10/08/2021
Freio labial
Algumas pessoas nascem com o freio labial superior maior do que o normal e acaba interferindo na arcada dentária. Quando isso acontece, essa pele que f**a na parte interna da boca, chamada de mucosa bucal, abaixo do lábio superior e ligada à gengiva, pode causar o diastema, que é a separação dos dentes incisivos frontais, criando um vão entre ambos que dá a impressão de que está faltando um dente.
Mas o freio labial alongado não interfere só na separação dos dentes. No local pode acumular resíduos de alimentos e criar um ambiente favorável para a proliferação de bactérias. Não é só isso. Freio labial mais acentuado pode restringir os movimentos labiais, interferir na fala (dificuldade em pronunciar determinadas palavras) e até atrapalhar a escovação dos dentes e comprometer a higiene bucal.
Em bebês, a sucção durante a amamentação pode f**ar mais difícil. A criança pode desistir de se alimentar adequadamente. Muitas até perdem peso porque não conseguem sugar o leite materno, causando até dores na mãe.
A diminuição do freio labial devolve os movimentos naturais ao lábio superior e com o tempo, após a cicatrização, f**a normal. No caso do diastema, a pressão sobre os dentes é eliminada e o dente está pronto para ser realinhado com o uso de aparelho ou lente de contato dental.
Nos dias logo após a cirurgia, o ideal é seguir uma alimentação baseada em líquidos ou pastosas, pois a região pode estar dolorida. Mas depois da completa cicatrização, o resultado da Frenectomia melhora todos os efeitos que o freio labial desproporcional causa, como a fala, movimentos labiais, a escovação e promove a reparação do diastema.
A qualidade de vida de quem passa pela Frenectomia melhora consideravelmente e, por isso, quem se submeter à cirurgia traz muitos benefícios para a vida toda.
PALATO ODONTOLOGIA
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