Dra Kelly Pereira Odontologia

Dra Kelly Pereira Odontologia Dra Kelly S. Pereira é cirurgiã-dentista- CRO 93351 , formada pela UNIFEB em 2007 e cursou Ortodontia pela Ortogotardo - Ribeirão Preto/SP.

Sim, os dentes podem se movimentar novamente depois da retirada do aparelho.Isso acontece porque os dentes, a gengiva, o...
31/05/2026

Sim, os dentes podem se movimentar novamente depois da retirada do aparelho.

Isso acontece porque os dentes, a gengiva, o osso e a musculatura continuam passando por adaptações após o tratamento ortodôntico. Por isso, a contenção é uma etapa fundamental para ajudar a manter o resultado alcançado.

Ela pode ser fixa, removível ou associar os dois tipos, dependendo do caso, da mordida, da movimentação feita e do planejamento do ortodontista.

O tratamento não termina simplesmente quando o aparelho é removido. A fase de contenção também precisa ser acompanhada com responsabilidade.

Cada caso exige avaliação com ortodontista.

drakellypereira

29/05/2026
Como f**a a higiene usando aparelho?Com o aparelho fixo, a higiene precisa ser mais detalhada, porque braquetes, fios, b...
28/05/2026

Como f**a a higiene usando aparelho?

Com o aparelho fixo, a higiene precisa ser mais detalhada, porque braquetes, fios, bandas e acessórios criam áreas de retenção onde o biofilme pode se acumular com mais facilidade.

Esse acúmulo, quando não é removido corretamente, pode aumentar o risco de inflamação gengival, sangramento, mau hálito, tártaro e manchas brancas no esmalte, que são sinais de desmineralização ao redor dos braquetes.

Por isso, a escovação precisa alcançar não só a superfície dos dentes, mas também a região próxima à gengiva, a área ao redor dos braquetes e os espaços entre os dentes.

O fio dental continua sendo essencial, geralmente com auxílio de passador de fio ou dispositivos indicados pelo ortodontista. A escova interdental também pode ajudar na limpeza entre o fio ortodôntico e os dentes, especialmente em áreas onde a escova comum não alcança bem.

A higiene correta durante o tratamento não serve apenas para manter o aparelho limpo. Ela protege o esmalte, preserva a saúde da gengiva e ajuda o tratamento a evoluir com mais segurança.

Usar aparelho exige disciplina diária.

Cada caso exige avaliação com ortodontista.

Vou poder comer normalmente usando aparelho?Sim, mas com adaptações.Durante o tratamento ortodôntico, a alimentação prec...
27/05/2026

Vou poder comer normalmente usando aparelho?

Sim, mas com adaptações.

Durante o tratamento ortodôntico, a alimentação precisa ser ajustada para proteger braquetes, fios, tubos, bandas, elásticos e demais acessórios que fazem parte da mecânica ortodôntica.

O aparelho fixo trabalha com forças leves e controladas para movimentar os dentes. Quando o paciente morde alimentos muito duros, pegajosos ou resistentes, pode ocorrer descolamento de braquetes, deformação do fio, soltura de acessórios ou alteração da força planejada pelo ortodontista.

Isso pode causar desconforto, machucar a mucosa, atrasar etapas do tratamento e exigir consultas extras para reparo.

Por isso, alimentos como pipoca, castanhas, balas duras, chicletes, torresmo, gelo, alimentos muito crocantes e mordidas diretas em maçã, milho na espiga ou sanduíches muito rígidos exigem cuidado ou devem ser evitados conforme a orientação do ortodontista.

O ideal é preferir alimentos mais macios, cortar frutas e carnes em pedaços menores, mastigar com atenção e evitar usar os dentes da frente para rasgar alimentos.

Também é importante lembrar que a alimentação influencia diretamente a higiene. Com aparelho, resíduos se acumulam com mais facilidade ao redor dos braquetes e próximo à gengiva, aumentando o risco de biofilme, inflamação gengival, mau hálito e manchas no esmalte.

Usar aparelho não signif**a parar de comer bem. Signif**a adaptar a forma de comer para manter o tratamento seguro, previsível e eficiente.

Cada caso exige avaliação com ortodontista.

Com que frequência preciso ir às consultas ortodônticas?Depende do tipo de aparelho, da mecânica utilizada e da fase do ...
26/05/2026

Com que frequência preciso ir às consultas ortodônticas?

Depende do tipo de aparelho, da mecânica utilizada e da fase do tratamento.

Na ortodontia, cada consulta tem uma função técnica: acompanhar a movimentação dentária, avaliar a resposta biológica, controlar a mordida, ajustar forças, trocar acessórios quando necessário e verif**ar se o tratamento está evoluindo conforme o planejamento.

Em aparelhos fixos, as consultas costumam ter intervalos periódicos porque fios, elásticos, molas, amarrilhos e outros componentes podem precisar de ativação ou substituição. Já em tratamentos com alinhadores, o intervalo pode variar conforme o planejamento digital, a sequência de placas, o encaixe do alinhador e a colaboração do paciente no uso diário.

O tempo entre uma consulta e outra não deve ser definido de forma aleatória. Intervalos curtos demais podem não respeitar o tempo biológico necessário para a movimentação dentária. Intervalos longos demais podem atrasar o tratamento, permitir perda de controle da mecânica ou dificultar a correção de problemas como peça solta, fio deslocado, alinhador desadaptado ou uso incorreto de elásticos.

A frequência também pode mudar ao longo do tratamento. No início, o ortodontista pode precisar acompanhar a adaptação, a higiene e a resposta inicial dos dentes. Em fases intermediárias, o foco pode ser alinhamento, nivelamento e correção da mordida. Na fase final, o acompanhamento costuma ser mais preciso para acabamento, intercuspidação, estabilidade e planejamento da contenção.

Por isso, não existe um intervalo único para todos os pacientes.

A consulta ortodôntica não é apenas “manutenção”. É controle clínico do tratamento.

Cada caso exige avaliação com ortodontista.

Alinhador funciona em qualquer caso?Não.O alinhador transparente é uma excelente ferramenta ortodôntica, mas não é indic...
25/05/2026

Alinhador funciona em qualquer caso?

Não.

O alinhador transparente é uma excelente ferramenta ortodôntica, mas não é indicado automaticamente para todos os pacientes. A indicação depende do diagnóstico, da complexidade da mordida, do tipo de movimentação necessária e da colaboração do paciente.

Na avaliação, o ortodontista analisa fatores como apinhamento, espaços entre os dentes, mordida aberta, mordida profunda, mordida cruzada, giro dentário, inclinação das raízes, relação entre as arcadas, saúde periodontal, necessidade de extrações, uso de elásticos e quantidade de movimentação prevista.

O alinhador pode ser muito eficiente quando há bom planejamento digital, uso correto, encaixe adequado, attachments bem posicionados e acompanhamento profissional. Porém, em casos mais complexos, pode exigir recursos auxiliares, refinamentos, associação com outras técnicas ou até não ser a melhor primeira escolha.

Um ponto decisivo é a disciplina: o alinhador precisa ser usado pelo tempo orientado pelo ortodontista. Sem uso correto, o dente não acompanha a movimentação planejada e o tratamento pode perder previsibilidade.

Por isso, a pergunta principal não é apenas se o alinhador “serve”, mas se ele é biologicamente, mecanicamente e clinicamente adequado para o seu caso.

Cada caso exige avaliação com ortodontista.

Quanto tempo dura um tratamento ortodôntico?A duração não é definida apenas pelo tipo de aparelho. Ela depende do diagnó...
24/05/2026

Quanto tempo dura um tratamento ortodôntico?

A duração não é definida apenas pelo tipo de aparelho. Ela depende do diagnóstico, da complexidade da movimentação dentária e da resposta biológica de cada paciente.

Na ortodontia, os dentes se movimentam por meio de forças leves e controladas aplicadas sobre o ligamento periodontal. Esse processo exige remodelação óssea: há reabsorção óssea de um lado e formação óssea do outro, permitindo que o dente mude de posição de forma planejada e segura.

Por isso, acelerar demais o tratamento não signif**a tratar melhor. Forças excessivas ou movimentações mal controladas podem aumentar riscos, como dor, perda de controle da mordida, recessões gengivais, reabsorções radiculares e instabilidade do resultado.

O tempo de tratamento pode variar conforme fatores como:

complexidade do caso, grau de apinhamento, presença de mordida cruzada, mordida aberta, sobremordida, desvios de linha média, necessidade de extrações, uso de elásticos, resposta biológica individual, idade do paciente, higiene, comparecimento às consultas e colaboração com as orientações.

Em muitos casos, o tratamento pode durar de 12 a 36 meses, mas esse prazo pode ser menor ou maior dependendo do planejamento ortodôntico.

Mais importante do que terminar rápido é terminar bem: com dentes alinhados, mordida funcional, saúde periodontal preservada e estabilidade após a remoção do aparelho.

Cada caso exige avaliação com ortodontista.

Aparelho dói?O desconforto nos primeiros dias após a instalação ou depois dos ajustes pode ser esperado, porque o aparel...
23/05/2026

Aparelho dói?

O desconforto nos primeiros dias após a instalação ou depois dos ajustes pode ser esperado, porque o aparelho aplica forças controladas sobre os dentes para promover movimentação dentária.

Essa movimentação não acontece “empurrando o dente” de forma simples. Ela envolve resposta biológica do ligamento periodontal e remodelação óssea: de um lado ocorre reabsorção óssea e, do outro, formação óssea, permitindo que o dente se desloque de maneira planejada.

Por isso, é comum sentir pressão, sensibilidade ao mastigar e sensação de aperto, principalmente nas primeiras 24 a 72 horas após ativações ortodônticas.

Também pode haver irritação inicial em bochechas e lábios, porque a mucosa precisa se adaptar ao contato com braquetes, fios ou acessórios. Nesses casos, a cera ortodôntica pode ajudar, sempre seguindo a orientação do ortodontista.

Mas nem todo desconforto deve ser ignorado.

Dor intensa, dor que não melhora, feridas persistentes, fio machucando, peça solta ou qualquer incômodo fora do esperado precisam ser avaliados pelo ortodontista.

O tratamento ortodôntico exige controle técnico, acompanhamento e ajustes individualizados. Desconforto leve pode fazer parte do processo; sofrimento contínuo não deve ser considerado normal.

Cada caso exige avaliação com ortodontista.

Quanto custa um tratamento ortodôntico?Essa é uma das dúvidas mais comuns de quem pensa em colocar aparelho. Mas, tecnic...
22/05/2026

Quanto custa um tratamento ortodôntico?

Essa é uma das dúvidas mais comuns de quem pensa em colocar aparelho. Mas, tecnicamente, o valor não pode ser definido apenas pelo “tipo de aparelho”.

O custo do tratamento depende do diagnóstico ortodôntico e do planejamento necessário para cada caso.

Na avaliação, o ortodontista analisa fatores como alinhamento dentário, mordida, relação entre as arcadas, presença de apinhamento, espaços, desvios de linha média, sobremordida, mordida aberta, mordida cruzada, saúde gengival, condição óssea, necessidade de documentação, tipo de aparelho indicado, tempo estimado de tratamento e complexidade dos movimentos dentários.

Dois pacientes podem usar aparelhos parecidos e, ainda assim, terem planejamentos totalmente diferentes.

Um caso simples de alinhamento leve não exige a mesma mecânica de um caso com grande apinhamento, alteração de mordida, necessidade de controle de ancoragem, uso de elásticos, movimentações mais complexas ou acompanhamento por um período maior.

Por isso, o tratamento ortodôntico não deve ser visto apenas como a compra de um aparelho. Ele envolve diagnóstico, planejamento, instalação, ajustes, acompanhamento, controle da movimentação dentária, orientação de higiene, prevenção de intercorrências e fase de contenção ao final.

O investimento correto é aquele compatível com a necessidade real do seu caso, com segurança, técnica e acompanhamento profissional.

Antes de perguntar apenas “quanto custa?”, a pergunta mais importante é: qual tratamento o meu sorriso realmente precisa?

Cada caso exige avaliação com ortodontista.

Qual tipo de aparelho é melhor para o meu caso?A resposta não depende apenas da preferência estética. Em ortodontia, a e...
21/05/2026

Qual tipo de aparelho é melhor para o meu caso?

A resposta não depende apenas da preferência estética. Em ortodontia, a escolha do aparelho precisa partir de um diagnóstico completo: posição dos dentes, mordida, relação entre as arcadas, presença de apinhamento ou espaços, linha média, sobremordida, mordida aberta, mordida cruzada, saúde gengival, qualidade óssea, idade, fase de crescimento e nível de colaboração do paciente.

O aparelho fixo metálico continua sendo uma opção muito eficiente em diversos casos, especialmente quando há necessidade de maior controle mecânico sobre os dentes.

O aparelho fixo estético pode oferecer uma aparência mais discreta, mas também exige atenção com higiene, alimentação e manutenção, pois cada material possui características próprias.

Os alinhadores transparentes podem ser indicados em muitos planejamentos, principalmente quando o paciente busca conforto e discrição, mas dependem de uso disciplinado, boa indicação e controle técnico adequado dos movimentos.

Por isso, não existe um aparelho “melhor” para todos. Existe o aparelho mais adequado para o seu diagnóstico, sua rotina, sua mordida e os objetivos reais do tratamento.

Antes de escolher o tipo de aparelho, é essencial entender o que o seu sorriso realmente precisa.

Cada caso exige avaliação com ortodontista.

Endereço

Rua Américo Brasiliense, 1412, Sala 21, Centro
Ribeirão Prêto, SP
14015-050

Horário de Funcionamento

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