Dra. Rachel Rozensztranch

Dra. Rachel Rozensztranch "Um dia sem sorrir é um dia desperdiçado." Charles Chaplin A Dra.

Rachel Rozensztranch da as boas vindas a você, que busca o que ha de melhor na medicina dentária:
Reabilitação oral, praticidade, higiene, conforto e estética orofacial (BOTOX, PREENCHIMENTO E MICROAGULHAMENTO)

Convênios: Sulamerica, Amil dental e Golden
ATENDIMENTOS SOMENTE COM HORA MARCADA.

Correção de sorriso gengival com BOTOXNeste procedimento a toxina é injetada nos dos músculos responsáveis pela elevação...
10/01/2017

Correção de sorriso gengival com BOTOX

Neste procedimento a toxina é injetada nos dos músculos responsáveis pela elevação do sorriso através de agulhas finas, causando uma fraqueza muscular localizada, controlada e reversível, aliviando a expressão e consequentemente a assimetria. Os efeitos se iniciam aproximadamente 48h após a aplicação e somente após o 15o dia é que o tratamento terá seu efeito completo fixado. Em média os resultados da aplicação duram de 4 a 6 meses, quando uma nova aplicação é necessária. Gostou? Venha ficar com seu sorriso lindo! Agende já seu atendimento!

Estoque de toxina botulínica e  também para o queridinho microagulhamento renovados! Tudo para deixar vocês  meus pacien...
07/01/2017

Estoque de toxina botulínica e também para o queridinho microagulhamento renovados! Tudo para deixar vocês meus pacientes queridos mais belos ainda e jovens! "É sempre prevenindo que se remedia" 2017 já começou agende e marque sua consulta!

07/09/2016

Nos dias atuais, muito tem se falado da utilização de toxina botulínica e preenchimentos faciais por profissionais da Odontologia. Seria o cirurgião dentista conhecedor da anatomia e fisiologia da face para trabalhar na área? Finalidade terapêutica, funcional ou estética? Este profissional está ampa...

Indicações e uso do Botox na Odontologia✓ Bruxismo (ranger os dentes) O botox é uma forma eficaz de amenizar o bruxismo....
28/08/2016

Indicações e uso do Botox na Odontologia

✓ Bruxismo (ranger os dentes)
O botox é uma forma eficaz de amenizar o bruxismo. Quando aplicado na musculatura da mastigação tem a função de diminuir sua intensidade, gerando uma paralisia flácida e, assim, preservando as estruturas dentárias e amenizando dores nas articulações dos maxilares.

✓ Apertamento Dental
O botox é uma forma eficaz de amenizar o apertamento dental. Quando aplicado na musculatura da mastigação tem a função de diminuir sua intensidade, gerando uma paralisia flácida e, assim, preservando as estruturas dentárias e amenizando dores nas articulações dos maxilares.

✓ Hiperatividade do músculo Masseter, temporal e pterigoideo medial
O músculo Masseter é o mais potente do corpo humano, e em algumas pessoas que tem hiperatividade muscular por bruxismo, ele pode ficar com aspecto saliente.

✓ Hipertrofia do Masseter
Etilogia: Esforços mastigatórios unilaterais, DTMs musculares e hábitos parafuncionais.
Pode ser unilateral, causando assimetria da face ou bilaterais, podendo trazer grande prejuízo estético, sobretudo às mulheres, devido ao perfil tornar-se mais masculinizado pelo pronunciamento do volume de tecido na região do ângulo da mandíbula.

✓ Controle das disfunções têmporo-mandibulares/musculares (DTM)
DTM: Conjunto de distúrbios que envolvem os músculos mastigatórios, a articulação temporomandibular e estruturas associadas.
Sintomas DTM: Dor na face, ATM e músculos; dores de cabeça e na orelha; zumbidos auricular e vertigem.
Sinais DTM: Dor à palpação, limitação e/ou incoordenação de movimentos mandibulares e ruídos articulares.

✓ Sialorréia
Apenas recentemente foi proposta como uma opção no controle da sialorréia. Esta neurotoxina potente, produzida pela bactéria Clostridium botulinum, tem a funções de reduzir a produção de saliva através da inibição da libertação da acetilcolina nas junções neurosecretoras pré-sinápticas das glândulas salivares.

✓ Assimetria do Sorriso
A aplicação de Botox está indicada também nos casos onde há a necessidade de corrigir a assimetria de um sorriso.

✓ Correção do Sorriso Gengival
Na odontologia o botox pode ser utilizado com sucesso para correção do “sorriso gengival”, que se caracteriza pela elevação acentuada do lábio superior ao sorrir, mostrando uma faixa de gengiva grande e tornando o sorriso anti-estético.
Etilogia: Crescimento vertical da face em excesso, lábio curto, excesso de gengiva e hiperatividade dos músculos elevadores do lábio superior.

✓ Implantodontia
Redução de força muscular dos músculos masseter e temporal em carga imediata.

✓ Dores orofaciais e cefaléias
Quando a DTM muscular, através da hiperatividade dos músculos da mastigação, contribuir para alimentar os eventos de cefaléias, sobretudo as enxaquecas e cefaléias tipo tensão.

Dra. Rachel Rozenztranch

29/07/2016

Lentes de contato na reabilitação oral

14/06/2016

Reposicionamento mandibular! Casos e casos ...

Odontologia é uma das mais desafiantes profissões do mundo porque um dos objetivos é copiar a natureza. Dentes, gengiva ...
10/06/2016

Odontologia é uma das mais desafiantes profissões do mundo porque um dos objetivos é copiar a natureza. Dentes, gengiva são cheios de detalhes, cada um com sua função perfeitamente integradas. Fazer próteses que se parecem dentes, uma vez conseguida nos traz uma satisfação fantástica! O que você faz quando desafiado? Eu faço meu trabalho com amor e dedicação.

Dentistry is one of the most challenging professions in the world because one of its goals is to copy nature. Teeth, gum are full of details, each one with a perfect integreted function. To make protheses lool like teeth, when achieved, brings us awesome sensation!

What do you do when you are challenged? I do it with love and dedication.

ODONTOLOGIA + MEDICINA = POR QUE SEU PACIENTE NÃO É SÓ UMA BOCA! A insuficiência renal crônica (IRC) é caracterizada pel...
12/03/2016

ODONTOLOGIA + MEDICINA = POR QUE SEU PACIENTE NÃO É SÓ UMA BOCA!

A insuficiência renal crônica (IRC) é caracterizada pela perda progressiva e irreversível das funções renais. Pode ser consequência, dentre outros problemas, de diabetes e hipertensão arterial sistêmica.
Os pacientes com o problema geralmente possuem vários comprometimentos de saúde, dentre os quais problemas bucais que podem agravar o quadro clínico sistêmico e alterações sistêmicas que podem deixar mais complexo o tratamento odontológico.
Primeiramente, ressalta-se o risco aumentado de sangramento que os pacientes nefrológicos apresentam, devido às alterações hematológicas inerentes dessa condição em si e também em decorrência do uso de heparina durante o procedimento de hemodiálise, caso seja empregado. Assim, se o paciente precisar ser submetido a uma cirurgia odontológica ou qualquer outro procedimento cruento, recomenda-se que os mesmos sejam realizados no dia seguinte ao tratamento da diálise pois, dessa forma, o paciente estará em melhor estado fisiológico para o ato cirúrgico e com menor risco de sangramento.
Em segundo lugar, à medida que a doença se agrava, o paciente pode apresentar náuseas e vômitos, o que pode prejudicar diretamente a saúde bucal, predispondo a alterações como erosão ácida do esmalte dentário e ulcerações em mucosa, devido ao pH ácido do vômito.
Terceiro, não podemos esquecer que várias pesquisas evidenciam alterações na quantidade e na qualidade da saliva. Verifica-se hipossalivação, em decorrência da restrição de consumo de líquidos prescrita aos pacientes nefrológicos, como estratégia para minimizar a sobrecarga aos rins, mas também existem mudanças na composição salivar, sobretudo relacionadas ao acúmulo de uréia e ao pH salivar aumentado.
Uma importante consequência das alterações salivares é a maior predisposição para o acúmulo de cálculo dentário que, por sua vez, favorece às alterações periodontais.
Em quarto lugar, outras questões que merecem ênfase são relativas às queixas frequentes de alterações do paladar (disgeusia) e do hálito.
A disgeusia explica-se pelos índices aumentados de uréia na saliva e devido às alterações de volume salivar em si.
Já a halitose é devida às alterações bucais em si, com ênfase no acúmulo de cálculo dentário, nas ulcerações bucais e nas alterações salivares. O mau hálito, apesar de não ser uma doença, prejudica a autoestima e os relacionamentos interpessoais, com impacto direto na saúde e qualidade de vida.
Frente às considerações expostas, em casos de insuficiência renal, o ideal é procurar atenção odontológica qualificada, para avaliar o paciente, evitando e minimizando problemas e proporcionando o tratamento odontológico mais adequado à manutenção da saúde de forma ampla, além de preparar o paciente para o transplante renal, quando o procedimento for viável.

12/03/2016

Implantodontia sem medo e mistérios!!! Apenas sorrisos!!
Agende já sua consulta!!!

"UM SORRISO É A COISA MAIS BONITA QUE VOCÊ PODE VESTIR!"
22/01/2016

"UM SORRISO É A COISA MAIS BONITA QUE VOCÊ PODE VESTIR!"

21/01/2016

Aos 20: ibuprofeno. Aos 25: omeprazol. Aos 30: rivotril. Aos 35: stent.Uma estranha geração que tomava café para ficar acordada e comprimidos para dormir.

"Quando o que cura passa a matar" Pelo menos duas vezes na semana, a psicóloga Flávia Pereira sofre com intensas dores d...
15/06/2015

"Quando o que cura passa a matar"

Pelo menos duas vezes na semana, a psicóloga Flávia Pereira sofre com intensas dores de cabeça. Como não sabe quando pode ser surpreendida, mantém em casa um "arsenal" contra o problema - uma caixinha com os mais variados tipos de analgésicos. No fundo da bolsa também tem uma cartela de seus "companheiros inseparáveis". "Eu tomo qualquer analgésico que vejo pela frente. Pode ser paracetamol, dipirona, Dorflex, contanto que a dor pare, ou melhor, nem comece", explica com bom humor.

A relação de Flávia com os analgésicos não é nada original. Nas farmácias, esse tipo de medicamento é campeão de vendas entre os que não necessitam de prescrição médica. A facilidade com que podem ser adquiridos estimula o "médico" que, segundo um dito popular, divide espaço com o "louco" existente em cada um. Assim, um "comprimidinho" sempre acaba sendo tomado por conta própria.

Demonizada pela sociedade, a automedicação é encarada de outra forma pela Organização Mundial de Saúde (OMS). Saber o que fazer diante de problemas aparentemente simples pode desinflar os hospitais já saturados de pessoas. O problema é que a diferença entre "remédio" e "veneno" pode ser o mesmo princípio ativo em dosagens desproporcionais. De acordo com dados da Associação Brasileira de Indústrias Farmacêuticas (Abifarma), a automedicação malrealizada é responsável, no Brasil, pela morte de cerca de 20 mil pessoas por ano.

Um dos analgésicos preferidos de Flávia é o Tylenol dc, "porque a dosagem é dupla". Em cada cápsula do medicamento há 500 mg de paracetamol - um dos compostos antipiréticos (contra febre) e analgésicos mais vendidos e populares do mundo. Desprovido da potencialidade da dipirona e do ácido acetilsalicílico de minar a dor, é muito comum o indivíduo aumentar a dosagem sem saber as consequências e os riscos implicados nessa prática.

O paracetamol pode levar a um quadro irreversível de lesão hepática. O alerta é do professor do Departamento de Morfologia do Instituto de Ciências Biológicas da UFMG, Gustavo Batista Menezes. Em parceria com os alunos Pedro Elias Marques e André Gustavo Oliveira, o docente acaba de publicar o artigo na revista brasileira Ciência Hoje. O trabalho coloca em discussão a utilização do paracetamol no cotidiano. De acordo com o pesquisador, doses acima de 4 g diárias são suficientes para lesar o fígado de forma definitiva.

"Se o paciente toma mais que o preconizado (dosagem que varia de pessoa para pessoa), o excesso vai reduzir as vias de metabolismo no fígado e começar a acumular um subproduto que a gente chama de metabólito, que é o resto de um processo de ‘digestão' do medicamento. Esse excedente se acumula dentro das células, matando-as. A partir daí, elas não conseguem lidar com o agente tóxico, e a função do fígado para", explica o professor.

O fígado cumpre um papel vital no organismo humano. "É como se fosse um laboratório. O fígado é responsável por transformar hidratos de carbono, proteínas, gorduras, vitaminas, sais minerais e outras substâncias que ingerimos. Quanto aos medicamentos, grande parte deles sofre sua primeira transformação no fígado, onde podem ocorrer reações nocivas ao órgão", explica o diretor do Departamento de Gastroenterologia e Nutrição da Associação Médica de Minas Gerais, José Mauro Messias Franco. Segundo o médico, os rins também podem ser lesados em processos de intoxicação.

A partir do momento em que sofre sucessivas lesões, não sendo possível a regeneração do fígado, o paciente tem apenas o transplante como recurso para manter-se vivo, o que, em alguns casos, também pode ser inviável. "Dependendo do caso, metabólitos que deveriam ser excretados pelo fígado começam a se acumular no cérebro. Aí o paciente entra em coma. Pode ser que, mesmo com um órgão disponível para transplante, o paciente morra por não ter mais competência neurológica para viver", elucida o professor.

Diante dos riscos, o que se questiona é a fiscalização da venda de medicamentos tidos como "inofensivos" aqui, mas vistos como um veneno letal em países como Estados Unidos e Grã-Bretanha. Por lá, grande parte dos suicídios se dão por overdose de medicamentos que levam o paracetamol na composição.

O vice-presidente da Federação Nacional dos Farmacêuticos, Rilke Novato Públio, não defende o enrijecimento da fiscalização nem a restrição da venda dos analgésicos, mas é pelo bom-senso na manipulação desses medicamentos. "Os analgésicos e antipiréticos são classificados em nosso país como isentos de prescrição, mas, em absoluto, não são isentos de provocarem riscos à saúde das pessoas".

A leitura da bula, uma ação simples, e muitas vezes ignorada, pode reduzir as chances de lesão hepática por medicamentos. Nela estão contidas informações sobre reações adversas, consequências do uso sistemático e em caso de superdosagem. O Tylenol dc de que Flávia faz uso, por exemplo, alerta para os riscos de intoxicação do fígado.

DENGUE

Desde os primeiros surtos de dengue no Brasil, o Ministério da Saúde adotou o paracetamol como medicamento padrão para o tratamento. Ele foi o escolhido, porque, ao contrário do ácido acetilsalicílico (presente na Aspirina e no ASS, por exemplo), não eleva o risco de hemorragias internas. Após as constatações do dano causado por superdosagem de paracetamol, começou-se a discutir sobre a utilização do fármaco em casos de pacientes com dengue. Não existiriam antipiréticos mais eficientes e que não representassem risco ao fígado?

De acordo com Novato, há no Brasil uma "supervalorização da febre", e o ideal seria reverter as altas temperaturas e dores suportáveis sem a utilização de medicamentos. "O resfriamento corporal, por exemplo, possui estudos comprobatórios de eficácia", detalha.

Quando se faz necessária, a prescrição médica do paracetamol é muito segura. O limite recomendado por dia é, na maioria das vezes, inferior à metade do máximo que o fígado consegue metabolizar. "O paracetamol não pode ser administrado mais que quatro vezes durante 24 horas, e a dose deve ser respeitada de acordo com a idade: em crianças abaixo de 1 ano, dose de 60 mg; de 1 a 4 anos, dose de 60 mg a 120 mg, e acima de 5 anos, dose de 240 mg", detalha.

MISTURAS LETAIS

Mas o "seguro" também é relativo. Os especialistas alertam para o fato de que existem muitos medicamentos que, de forma associada, possuem o paracetamol na composição. As misturas de comprimidos podem sobrecarregar o fígado, aumentando a probabilidade de lesão.

"Pode ser que essa somatória, especialmente se for feita em excesso, leve o paciente para um quadro de lesão hepática aguda. Às vezes, o paciente sabe que tem uma lesão no fígado e, diante de uma gripe, por exemplo, recorre a um antigripal. A maioria dos antigripais tem paracetamol. Se ele fosse ao médico, o profissional saberia que o paciente não poderia tomar aquela dose. Mas o indivíduo não vai. Ele adiciona um medicamento que, em teoria, é inócuo, mas no contexto do paciente se torna crítico", conta Menezes.

Todo cuidado é pouco também no caso de pacientes que ingerem álcool diariamente. Com o fígado já fragilizado, os medicamentos podem ser um agente a mais de sobrecarga do órgão. "Pacientes com quadro clínico de lesão no fígado, hepatites ou uso abusivo de álcool devem ter atenção redobrada em relação à utilização de medicamentos à base de paracetamol. Muitas vezes, a toxidade é silenciosa. A pessoa nem mesmo manifesta a icterícia - o sinal mais marcante de doença do fígado. Só depois de um tempo em que as lesões já estão adiantadas, levando à cirrose, é que o alarme é dado", explica o doutor José Mauro Messias Franco.

O alerta não diz respeito apenas ao paracetamol, mas aos medicamentos em geral, conforme pondera Menezes. O olhar da equipe de pesquisadores se centrou no paracetamol pelo fato de as pessoas estarem mais suscetíveis a gripes e resfriados no inverno, levando-as a procurar o alívio em fármacos como antigripais. Franco concorda com o pesquisador e lembra que até mesmo "medicamentos à base de ervas, chás medicinais e fitoterápicos representam risco de toxicidade, se ingeridos em exagero", alerta.

ESPERANÇA

O artigo publicado pelos pesquisadores da UFMG ganhou amplo destaque na imprensa brasileira. Mas não é a primeira vez que um trabalho da equipe chama a atenção. Em 2010, Menezes chefiou uma pesquisa cujos resultados trouxeram novas perspectivas para o tratamento de pacientes com lesões hepáticas. O trabalho foi publicado em uma das maiores revistas de ciência do mundo: a americana Science.

A equipe simulou uma sobredose de medicamentos em cobaias para entender como os fármacos agem lesando o fígado e como se dá a resposta do organismo. Os pesquisadores descobriram que ao invés de reparar o dano, o sistema imunológico pode agravar a situação.

"Quando uma célula morre, ela libera diversas substâncias, inclusive mitocôndrias - organelas responsáveis por fornecer energia à célula. O DNA da mitocôndria, que é próprio dela, se parece muito com o DNA de uma bactéria, assim como a própria estrutura. Quando essas mitocôndrias são liberadas numa morte celular, o organismo pode as reconhecer de maneira errada, como se fossem bactérias. E aí a mensagem é ‘atacar!'", detalha.

Posteriormente, as comprovações se deram por meio de pacientes com lesões no fígado. Segundo o professor, o sangue dos indivíduos com o órgão lesionado tem cerca de 400 mil vezes mais produtos mitocondriais do que o de pessoas sadias.

"Nós mostramos que os pacientes com lesão hepática podem estar sofrendo um processo de resposta inflamatória exacerbada e não positiva para o indivíduo. Modular isso, ou seja, fazer o sistema imunológico identificar o produto mitocondrial como não bactericida, pode ser um adjuvante novo para tratar os pacientes com lesões hepáticas", arremata o professor.

Tai gente sempre falei e agora da mais que comprovado!
Cuidado ao se AUTO medicar..

Com carinho Dra Rachel

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