13/05/2026
“Quando o desconforto vira rotina, a pessoa começa a esquecer como era viver com liberdade.”
— Dr. Gustavo Panatieri
O mais perigoso da dentadura não é quando ela machuca.
É quando a pessoa começa a se acostumar com isso.
Porque ninguém percebe o momento exato em que começa a mudar.
Primeiro, mastiga mais devagar.
Depois, evita alguns alimentos.
Depois, aprende a conviver com o desconforto.
E sem perceber…
vai deixando pequenas partes da vida pra trás.
Tem gente que já não ri do mesmo jeito.
Tem gente que evita jantar fora.
Tem gente que sente ansiedade só de pensar que ela pode soltar.
Mas continua dizendo:
“Está tudo bem.”
Até acreditar que isso faz parte da idade.
Mas não faz.
Na maioria das vezes, o problema não está só na dentadura.
Está na estrutura que mudou com o tempo…
e que continua mudando silenciosamente.
REFERÊNCIAS
Kaira, L. S. et al. (2014)
“Impacto da perda dentária na qualidade de vida de usuários de próteses totais”
Revista Brasileira de Ciências da Saúde
Silva, M. E. et al. (2019)
“Alterações ósseas e perda de retenção em próteses removíveis”
Revista de Odontologia Contemporânea
Souza, J. R. et al. (2021)
“Função mastigatória e impacto psicossocial em usuários de dentadura”
Revista Saúde Coletiva Brasil
PubMed Brasil (2020)
“Qualidade de vida relacionada à estabilidade de próteses totais em idosos”