgião-dentista, tais como o gorro, o
jaleco, a máscara, as luvas (que juntamente com a máscara
devem ser trocadas antes de um novo procedimento) e os
óculos de proteção. Viseiras ou protetores de face poderão
ser usados para proporcionar uma proteção mais efetiva,
porém nunca sem o uso da máscara. Além disso, depois
de cada procedimento deve ser feita a desinfecção dos
protetores de face e as máscaras devem ser retiradas por
meio de suas tiras ou elásticos e não devem ser tocadas
pelo profissional durante o atendimento. Vale ressaltar
que no caso do uso de um jaleco não descartável, ele
deve ser lavado separado das roupas do dia a dia, para não as contaminar.
Tuñas et al. (2020) considera a importância do
dentista solicitar ao paciente que se faça um bochecho
com Peróxido de Hidrogênio a 1% ou Lodopovidona a
0,2%, já que a solução de Clorexidina a 0,12%, bastante
utilizado em Odontologia, não se faz ef**az na prevenção
da transmissão do Covid-19. É necessário também, a
realização do isolamento absoluto do campo operatório
sempre que possível, visto ser uma ação que minimiza
a geração de aerossóis com grande contaminação se
utilizar alta rotação ou o ultrassom. Portanto, no caso da
impossibilidade do isolamento, é viável bastante cautela
durante o procedimento.
Recomenda-se também o uso de sugadores
de alta potência, de maneira que o trabalho a quatro
mãos seja estimulado para o controle de disseminação
do vírus; assim como evitar a utilização da seringa
tríplice na sua forma spray, acionando os dois botões
ao mesmo tempo para regular a saída de água de
refrigeração. Os motores com válvulas de antirretração
ou antirrefluxo são altamente aconselhados para previnir
contaminação cruzada. Apesar de já ser considerada uma
das várias e principais medidas de biossegurança nos
consultórios odontológicos, reforça-se a necessidade de
realizar autoclavagem das peças de mão após todos os
atendimentos, assim como todo o material deverá ser
esterilizado em autoclaves. É preciso ressaltar também o
cuidado no manuseio de materiais perfurocortantes, já
que as infecções podem acontecer após acidentes com
os mesmos.
Por fim, é muito importante a presença de álcool
em gel 70% nas salas de espera, para uso do paciente,
acompanhante e secretária. O cirurgião dentista como
profissional da área da saúde, deve orientar o paciente
em relação a higiene das mãos, etiqueta respiratória
e de tosse, além de pedir para que evite o toque de
mãos nos olhos, nariz ou boca, evitando dessa forma a
contaminação.
Conclui-se, portanto, que são muitas as
responsabilidades dos cirurgiões dentistas frente a
essas novas medidas a serem tomadas. Essas medidas
passam por uma boa orientação e um correto manejo
do paciente; uma exímia limpeza do consultório; uma
impecável esterilização do instrumental odontológico;
uso de todos os equipamentos de proteção individual;
assim como uma postura exemplar ao ser fiel a todos os
tópicos citados anteriormente. No entanto, são medidas
bastante necessárias e essenciais por se tratarem de
condutas para conter e prevenir a contaminação pelo Covid-19 quanto mais aderirmos a essas medidas, mais
rapidamente passaremos por essa Pandemia.
Fonte:https://iajmh.emnuvens.com.br/iajmh/article/view/86
https://iajmh.emnuvens.com.br/.../86-Article%20Text-353-1...

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