02/10/2026
Qual anestésico local você escolhe — e por quê? 💉🦷
Lidocaína, articaína, mepivacaína e prilocaína não são simplesmente opções diferentes para produzir o mesmo efeito. Cada solução apresenta características farmacológicas, indicações, limitações e situações clínicas nas quais pode ser mais interessante.
E aqui está o ponto principal:
não existe “o melhor anestésico” para todos os pacientes e procedimentos. Existe a escolha mais adequada para aquele cenário clínico.
Neste carrossel, comparei de forma prática:
• início e duração da anestesia;
• situações clínicas em que cada solução pode ser útil;
• papel do vasoconstrictor;
• contraindicações e precauções;
• diferenças entre lidocaína, articaína, mepivacaína e prilocaína.
Na Endodontia, essa decisão ganha ainda mais importância nos casos de pulpite sintomática, falha do bloqueio alveolar inferior e necessidade de técnicas anestésicas suplementares.
⚠️ A concentração do anestésico não deve ser analisada isoladamente. Peso do paciente, condição sistêmica, dose total administrada, presença e concentração do vasoconstrictor e técnica anestésica precisam fazer parte do raciocínio.
A anestesia começa antes da seringa: começa na decisão clínica.
📌 Salve este carrossel para consultar depois.
💬 Na sua rotina clínica, qual anestésico você mais utiliza?