12/10/2026
Todos os dias, antes de exercer minhas mãos, peço a Deus que conduza minhas decisões, ilumine meu discernimento e me dê sabedoria para reconhecer não apenas o que posso fazer, mas, principalmente, o que não devo fazer.
Nunca quis ser uma profissional que enxergasse apenas rostos, procedimentos ou resultados. Por trás de cada paciente, existe uma história, uma expectativa, uma vulnerabilidade e uma confiança que jamais podem ser tratadas com indiferença.
A estética tem seus encantos, mas também tem seus limites. E nenhum resultado estético será mais importante do que a saúde, a segurança e a integridade de quem confia em mim.
Quero ter sempre a coragem de dizer não quando necessário, a humildade de reconhecer meus limites e a sensibilidade de nunca permitir que a busca pela beleza se sobreponha à minha HUMANIDADE.
Porque, para mim, ciência, ética e fé não caminham separadas. São princípios que sustentam a profissional que escolho ser todos os dias.
Que Deus nunca permita que a técnica me faça esquecer o ser humano que está diante de mim. E que minhas mãos sejam sempre instrumentos de CUIDADO, não de vaidade. Que eu ser acessível e humana esteja sempre acima da autoridade. 🤍