24/05/2021
SIM, pode!
📎Se o dentista precisar fazer um procedimento com potencial de dor, a paciente deve ser anestesiada.
📎Cada indivíduo é único e se houver alguma doença pré-existente, esta mulher deve ser minuciosamente estudada para que se possa administrar o melhor anestésico para a mesma.
📎E sim, também é transferido uma pequena quantidade de anestésico para o leite, mas esta transferência é quase insignif**ante e os riscos para o recém-nascido são mínimos.
📎Logo, interromper a amamentação pode ser mais prejudicial para a criança do que a ingestão de pequenas quantidades de anestésico.
📎Os principais anestésico locais utilizados na odontologia são seguros para mães lactantes quando administrado em pouca quantidade e sem necessidade de inserção em curto espaço de tempo.
📎No entanto, altas doses e repetidas administrações do anestésico aumentam signif**ativamente o risco de efeitos adversos em recém-nascidos. Nessas situações, o dentista deve fazer uma análise individual do risco/benefício.
📎Outra consideração importante é que recém-nascidos prematuros, ou bebês com uma doença coexistente, são mais suscetíveis a desenvolver efeitos colaterais.
📎Em todas as situações, as mães devem estar bem informadas sobre os riscos e benefícios da terapia escolhida, bem como de seu impacto na amamentação.
📚 Referência
1-RAMOS, Morenna; SANTOS, Murilo Gonçalves; AUDE, Débora Alves; MOREIRA, Rodrigo; MÓDOLO, Norma Sueli Pinheiro; NAVARRO, Lais Helena. Anestesia materna deve atrasar a amamentação? Revisão sistemática da literatura. Brazilian Journal of Anesthesiology, 69 (2), 184-196, março-abril, 2019.
Dra Jamile Feijó
Cirurgiã-dentista
📲 (68) 99948-0557
🇧🇷 ̧ãodanidantas