11/05/2025
Confesso que o ano dos “30 anos” não foi nada como planejei. Quem me conhece a mais tempo sabe que, desde os 25, eu falava dos 30. “A idade do sucesso” foi, para mim “a idade da transformação”. E é difícil falar sobre transformações tão grandes...
Foi um ano de dualidades, das mais variadas – Ser forte, mas também frágil e vulnerável; ser “adulta”, mas constantemente procurar/precisar de “colo”; ser durona, mas também a que escreve esse texto com lágrima nos olhos.
Perdi as contas de quantas vezes me perdi no ano que se passou, de quantas noites se foram em claro, quantas foram as conversas com Deus pedindo entendimento e sabedoria e, principalmente, de quantas vezes tentei incansavelmente me reencontrar e/ou reinventar.
É que assim, de uma hora para outra, era como se já não houvesse mais tempo para nada que não fosse para agregar/somar, a cobrança f**a diferente e o que realmente importa f**a muito claro.
Que a versão 3.1 seja a minha melhor. ✨