Consultório dentário Dra Tânia Raquel

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Clareamento: o queridinho da odontologia estéticaO que é estar bem para você? Look na moda, maquiagem impecável e um cab...
17/10/2017

Clareamento: o queridinho da odontologia estética

O que é estar bem para você?
Look na moda, maquiagem impecável e um cabelo de arrasar fazem parte, mas ninguém discute que um sorriso bonito faz toda a diferença. A grande maioria dos pacientes que procuram procedimentos estéticos tem como desejo se sentirem mais atraentes e confiantes. Dentre as possibilidades oferecidas, o clareamento é um dos campeões nos consultórios.
ATENÇÃO: Nem todos os casos podem ser beneficiados pelo tratamento, pois as causas do escurecimento podem ser diversas, e tem que ser analisadas individualmente, pois o procedimento não é exclusivamente estético e requer muito critério.
Com a idade, os dentes escurecem e isso ocorre porque o esmalte se desgasta, tornando a dentina (tecido que está por baixo e que determina a coloração dental) mais visível. A dentina vai se tornando mais densa, o que deixa os dentes mais escuros. O consumo constante de açaí, café e outros alimentos e bebidas que possuem em sua composição grandes quantidades de corantes, naturais ou artificiais, interferem na pigmentação, assim como fatores genéticos e má higiene. Além disso, o uso de tabaco e até de alguns medicamentos influencia a tonalidade.O processo de clareamento dos dentes ocorre por meio de produtos químicos como o peróxido de carbamida e o peróxido de hidrogênio. Atualmente existem dois tipos de clareamento e ambos devem ser feitos SEMPRE com a supervisão e acompanhamento de um cirurgião-dentista: o clareamento de consultório e o clareamento caseiro.

No consultório, a manipulação é feita exclusivamente pelo profissional, que utiliza produtos com peróxido de hidrogênio, três vezes mais potente que o peróxido de carbamida utilizado na técnica caseira, com ou sem a ativação de luz ou laser.

Já no clareamento caseiro, o cirurgião-dentista confecciona uma moldeira personalizada para o paciente, fornece o gel com a concentração ideal para o caso e monitora semanalmente sua evolução. O manejo e a utilização são realizados em casa até mesmo durante o sono.

NO ENTANTO, NEM SEMPRE O TOM DESEJADO É ALCANÇADO, e isso acontece porque o esmalte do dente é translúcido, mas a dentina tem o seu próprio matiz, que normalmente varia do amarelo ao laranja. Ou seja: quanto mais fino for o esmalte, mais se percebe o matiz da dentina. Durante o processo de clareamento, a cor do dente não é alterada, mas sim a saturação, o “croma” dessa cor para mais ou menos saturado. Há pacientes nos quais não há signif**ativa alteração no grau de saturação.
É IMPORTANTE QUE O PACIENTE ESTEJA CIENTE DESSA POSSIBILIDADE ANTES DE INICIAR O TRATAMENTO.

Como todo procedimento, o clareamento também possui contraindicações.
O indivíduo com dentes muito restaurados,), não obterá a ação efetiva do clareador, assim como pessoas com próteses e implantes, ( O gel não age sobre esses materiais) O procedimento também não é indicado para quem está passando por um tratamento médico sistêmico e debilitante. Além disso, não se deve fazer o clareamento em pessoas com menos de 18 anos e gestantes.
Nos casos de quem possui manchas causadas pelo uso do antibiótico tetraciclina, hipoplasiadentinária, fluorose dentária, técnicas combinadas poderão ser aplicadas a critério do cirurgião-dentista.

A sensibilidade dentária também representa um risco, que ocorre devido à agressividade do produto utilizado durante o clareamento. Normalmente essa sensibilidade dura entre 15 dias e um mês. No clareamento caseiro, que possui um gel mais fraco, os casos de sensibilidade são menos frequentes. Para evitar esse desconforto, o cirurgião-dentista pode aplicar, antes e após o procedimento, um gel dessensibilizante que auxilia na remineralização do esmalte.

O perigo do uso indiscriminado Existe uma resolução da ANVISA que determina que somente o cirurgião dentista pode comprar os medicamentos utilizados no clareamento dental.Infelizmente essa regra nem sempre é seguida e kits de clareamento podem ser encontrados à venda, principalmente na internet. O problema é que esses produtos quase sempre são anunciados por pessoas leigas no assunto, que não fornecem a procedência nem a composição do clareador, colocando a saúde dos usuários em risco.
O uso indiscriminado e sem orientação de um cirurgião-dentista pode causar até mesmo danos irreversíveis. Os problemas vão desde inflamação nas gengivas e sangramento, até ulceração, necrose da polpa (morte do nervo dental) e fraturas no dente.

Odontologia no CâncerPara tratar e amenizar os problemas bucais, comuns e frequentes em tratamento contra o câncer, é fu...
10/10/2017

Odontologia no Câncer

Para tratar e amenizar os problemas bucais, comuns e frequentes em tratamento contra o câncer, é fundamental, que durante todo o tratamento, e até mesmo antes de começá-lo, o paciente tenha um acompanhamento odontológico com um profissional especializado.
Com os cuidados bucais, é possível evitar alguns problemas bastante comuns aos que realizam quimioterapia, radioterapia ou que estão se recuperando de um transplante de medula óssea.

As principais complicações enfrentadas pelos pacientes são:

* Mucosite oral: o surgimento de feridas na cavidade oral causa dor e desconforto, além de aumentar as chances de contrair bactérias.

* Xerostomia: a secura excessiva da boca é comum, pois o tratamento acaba causando alterações nas glândulas salivares.

* Cárie de radiação: por causa da baixa produção de saliva e de má higiene bucal, as cáries podem surgir.

* Infecções oportunistas: a baixa imunidade deixa o paciente bem suscetível, por isso todo cuidado é pouco quando o assunto são as infecções.

* Sangramento bucal: com o baixo número de plaquetas, ele pode acontecer, inclusive, de forma espontânea.

* Perda do paladar: o tratamento causa alterações importantes no organismo, entre elas as que ocorrem nas papilas gustativas, fazendo com que o paciente não sinta os sabores de alguns alimentos.

* Perda óssea: a perda dos dentes não costuma ser comum em pacientes em tratamento do câncer, porém pode acontecer caso os cuidados de higiene não sejam realizados corretamente.

A higiene bucal não pode ser deixada de lado, ainda que a região da boca esteja dolorida.
Nesse momento, é mais indicado o uso de escovas macias e bochechos com soluções antissépticas sem álcool.

• Para aliviar a mucosite oral, o paciente pode utilizar soluções isotônicas, anti-inflamatórios e o tratamento com laser, conhecido por laserterapia, que também apresenta excelentes resultados.

• Quando houver redução de fluxo salivar e a boca f**ar muito seca, pode-se usar protetor labial à base de lanolina e lubrif**antes bucais, conhecidos como saliva artificial. Assim, evita-se possíveis feridas e infecções.

• O sangramento nas gengivas também pode estar associado à placa bacteriana, que causa uma inflamação no local. Para evitá-lo, o profissional deve acompanhar com o paciente a forma correta de realizar a escovação e, se for necessário, remover essas placas por meio do tratamento periodontal.

• As infecções oportunistas exigem todo o cuidado possível. Para tratá-las, são indicados medicamentos tópicos ou orais, que só devem ser utilizados com o acompanha - mento médico e do dentista.

• Aos que tiveram perda óssea, os implantes dentários podem ser indicados. O que realmente irá importar é o estado clínico: se o paciente estiver em remissão completa, esse procedimento está liberado; mas, se ainda estiver em tratamento com quimio ou radioterapia, o paciente f**a mais exposto a possíveis infecções no local do implante, o que não deve acontecer.
As pessoas que fazem radioterapia na região da cabeça e do pescoço ou que fizeram uso dos medicamentos do grupo de bisfosfonatos (utilizados no combate a problemas ósseos), tem restrição à colocação de implantes e exodontias.

•O uso de aparelhos ortodônticos deve ser suspenso durante o tratamento para evitar sangramentos e possíveis infecções. Apenas após dois anos de remissão pode ser feito o tratamento ortodôntico normalmente.

10/10/2017
Hipertensão e a saúde bucal.Popularmente conhecida como "pressão alta", a hipertensão arterial é uma doença silenciosa, ...
03/10/2017

Hipertensão e a saúde bucal.

Popularmente conhecida como "pressão alta", a hipertensão arterial é uma doença silenciosa, na maioria das vezes assintomática, que afeta mais de 20 milhões de brasileiros.
Dessa maneira muitos pacientes desconhecem que são hipertensos. Essa patologia não tem cura, mas tem controle.A hipertensão aumenta muito o risco de infartos, AVCs, problemas renais. O controle da hipertensão é feito através do uso continuo de medicações específ**as, exercícios físicos e dieta, principalmente o uso controlado de sal.
O paciente é considerado hipertenso quando sua PA está acima de 140/90 mm Hg.
As principais manifestações bucais do paciente hipertenso são: Xerostomia (boca seca), sensação de gosto metálico na boca, perda do paladar, aftas, glossite (inflamação da língua).
O paciente hipertenso controlado, pode e deve fazer tratamento dentário.
Os maiores cuidados que o dentista deve ter são com as hemorragias oriundas de exodontias, e o uso de anestésicos. Cada caso é um caso, existem vários tipos de anestésicos locais, com ou sem vasoconstrictores. Somente após a avaliação do caso é que o profissional deve optar pelo uso deste ou daquele anestésico.

Tratamento dentário do paciente diabéticoA diabetes é uma doença grave,que não tem cura,  silenciosa, que afeta vários o...
26/09/2017

Tratamento dentário do paciente diabético

A diabetes é uma doença grave,que não tem cura, silenciosa, que afeta vários orgãos do corpo (olhos, rins, circulação por exemplo), que se tornou um problema sério de saúde pública em todo o mundo.
Os maus hábitos alimentares da população, em conjunto com o sedentarismo e a obesidade são fatores predisponentes para o Diabetes mellitus do tipo II, sem contar com a diabetes em crianças e jovens (tipo I). Estima-se que para cada duas pessoas que tem a doença, uma delas não sabe que é diabética.
O dentista muitas vezes é o primeiro a suspeitar que o paciente é diabético,principalmente quando paciente chega na cadeira do dentista apresentando complicações bucais da doença.
Algumas pistas como a boca seca (xerostomia), hálito cetônico, aumento súbito do número de cáries, manifestações virais (herpes simples recorrente) e fúngicas (candidíase), doença periodontal de difícil controle, relatos de perda de peso brusca, fraqueza, cansaço e alterações na visão podem sinalizar que o paciente está com Diabetes.
Segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde), a Doença Periodontal é a sexta complicação mais comum do Diabetes. Essas duas doenças interferem uma na outra de forma evidente. Muitos pacientes não conseguem regular sua glicemia por não fazerem um controle da Doença Periodontal e vice versa.
Nesses casos, o dentista deve pedir exames de sangue e sugerir que o paciente procure um médico endocrinologista imediatamente.
Para o efetivo controle da diabetes, além do uso da medicação que pode ou não incluir o uso de insulina, é muito importante a dieta balanceada e exercícios físicos diários. Tudo sempre com a orientação de profissionais qualif**ados.
PORÉM NADA IMPEDE QUE O PACIENTE DIABÉTICO CONTROLADO E COMPENSADO SEJA SUBMETIDO A QUALQUER PROCEDIMENTO ODONTOLÓGICO, DESDE RASPAGENS, RESTAURAÇÕES E ATÉ IMPLANTES.

Piercing na boca. O uso de  piercings na região da boca têm se tornado uma forma de expressão individual.Podem ser de di...
19/09/2017

Piercing na boca.
O uso de piercings na região da boca têm se tornado uma forma de expressão individual.Podem ser de diferentes estilos e compreendem peças como pinos, tarraxas e argolas. Mas o piercing colocado na língua, lábios ou bochechas envolvem riscos maiores do que os colocados fora da cavidade oral.
Antes de perfurar qualquer parte, dentro ou fora da boca, converse com seu dentista.

Quais os riscos mais comuns do uso na piercing na boca?
*Infecção - A boca contém milhões de bactérias que podem causar infecções depois de instalar um piercing oral.
*Sangramento prolongado - Caso um vaso sanguíneo seja perfurado pela agulha durante o procedimento de colocação, pode haver um sangramento difícil de ser controlado com perda excessiva de sangue.
*Dor e inchaço - São sintomas comuns de piercing na boca. Em casos mais sérios, se a língua inchar demais, poderá fechar a passagem de ar e dificultar a respiração.
*Dentes danif**ados - O contato com a joia pode danif**ar o dente. Dentes com restaurações, por exemplo, coroas ou jaquetas, também podem ser danif**ados pelas peças de metal.*-Ferimento na gengiva *As peças de metal não só podem ferir o tecido da gengiva que é sensível, mas também podem causar retração gengival. A retração gengival tem aparência desagradável e torna seus dentes mais vulneráveis a cáries e a periodontite.
*Interferência com a função normal da boca - As joias aumentam a produção de saliva, impedindo que você pronuncie corretamente as palavras e também dificultam a mastigação.
*Doenças transmissíveis pelo sangue - O piercing da boca foi identif**ado pelo Instituto Nacional de Saúde como uma possível forma de transmissão da hepatite B, C, D e G.
*Endocardite - O piercing oral pode causar endocardite, que é a inflamação das válvulas e dos tecidos cardíacos. A ferida causada pela perfuração dá às bactérias da boca a oportunidade de entrar na corrente sanguínea, podendo chegar ao coração.
Todo o cuidado é pouco!!! Se, seus piercings orais não interferirem com as funções normais da boca, podem ser usados de forma permanente, devendo ser removidos, todos os dias para a correta higienização da boca.
Mas não deixe de ir ao dentista se sentir qualquer tipo de dor ou algum outro problema. Por causa dos riscos envolvidos mesmo depois que a ferida da perfuração desaparece (como é o caso de engolir peças soltas ou danif**ar os dentes).

O que é tratamento endodôntico ou tratamento de canal? Até alguns anos atrás, os dentes com polpas infeccionadas ou necr...
05/09/2017

O que é tratamento endodôntico ou tratamento de canal?

Até alguns anos atrás, os dentes com polpas infeccionadas ou necrosadas eram extraídos.
Hoje em dia, um tratamento de canal salva muitos dentes que de outra forma teriam sido perdidos.
O tratamento do canal, consiste na retirada da polpa do dente, que é um tecido encontrado em sua parte interna, com posto por um nervo, artéria , veia e vaso linfático. Uma vez que a polpa foi danif**ada, infeccionada ou morta é removida, o espaço resultante deve ser limpo, preparado e preenchido, vedando o canal.
Quando a polpa (nervo) do dente está infeccionada ou morta, se não for tratada, pode provocar dor, abscessos crônicos ou agudos, modif**ação na coloração do dente, mobilidade do dente, destruição do osso que sustenta o dente. Além disso pode ocasionar problemas mais sérios em outras partes do corpo como artrite reumatóide , endocardite bacteriana, celulite de face, entre outros.
Os fatores mais comuns que podem levar a necessidade de tratamento endodôntico são :
* Cárie profunda
* Trauma dentário, seja ele recente ou até mais antigo.
* Fratura dentária

Dependendo do número de canais e do grau da infecção, o canal pode ser tratado em uma ou mais consultas. Porém, com o avanço da endodontia o número de consultas e a eficiência dos tratamentos vêm se aprimorando.

Como é feito o tratamento de canal?
1ª etapa: Anestesia, abertura da coroa e remoção do tecido cariado, e remover a polpa. Para isso, o dentista aplica uma anestesia local e com uma broca ele promove uma abertura na coroa do dente para acessar então o tecido pulpar e removê-lo.
As radiografias do dente lesionado servirão para auxiliar o dentista na identif**ação da polpa inflamada e lesionada e permitirão que o profissional remova apenas o tecido afetado.

2ª etapa: limpeza dos canais
Após toda a remoção da polpa, que é feita com uma lima, o dentista inicia o processo de limpeza dos canais. Como a polpa é um tipo de tecido, ela é irrigada por uma série de vasos sanguíneos localizados nos canais. Estes, por sua vez, são raspados, esvaziados e desinfetados totalmente para o preenchimento com um material obturador específico..

3ª etapa: restauração
Restauração do dente com resina ou trabalho protético definitivo. Embora esteticamente e funcionalmente o dente seja reconstruído, o paciente perde a sensibilidade pois é justamente na polpa que f**am todos os nervos.

Limpeza da boca dos bebês.A Preocupação com  a saúde bucal de nossos filhos deve começar bem antes do nascimento dos pri...
22/08/2017

Limpeza da boca dos bebês.

A Preocupação com a saúde bucal de nossos filhos deve começar bem antes do nascimento dos primeiros dentinhos. Muitos pessoas acham que dentes de leite não precisam de cuidados, pois têm vida curta.
Os dentes de leite são importantes SIM e merecem todo o cuidado.
São eles que guiam o nascimento dos dentes permanentes, que abrem os espaços para a dentição posterior e são essenciais para uma boa mastigação e para a fala.
Dentes de leite tem "nervo", tem raiz. As cáries em dentes de leite podem causar dor e infecções.
A saúde dos dentes de leite é muito importante para a manutenção da saúde dos dentes permanentes.
Os primeiros dentinhos costumam a nascer em torno do 6 mês de vida do bebê,( mas isso é variável).
A limpeza da boca deve começar antes, com uma gaze ou fralda molhada em água filtrada: Passe por toda a boca da criança, limpando gengiva, bochechas e língua. Assim, desde pequenina a criança se acostuma com a intervenção na boca, não dando trabalho quando f**ar mais velha.
A limpeza da boca do bebê deve ser feita após cada ma**da, seja com aleitamento materno ou artificial; após a ingestão de medicamentos ( remédios para crianças são ricos em açúcar), ou qualquer tipo de alimentação.
Aos poucos, conforme a criança cresce a limpeza pode ser feita com dedeiras ou escovas de dente bem pequenas e macias,. A quantidade de creme dental é minima ( equivalente a um grão de arroz).

Cárie de mamadeira, ou cárie de peito:
É provocada principalmente pela alimentação da criança (com leite materno ou artificial) seguida do sono sem a devida higienização.
A saliva tem uma ação protetora dos dentes e ajuda a manter a boca limpa, mas durante o sono, a quantidade de saliva diminui, favorecendo a rápida instalação da cárie.
Esse tipo de cárie é muito rápido, provoca muita dor e ataca todos os dentes da criança provocando mau hálito, dor, infecções, deficiência na mastigação e na fala, além de f**ar com uma estética feia.
Se a mamãe observar manchas brancas opacas nos dentinhos do seu filho, leve imediatamente ao dentista. Essa machinha é o início da cárie.
Outros fatores que provocam a cárie de mamadeira são o uso excessivo de açúcares na alimentação da criança e o hábito que algumas mamães têm de adoçar a chupeta para acalmar o bebê e fazê-lo dormir.

A boa higienização oral desde bebê é fundamental para uma dentição saudável no futuro.

Dentes inclusos ou impactados.Ninguém gosta de extrair dentes, mas quando o dente é incluso ou impactado, o problema é b...
15/08/2017

Dentes inclusos ou impactados.

Ninguém gosta de extrair dentes, mas quando o dente é incluso ou impactado, o problema é bem mais sério e chato. Normalmente são casos que precisam de um especialista em cirurgia mas com as novas técnicas de cirurgia o pós-operatório é bastante confortável.
A radiografia panorâmica, e muitas vezes uma tomografia cone bean são essênciais para o correto diagnóstico.

O que são dentes Inclusos/Impactados:
Um dente incluso/impactado, é aquele que não consegue erupcionar (nascer), não atingindo sua posição na arcada dentária dentro do tempo esperado. Se não removidos podem trazer vários problemas como por exemplo a formação de cistos, tumores. cáries nos dentes vizinhos, infecções.
É mais comum acontecer com os terceiros molares ou “dentes sisos”, mas pode acontecer com outros dentes também, que podem f**ar inclusos/impactados por diversos motivos como:

Porque os dentes f**am inclusos/impactados?
*Falta de espaço na arcada dentária
*Dentes muito volumosos
*Obstáculos devido ao dente vizinho ou outra estrutura
*Resistência do tecido ósseo
*Resistência da fibromucosa (gengiva) que recobre o dente.
*Permanência exagerada de dentes decíduos na arcada
*Perda prematura dos dentes decíduos alterando a posição dos permanentes.

Os dentes inclusos/impactados devem ser sempre removidos?
Na maioria dos casos sim, mas cada caso é um caso e deve ser avaliado por um profissional.
Em alguns casos o melhor a fazer é não remover o dente incluso, mas o caso deverá obrigatoriamente ser acompanhado através de radiografias ou tomografias anualmente.
Muitas vezes o paciente só procura o profissional para verif**ar os dentes inclusos / impactados até que alguma complicação apareça, como dor, edema ou infecção.
Mas estudos indicam que estes dentes devem ser removidos cirurgicamente quando o paciente é jovem, a fim de prevenir futuros problemas .

Exodontia dos elementos 28 e 38 (siso superior e inferior do lado esquerdo). Paciente apresentou ótimo pós operatório e ...
11/08/2017

Exodontia dos elementos 28 e 38 (siso superior e inferior do lado esquerdo). Paciente apresentou ótimo pós operatório e ausência de parestesia!

Implante imediato do elemento 14 realizado pelo Dr Daniel Luiz. Agende você também uma consulta!
11/08/2017

Implante imediato do elemento 14 realizado pelo Dr Daniel Luiz. Agende você também uma consulta!

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