22/05/2026
O diagnóstico do envolvimento de furca define diretamente a decisão terapêutica — manutenção, cirurgia ressectiva ou regenerativa. Um grau subestimado leva a condutas menos invasivas do que o caso exige. Um grau superestimado pode indicar procedimentos desnecessários.
Um estudo publicado no Diagnostics (Alshomrani, 2024) analisou a acurácia do exame clínico com radiografias intraorais frente à tomografia no diagnóstico de molares com envolvimento de furca. O exame clínico com radiografias intraorais acertou o grau de participação em apenas 27% dos casos, com o maior índice de acerto concentrado nos casos de grau III. Nos demais, o grau foi subestimado em 44% das situações e superestimado em 29%.
⚠️ A tomografia, por sua vez, avaliou corretamente o envolvimento de furca em 95% dos casos quando comparada com medições cirúrgicas diretas — subestimando em apenas 1,7% e superestimando em 0,39%.
A análise tridimensional da morfologia óssea e da extensão da furca nas faces vestibular, lingual e interproximal organiza informações que a imagem bidimensional não expressa com precisão suficiente para orientar o planejamento cirúrgico.
A RR Imagem realiza tomografias com protocolo orientado ao caso clínico e leitura estruturada por especialistas em radiologia odontológica, entregando ao periodontista a informação anatômica necessária para decisões terapêuticas mais precisas.