Dra Kelly Pereira Odontologia

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Dra Kelly Pereira Odontologia Dra. Kelly S. Pereira é cirurgiã-dentista (CRO-SP 93.351), formada pela UNIFEB em 2007 e especialista em Ortodontia pela Ortogotardo, em Ribeirão Preto/SP.

Tirar o aparelho é uma etapa importante. Depois, a contenção ajuda a manter o resultado, porque os dentes podem mudar de...
17/09/2026

Tirar o aparelho é uma etapa importante. Depois, a contenção ajuda a manter o resultado, porque os dentes podem mudar de posição ao longo da vida.

O tipo de contenção e a rotina de uso dependem de cada caso. Siga a orientação da sua ortodontista e mantenha o acompanhamento.

Se a sua deixou de encaixar, não force nem tente ajustar em casa. É preciso avaliar o que aconteceu.

Atendo em Ribeirão Preto. Para marcar uma avaliação, fale comigo pelo WhatsApp: https://wa.me/5516993550643

Pensando em colocar aparelho? Na avaliação, quero ouvir o que incomoda você no seu sorriso e entender como são seus horá...
16/09/2026

Pensando em colocar aparelho? Na avaliação, quero ouvir o que incomoda você no seu sorriso e entender como são seus horários de trabalho, estudo e consultas.

Pode trazer suas dúvidas também. Se achar mais fácil, anote antes para não esquecer na hora.

Separei nas imagens alguns pontos para a nossa conversa.

Atendo em Ribeirão Preto. Para marcar sua avaliação, fale comigo pelo WhatsApp: https://wa.me/5516993550643

A primeira avaliação é recomendada entre 6 e 8 anos, especialmente quando os primeiros molares e incisivos permanentes c...
24/08/2026

A primeira avaliação é recomendada entre 6 e 8 anos, especialmente quando os primeiros molares e incisivos permanentes começam a nascer. Essa fase permite observar o desenvolvimento das arcadas antes que toda a dentição permanente esteja formada.

Avaliação precoce não significa colocar aparelho imediatamente. Muitas crianças precisam apenas de acompanhamento periódico para que o ortodontista determine o momento biologicamente mais favorável para intervir.

Nessa consulta, são avaliados:

• crescimento da maxila e da mandíbula;
• sequência e espaço para a erupção dos dentes;
• mordida cruzada, aberta ou profunda;
• projeção excessiva dos incisivos;
• assimetrias e desvios funcionais da mandíbula;
• perda precoce de dentes de leite;
• hábitos de sucção, postura lingual e respiração;
• presença de dentes inclusos ou com erupção alterada.

Algumas condições se beneficiam de intervenção durante o crescimento, como determinadas mordidas cruzadas, discrepâncias transversais e Classes III. O tratamento precoce pode evitar agravamento funcional, assimetrias e compensações dentárias.

Por outro lado, nem toda má oclusão deve ser tratada em duas fases. Em vários casos, iniciar cedo não melhora o resultado final e apenas aumenta o tempo total de acompanhamento. A indicação depende do tipo de problema, da maturação esquelética e do benefício clínico esperado.

Conclusão: não existe uma idade única para começar o tratamento, mas a avaliação entre 6 e 8 anos permite diagnosticar precocemente e escolher o momento mais seguro e eficiente para agir.

Conteúdo informativo. Não substitui avaliação clínica.

Nem todo cirurgião-dentista é ortodontista. A graduação oferece formação geral em diagnóstico e cuidados odontológicos, ...
23/08/2026

Nem todo cirurgião-dentista é ortodontista. A graduação oferece formação geral em diagnóstico e cuidados odontológicos, enquanto a Ortodontia exige domínio aprofundado do crescimento craniofacial, biomecânica, oclusão, periodonto, exames de imagem e controle dos efeitos produzidos ao longo do tempo.

O título de especialista em Ortodontia somente pode ser utilizado por quem concluiu formação reconhecida e registrou a especialidade no Conselho Regional de Odontologia. Essa informação pode ser verificada pelo próprio paciente na consulta pública dos Conselhos de Odontologia.

O tratamento ortodôntico não se resume à instalação de bráquetes ou à entrega de alinhadores. Antes de movimentar os dentes, é necessário:

• estabelecer diagnóstico facial, dentário, esquelético e periodontal;
• identificar os limites do osso alveolar;
• selecionar a direção e a intensidade das forças;
• controlar ancoragem e efeitos colaterais;
• acompanhar raízes, gengiva e estabilidade oclusal;
• reconhecer quando o caso exige abordagem interdisciplinar.

Forças mal planejadas podem causar projeções indesejadas, recessões gengivais, perda de suporte periodontal, reabsorção radicular, alterações de mordida e aumento desnecessário da duração do tratamento.

Mais importante que o tipo ou a marca do aparelho é a qualificação de quem realiza o diagnóstico, planeja a biomecânica e acompanha sua resposta biológica.

Antes de iniciar, verifique o registro profissional, a especialidade declarada, a documentação solicitada e a clareza das informações sobre riscos, alternativas e contenção.

Conclusão: o tratamento ortodôntico deve ser conduzido por profissional com formação, capacidade técnica e registro compatíveis com a complexidade do caso.

Conteúdo informativo. Não substitui avaliação clínica.

Preciso de encaminhamento de outro dentista para consultar um ortodontista?Não. Você pode agendar diretamente uma avalia...
22/08/2026

Preciso de encaminhamento de outro dentista para consultar um ortodontista?

Não. Você pode agendar diretamente uma avaliação ortodôntica sempre que perceber alterações no alinhamento dos dentes, na mordida, no crescimento facial ou na estética do sorriso.

O encaminhamento de outro cirurgião-dentista pode ser útil quando já existe uma condição específica — como doença periodontal, dente incluso, perda dentária, alteração funcional ou necessidade de planejamento interdisciplinar —, mas não é obrigatório para iniciar a investigação.

Na primeira consulta, o ortodontista avalia:

• alinhamento, espaços e apinhamento;
• relação entre as arcadas;
• padrão facial e perfil;
• crescimento e erupção dentária;
• condição periodontal e higiene oral;
• função mastigatória;
• articulações temporomandibulares;
• necessidade de exames complementares.

A avaliação não significa que o aparelho será instalado imediatamente. Antes de indicar o tratamento, é necessário confirmar o diagnóstico, analisar os limites biológicos e definir a estratégia mais adequada para cada caso.

Radiografias, fotografias, escaneamento intraoral e outros registros podem ser solicitados quando realmente necessários. Exames anteriores devem ser apresentados para evitar repetições e permitir comparação clínica.

Em alguns casos, o ortodontista também poderá recomendar avaliação conjunta com periodontista, implantodontista, cirurgião bucomaxilofacial, fonoaudiólogo ou outro profissional.

Conclusão: não é necessário esperar um encaminhamento para procurar um ortodontista. Quanto mais cedo o problema for corretamente diagnosticado, maior a possibilidade de planejar uma abordagem segura, eficiente e individualizada.

Conteúdo informativo. Não substitui avaliação clínica.

A primeira consulta não serve apenas para escolher um aparelho. Seu objetivo é identificar a queixa principal, avaliar a...
21/08/2026

A primeira consulta não serve apenas para escolher um aparelho. Seu objetivo é identificar a queixa principal, avaliar a saúde bucal e verificar se existe indicação para tratamento ortodôntico.

Inicialmente, é realizada a anamnese: histórico médico e odontológico, medicamentos, alergias, doenças sistêmicas, cirurgias, traumas, hábitos, tratamentos anteriores e expectativas do paciente. Essas informações podem modificar a indicação, o momento e a segurança da terapia.

O exame clínico deve avaliar:

• simetria facial, perfil e sorriso;
• posição, alinhamento e erupção dos dentes;
• relação entre as arcadas e movimentos mandibulares;
• condição da gengiva e do suporte periodontal;
• presença de cáries, restaurações e perdas dentárias;
• respiração, deglutição, fala e hábitos funcionais;
• articulações temporomandibulares e músculos mastigatórios.

Fotografias, escaneamento e radiografias podem ser solicitados quando necessários. Esses registros complementam o diagnóstico, mas não substituem o exame clínico. A tomografia não deve ser indicada de forma automática.

Nem sempre o plano definitivo é apresentado na primeira visita. Casos complexos podem exigir documentação, análise cefalométrica, avaliação periodontal ou integração com outras especialidades.

Após o diagnóstico, o paciente deve receber explicações sobre alternativas terapêuticas, benefícios, limitações, riscos, duração estimada, necessidade de colaboração, contenção e custos. A escolha do aparelho ocorre depois dessa análise — não antes.

Conclusão: uma primeira consulta ortodôntica bem conduzida é uma etapa diagnóstica completa. O tratamento começa com planejamento individualizado, e não com a instalação imediata do aparelho.

Conteúdo informativo. Não substitui avaliação clínica.

Quando corretamente indicadas e executadas, apresentam baixo risco. Entretanto, nenhum exame com radiação ionizante deve...
20/08/2026

Quando corretamente indicadas e executadas, apresentam baixo risco. Entretanto, nenhum exame com radiação ionizante deve ser solicitado automaticamente ou repetido sem necessidade clínica.

No Brasil, a radioproteção segue dois princípios fundamentais: justificação e otimização. O benefício diagnóstico deve superar o risco, e a exposição deve ser mantida no menor nível necessário para produzir uma imagem adequada.

Radiografias panorâmicas, periapicais e telerradiografias revelam informações que não podem ser obtidas apenas no exame visual, como posição das raízes, dentes inclusos, alterações ósseas, reabsorções e relações craniofaciais.

A segurança depende de:

• indicação individualizada;
• controle de qualidade do equipamento;
• técnica e posicionamento corretos;
• parâmetros ajustados à idade e ao tamanho do paciente;
• campo de exposição limitado à região necessária;
• prevenção de repetições por falhas técnicas;
• análise dos exames anteriores.

A tomografia computadorizada de feixe cônico produz imagens tridimensionais, mas envolve exposição superior à das radiografias convencionais. Pesquisadores brasileiros ressaltam que ela não deve integrar toda documentação ortodôntica. Sua indicação é reservada a situações em que possa modificar o diagnóstico ou a conduta, como dentes inclusos, reabsorções, assimetrias, cirurgia ortognática e ancoragem esquelética.

Crianças e adolescentes merecem atenção especial por terem tecidos em desenvolvimento e maior expectativa de vida. O protocolo deve ser ajustado à anatomia e à necessidade clínica.

Conclusão: radiografias odontológicas não são isentas de risco, mas são consideradas seguras quando justificadas, otimizadas e realizadas conforme as normas brasileiras de radioproteção.

Conteúdo informativo. Não substitui avaliação clínica.

A documentação ortodôntica não é apenas uma “pasta de exames”. Ela reúne registros clínicos e de imagem necessários para...
20/08/2026

A documentação ortodôntica não é apenas uma “pasta de exames”. Ela reúne registros clínicos e de imagem necessários para formular o diagnóstico, definir objetivos, planejar a biomecânica e acompanhar as alterações produzidas pelo tratamento.

Na prática clínica brasileira, a documentação inicial pode incluir:

• anamnese e exame clínico facial, funcional, dentário e periodontal;
• fotografias extrabucais e intrabucais;
• modelos digitais, escaneamento intraoral ou modelos de estudo;
• radiografia panorâmica;
• telerradiografia lateral com análise cefalométrica;
• registros da mordida e da relação entre as arcadas.

A panorâmica permite avaliar dentes presentes e ausentes, erupção, terceiros molares, raízes, lesões e estruturas ósseas. A telerradiografia auxilia na análise das relações dentárias, esqueléticas e do padrão de crescimento. Fotografias e modelos documentam o perfil, o sorriso, a oclusão, o apinhamento e os espaços.

Outros exames são complementares e não devem ser solicitados automaticamente. Radiografias periapicais ou interproximais podem ser necessárias para investigar raízes, cáries, reabsorções e condição periodontal. Telerradiografia frontal pode ser indicada em assimetrias.

A tomografia computadorizada de feixe cônico não faz parte obrigatória de toda documentação. Deve ser reservada para situações em que a imagem tridimensional realmente possa modificar a conduta, como dentes inclusos, reabsorções, ancoragem esquelética, assimetrias complexas ou cirurgia ortognática.

Conclusão: a documentação deve ser individualizada. O melhor conjunto de exames é aquele que fornece informação suficiente para o diagnóstico com a menor exposição necessária.

Conteúdo informativo. Não substitui avaliação clínica.

Em regra, sim. A instalação do aparelho deve ocorrer em um ambiente bucal biologicamente controlado. Bráquetes, bandas e...
20/08/2026

Em regra, sim. A instalação do aparelho deve ocorrer em um ambiente bucal biologicamente controlado. Bráquetes, bandas e fios criam áreas adicionais de retenção de biofilme e dificultam a higienização, aumentando o risco de desmineralização do esmalte, gengivite e progressão de doenças preexistentes.

Antes do tratamento, devem ser avaliados:

• lesões de cárie ativas, cavitadas ou não;
• manchas brancas e risco individual de cárie;
• cálculo dental — popularmente chamado de tártaro;
• sangramento, bolsas periodontais e perda de inserção;
• restaurações infiltradas e focos infecciosos;
• capacidade de controlar o biofilme.

Cárie não significa restauração em todos os casos. Lesões iniciais não cavitadas podem receber controle não invasivo, com higiene, fluoretos e acompanhamento. Lesões cavitadas ou que dificultem a limpeza geralmente precisam ser restauradas antes da colagem dos acessórios.

O cálculo dental não é removido pela escovação. Quando presente, exige raspagem profissional e controle da inflamação gengival.

A movimentação ortodôntica pode ser realizada em pacientes com histórico de periodontite, desde que a doença esteja controlada, sem inflamação ativa, e com acompanhamento periodontal. Aplicar forças em tecidos inflamados pode agravar a perda de suporte e reduzir a previsibilidade clínica.

Pesquisas brasileiras demonstram aumento de bactérias cariogênicas, biofilme e inflamação após a instalação do aparelho fixo. Por isso, a prevenção deve começar antes do primeiro bráquete.

Conclusão: o aparelho corrige a posição dos dentes, mas não substitui o tratamento das doenças bucais. Saúde periodontal e controle de cárie são pré-requisitos para uma ortodontia segura.

Conteúdo informativo. Não substitui avaliação clínica.

Não necessariamente. A extração não é uma etapa obrigatória do tratamento ortodôntico. Ela é indicada somente quando o e...
20/08/2026

Não necessariamente. A extração não é uma etapa obrigatória do tratamento ortodôntico. Ela é indicada somente quando o espaço necessário, a relação entre as arcadas e os objetivos faciais não podem ser alcançados com segurança por alternativas conservadoras.

A decisão exige análise conjunta de:

• intensidade e localização do apinhamento;
• protrusão dos incisivos e dos lábios;
• padrão facial e relação entre maxila e mandíbula;
• quantidade e qualidade do osso alveolar;
• saúde periodontal;
• ausência, destruição ou comprometimento de algum dente;
• estabilidade esperada e colaboração do paciente.

Os pré-molares são frequentemente escolhidos por sua posição estratégica, mas molares ou incisivos inferiores podem ser considerados em situações específicas. O dente selecionado depende da má oclusão e da mecânica planejada, não de uma regra padronizada.

Pesquisas brasileiras mostram que tratamentos com extrações não produzem obrigatoriamente “achatamento” do perfil facial. A resposta dos lábios varia conforme sua espessura, posição inicial dos incisivos, quantidade de retração e controle biomecânico. Estudos nacionais também indicam que diferentes protocolos podem apresentar boa estabilidade quando corretamente indicados.

Expansão, distalização, desgaste interproximal e ancoragem esquelética podem criar ou administrar espaço, mas também possuem limites biológicos. Evitar extrações a qualquer custo pode projetar excessivamente os dentes, comprometer o periodonto ou gerar resultado instável.

Conclusão: a necessidade de extração não é definida apenas pela falta de espaço. Ela resulta de diagnóstico facial, dentário, esquelético e periodontal individualizado.

Conteúdo informativo. Não substitui avaliação clínica.

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Ribeirão Prêto, SP
14015-050

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