Dra Kelly Pereira Odontologia

Dra Kelly Pereira Odontologia Dra. Kelly S. Pereira é cirurgiã-dentista (CRO-SP 93.351), formada pela UNIFEB em 2007 e especialista em Ortodontia pela Ortogotardo, em Ribeirão Preto/SP.

A primeira avaliação é recomendada entre 6 e 8 anos, especialmente quando os primeiros molares e incisivos permanentes c...
24/08/2026

A primeira avaliação é recomendada entre 6 e 8 anos, especialmente quando os primeiros molares e incisivos permanentes começam a nascer. Essa fase permite observar o desenvolvimento das arcadas antes que toda a dentição permanente esteja formada.

Avaliação precoce não significa colocar aparelho imediatamente. Muitas crianças precisam apenas de acompanhamento periódico para que o ortodontista determine o momento biologicamente mais favorável para intervir.

Nessa consulta, são avaliados:

• crescimento da maxila e da mandíbula;
• sequência e espaço para a erupção dos dentes;
• mordida cruzada, aberta ou profunda;
• projeção excessiva dos incisivos;
• assimetrias e desvios funcionais da mandíbula;
• perda precoce de dentes de leite;
• hábitos de sucção, postura lingual e respiração;
• presença de dentes inclusos ou com erupção alterada.

Algumas condições se beneficiam de intervenção durante o crescimento, como determinadas mordidas cruzadas, discrepâncias transversais e Classes III. O tratamento precoce pode evitar agravamento funcional, assimetrias e compensações dentárias.

Por outro lado, nem toda má oclusão deve ser tratada em duas fases. Em vários casos, iniciar cedo não melhora o resultado final e apenas aumenta o tempo total de acompanhamento. A indicação depende do tipo de problema, da maturação esquelética e do benefício clínico esperado.

Conclusão: não existe uma idade única para começar o tratamento, mas a avaliação entre 6 e 8 anos permite diagnosticar precocemente e escolher o momento mais seguro e eficiente para agir.

Conteúdo informativo. Não substitui avaliação clínica.

Nem todo cirurgião-dentista é ortodontista. A graduação oferece formação geral em diagnóstico e cuidados odontológicos, ...
23/08/2026

Nem todo cirurgião-dentista é ortodontista. A graduação oferece formação geral em diagnóstico e cuidados odontológicos, enquanto a Ortodontia exige domínio aprofundado do crescimento craniofacial, biomecânica, oclusão, periodonto, exames de imagem e controle dos efeitos produzidos ao longo do tempo.

O título de especialista em Ortodontia somente pode ser utilizado por quem concluiu formação reconhecida e registrou a especialidade no Conselho Regional de Odontologia. Essa informação pode ser verificada pelo próprio paciente na consulta pública dos Conselhos de Odontologia.

O tratamento ortodôntico não se resume à instalação de bráquetes ou à entrega de alinhadores. Antes de movimentar os dentes, é necessário:

• estabelecer diagnóstico facial, dentário, esquelético e periodontal;
• identificar os limites do osso alveolar;
• selecionar a direção e a intensidade das forças;
• controlar ancoragem e efeitos colaterais;
• acompanhar raízes, gengiva e estabilidade oclusal;
• reconhecer quando o caso exige abordagem interdisciplinar.

Forças mal planejadas podem causar projeções indesejadas, recessões gengivais, perda de suporte periodontal, reabsorção radicular, alterações de mordida e aumento desnecessário da duração do tratamento.

Mais importante que o tipo ou a marca do aparelho é a qualificação de quem realiza o diagnóstico, planeja a biomecânica e acompanha sua resposta biológica.

Antes de iniciar, verifique o registro profissional, a especialidade declarada, a documentação solicitada e a clareza das informações sobre riscos, alternativas e contenção.

Conclusão: o tratamento ortodôntico deve ser conduzido por profissional com formação, capacidade técnica e registro compatíveis com a complexidade do caso.

Conteúdo informativo. Não substitui avaliação clínica.

Preciso de encaminhamento de outro dentista para consultar um ortodontista?Não. Você pode agendar diretamente uma avalia...
22/08/2026

Preciso de encaminhamento de outro dentista para consultar um ortodontista?

Não. Você pode agendar diretamente uma avaliação ortodôntica sempre que perceber alterações no alinhamento dos dentes, na mordida, no crescimento facial ou na estética do sorriso.

O encaminhamento de outro cirurgião-dentista pode ser útil quando já existe uma condição específica — como doença periodontal, dente incluso, perda dentária, alteração funcional ou necessidade de planejamento interdisciplinar —, mas não é obrigatório para iniciar a investigação.

Na primeira consulta, o ortodontista avalia:

• alinhamento, espaços e apinhamento;
• relação entre as arcadas;
• padrão facial e perfil;
• crescimento e erupção dentária;
• condição periodontal e higiene oral;
• função mastigatória;
• articulações temporomandibulares;
• necessidade de exames complementares.

A avaliação não significa que o aparelho será instalado imediatamente. Antes de indicar o tratamento, é necessário confirmar o diagnóstico, analisar os limites biológicos e definir a estratégia mais adequada para cada caso.

Radiografias, fotografias, escaneamento intraoral e outros registros podem ser solicitados quando realmente necessários. Exames anteriores devem ser apresentados para evitar repetições e permitir comparação clínica.

Em alguns casos, o ortodontista também poderá recomendar avaliação conjunta com periodontista, implantodontista, cirurgião bucomaxilofacial, fonoaudiólogo ou outro profissional.

Conclusão: não é necessário esperar um encaminhamento para procurar um ortodontista. Quanto mais cedo o problema for corretamente diagnosticado, maior a possibilidade de planejar uma abordagem segura, eficiente e individualizada.

Conteúdo informativo. Não substitui avaliação clínica.

A primeira consulta não serve apenas para escolher um aparelho. Seu objetivo é identificar a queixa principal, avaliar a...
21/08/2026

A primeira consulta não serve apenas para escolher um aparelho. Seu objetivo é identificar a queixa principal, avaliar a saúde bucal e verificar se existe indicação para tratamento ortodôntico.

Inicialmente, é realizada a anamnese: histórico médico e odontológico, medicamentos, alergias, doenças sistêmicas, cirurgias, traumas, hábitos, tratamentos anteriores e expectativas do paciente. Essas informações podem modificar a indicação, o momento e a segurança da terapia.

O exame clínico deve avaliar:

• simetria facial, perfil e sorriso;
• posição, alinhamento e erupção dos dentes;
• relação entre as arcadas e movimentos mandibulares;
• condição da gengiva e do suporte periodontal;
• presença de cáries, restaurações e perdas dentárias;
• respiração, deglutição, fala e hábitos funcionais;
• articulações temporomandibulares e músculos mastigatórios.

Fotografias, escaneamento e radiografias podem ser solicitados quando necessários. Esses registros complementam o diagnóstico, mas não substituem o exame clínico. A tomografia não deve ser indicada de forma automática.

Nem sempre o plano definitivo é apresentado na primeira visita. Casos complexos podem exigir documentação, análise cefalométrica, avaliação periodontal ou integração com outras especialidades.

Após o diagnóstico, o paciente deve receber explicações sobre alternativas terapêuticas, benefícios, limitações, riscos, duração estimada, necessidade de colaboração, contenção e custos. A escolha do aparelho ocorre depois dessa análise — não antes.

Conclusão: uma primeira consulta ortodôntica bem conduzida é uma etapa diagnóstica completa. O tratamento começa com planejamento individualizado, e não com a instalação imediata do aparelho.

Conteúdo informativo. Não substitui avaliação clínica.

Quando corretamente indicadas e executadas, apresentam baixo risco. Entretanto, nenhum exame com radiação ionizante deve...
20/08/2026

Quando corretamente indicadas e executadas, apresentam baixo risco. Entretanto, nenhum exame com radiação ionizante deve ser solicitado automaticamente ou repetido sem necessidade clínica.

No Brasil, a radioproteção segue dois princípios fundamentais: justificação e otimização. O benefício diagnóstico deve superar o risco, e a exposição deve ser mantida no menor nível necessário para produzir uma imagem adequada.

Radiografias panorâmicas, periapicais e telerradiografias revelam informações que não podem ser obtidas apenas no exame visual, como posição das raízes, dentes inclusos, alterações ósseas, reabsorções e relações craniofaciais.

A segurança depende de:

• indicação individualizada;
• controle de qualidade do equipamento;
• técnica e posicionamento corretos;
• parâmetros ajustados à idade e ao tamanho do paciente;
• campo de exposição limitado à região necessária;
• prevenção de repetições por falhas técnicas;
• análise dos exames anteriores.

A tomografia computadorizada de feixe cônico produz imagens tridimensionais, mas envolve exposição superior à das radiografias convencionais. Pesquisadores brasileiros ressaltam que ela não deve integrar toda documentação ortodôntica. Sua indicação é reservada a situações em que possa modificar o diagnóstico ou a conduta, como dentes inclusos, reabsorções, assimetrias, cirurgia ortognática e ancoragem esquelética.

Crianças e adolescentes merecem atenção especial por terem tecidos em desenvolvimento e maior expectativa de vida. O protocolo deve ser ajustado à anatomia e à necessidade clínica.

Conclusão: radiografias odontológicas não são isentas de risco, mas são consideradas seguras quando justificadas, otimizadas e realizadas conforme as normas brasileiras de radioproteção.

Conteúdo informativo. Não substitui avaliação clínica.

A documentação ortodôntica não é apenas uma “pasta de exames”. Ela reúne registros clínicos e de imagem necessários para...
20/08/2026

A documentação ortodôntica não é apenas uma “pasta de exames”. Ela reúne registros clínicos e de imagem necessários para formular o diagnóstico, definir objetivos, planejar a biomecânica e acompanhar as alterações produzidas pelo tratamento.

Na prática clínica brasileira, a documentação inicial pode incluir:

• anamnese e exame clínico facial, funcional, dentário e periodontal;
• fotografias extrabucais e intrabucais;
• modelos digitais, escaneamento intraoral ou modelos de estudo;
• radiografia panorâmica;
• telerradiografia lateral com análise cefalométrica;
• registros da mordida e da relação entre as arcadas.

A panorâmica permite avaliar dentes presentes e ausentes, erupção, terceiros molares, raízes, lesões e estruturas ósseas. A telerradiografia auxilia na análise das relações dentárias, esqueléticas e do padrão de crescimento. Fotografias e modelos documentam o perfil, o sorriso, a oclusão, o apinhamento e os espaços.

Outros exames são complementares e não devem ser solicitados automaticamente. Radiografias periapicais ou interproximais podem ser necessárias para investigar raízes, cáries, reabsorções e condição periodontal. Telerradiografia frontal pode ser indicada em assimetrias.

A tomografia computadorizada de feixe cônico não faz parte obrigatória de toda documentação. Deve ser reservada para situações em que a imagem tridimensional realmente possa modificar a conduta, como dentes inclusos, reabsorções, ancoragem esquelética, assimetrias complexas ou cirurgia ortognática.

Conclusão: a documentação deve ser individualizada. O melhor conjunto de exames é aquele que fornece informação suficiente para o diagnóstico com a menor exposição necessária.

Conteúdo informativo. Não substitui avaliação clínica.

Em regra, sim. A instalação do aparelho deve ocorrer em um ambiente bucal biologicamente controlado. Bráquetes, bandas e...
20/08/2026

Em regra, sim. A instalação do aparelho deve ocorrer em um ambiente bucal biologicamente controlado. Bráquetes, bandas e fios criam áreas adicionais de retenção de biofilme e dificultam a higienização, aumentando o risco de desmineralização do esmalte, gengivite e progressão de doenças preexistentes.

Antes do tratamento, devem ser avaliados:

• lesões de cárie ativas, cavitadas ou não;
• manchas brancas e risco individual de cárie;
• cálculo dental — popularmente chamado de tártaro;
• sangramento, bolsas periodontais e perda de inserção;
• restaurações infiltradas e focos infecciosos;
• capacidade de controlar o biofilme.

Cárie não significa restauração em todos os casos. Lesões iniciais não cavitadas podem receber controle não invasivo, com higiene, fluoretos e acompanhamento. Lesões cavitadas ou que dificultem a limpeza geralmente precisam ser restauradas antes da colagem dos acessórios.

O cálculo dental não é removido pela escovação. Quando presente, exige raspagem profissional e controle da inflamação gengival.

A movimentação ortodôntica pode ser realizada em pacientes com histórico de periodontite, desde que a doença esteja controlada, sem inflamação ativa, e com acompanhamento periodontal. Aplicar forças em tecidos inflamados pode agravar a perda de suporte e reduzir a previsibilidade clínica.

Pesquisas brasileiras demonstram aumento de bactérias cariogênicas, biofilme e inflamação após a instalação do aparelho fixo. Por isso, a prevenção deve começar antes do primeiro bráquete.

Conclusão: o aparelho corrige a posição dos dentes, mas não substitui o tratamento das doenças bucais. Saúde periodontal e controle de cárie são pré-requisitos para uma ortodontia segura.

Conteúdo informativo. Não substitui avaliação clínica.

Não necessariamente. A extração não é uma etapa obrigatória do tratamento ortodôntico. Ela é indicada somente quando o e...
20/08/2026

Não necessariamente. A extração não é uma etapa obrigatória do tratamento ortodôntico. Ela é indicada somente quando o espaço necessário, a relação entre as arcadas e os objetivos faciais não podem ser alcançados com segurança por alternativas conservadoras.

A decisão exige análise conjunta de:

• intensidade e localização do apinhamento;
• protrusão dos incisivos e dos lábios;
• padrão facial e relação entre maxila e mandíbula;
• quantidade e qualidade do osso alveolar;
• saúde periodontal;
• ausência, destruição ou comprometimento de algum dente;
• estabilidade esperada e colaboração do paciente.

Os pré-molares são frequentemente escolhidos por sua posição estratégica, mas molares ou incisivos inferiores podem ser considerados em situações específicas. O dente selecionado depende da má oclusão e da mecânica planejada, não de uma regra padronizada.

Pesquisas brasileiras mostram que tratamentos com extrações não produzem obrigatoriamente “achatamento” do perfil facial. A resposta dos lábios varia conforme sua espessura, posição inicial dos incisivos, quantidade de retração e controle biomecânico. Estudos nacionais também indicam que diferentes protocolos podem apresentar boa estabilidade quando corretamente indicados.

Expansão, distalização, desgaste interproximal e ancoragem esquelética podem criar ou administrar espaço, mas também possuem limites biológicos. Evitar extrações a qualquer custo pode projetar excessivamente os dentes, comprometer o periodonto ou gerar resultado instável.

Conclusão: a necessidade de extração não é definida apenas pela falta de espaço. Ela resulta de diagnóstico facial, dentário, esquelético e periodontal individualizado.

Conteúdo informativo. Não substitui avaliação clínica.

O desgaste interproximal, também chamado de redução interproximal do esmalte, é a remoção seletiva e milimétrica de esma...
20/08/2026

O desgaste interproximal, também chamado de redução interproximal do esmalte, é a remoção seletiva e milimétrica de esmalte entre dentes adjacentes. Na ortodontia, é utilizado para criar espaço, corrigir discrepâncias de tamanho dentário, melhorar a forma dos contatos e reduzir “triângulos negros” em casos selecionados.

Não se trata de “lixar o dente” indiscriminadamente. O procedimento deve ser planejado conforme a espessura do esmalte, a anatomia dentária, o apinhamento, o risco de cárie e a condição periodontal.

Estudos brasileiros demonstraram que a espessura do esmalte varia entre dentes e entre as superfícies mesial e distal. Em primeiros pré-molares superiores de brasileiros, a superfície distal apresentou esmalte significativamente mais espesso. Esse achado reforça que a quantidade removida não deve ser padronizada para todos os dentes.

O desgaste pode ser realizado com tiras abrasivas, discos ou instrumentos rotatórios. Após a redução, o recontorno anatômico, o polimento cuidadoso e o controle da quantidade removida são fundamentais. Superfícies deixadas rugosas podem favorecer retenção de biofilme.

Quando corretamente indicado e executado dentro dos limites biológicos, o procedimento é considerado conservador e não deve expor dentina nem comprometer a vitalidade pulpar. O risco aumenta quando há remoção excessiva, ausência de polimento, higiene deficiente, cárie ativa, hipersensibilidade ou esmalte previamente comprometido.

Conclusão: o desgaste interproximal pode ser seguro, mas é irreversível e exige diagnóstico individualizado, mensuração e técnica rigorosa.

Conteúdo informativo. Não substitui avaliação clínica.

São pequenos dispositivos de titânio utilizados como ancoragem esquelética temporária. Diferentemente dos implantes dent...
20/08/2026

São pequenos dispositivos de titânio utilizados como ancoragem esquelética temporária. Diferentemente dos implantes dentários, não substituem dentes e não são planejados para permanecer definitivamente: são instalados para apoiar movimentos específicos e removidos quando deixam de ser necessários.

Na ortodontia, toda força produz uma reação. Sem ancoragem, dentes que deveriam permanecer estáveis podem se movimentar de forma indesejada. O mini-implante cria um ponto de apoio no osso, permitindo aplicar forças mais controladas e reduzir a dependência da colaboração do paciente.

Pode ser indicado para:

• retração de dentes anteriores;
• intrusão de molares ou incisivos;
• fechamento de espaços;
• correção de assimetrias;
• verticalização e distalização dentária;
• controle da ancoragem e da dimensão vertical;
• suporte a expansores ou outras mecânicas complexas.

A instalação costuma ser realizada em consultório, sob anestesia local, após análise clínica e radiográfica da espessura óssea, gengiva e proximidade das raízes. A percepção de dor geralmente é menor do que a expectativa do paciente, embora possa ocorrer desconforto transitório.

Mini-implantes não são isentos de riscos. Inflamação ao redor do dispositivo, mobilidade, contato com raízes, lesão de tecidos e fratura são possíveis, especialmente quando há higiene inadequada, planejamento deficiente ou sobrecarga biomecânica.

Estudos brasileiros mostram que a estabilidade depende da anatomia do local, distância das raízes e crista óssea, desenho do dispositivo, técnica de inserção e controle do biofilme.

Conclusão: mini-implantes ampliam as possibilidades da ortodontia, mas sua indicação deve ser individualizada e baseada em diagnóstico biomecânico e periodontal.

Conteúdo informativo. Não substitui avaliação clínica.

Endereço

Rua Américo Brasiliense, 1412, Sala 21, Centro
Ribeirão Prêto, SP
14015-050

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 08:00 - 20:00
Terça-feira 08:00 - 20:00
Quarta-feira 08:00 - 20:00
Quinta-feira 08:00 - 20:00
Sexta-feira 08:00 - 20:00

Notificações

Seja o primeiro recebendo as novidades e nos deixe lhe enviar um e-mail quando Dra Kelly Pereira Odontologia posta notícias e promoções. Seu endereço de e-mail não será usado com qualquer outro objetivo, e pode cancelar a inscrição em qualquer momento.

Entre Em Contato Com A Clínica Dentária

Envie uma mensagem para Dra Kelly Pereira Odontologia:

Atalhos

Compartilhar