24/01/2022
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Saúde pública para todos. Salário mínimo digno. Preservação da Amazônia. Liberdade de expressão. Valorização da educação e dos professores. Direito de se manifestar contra os poderosos. Defesa da democracia. Esses são tópicos frequentes do discurso da esquerda no Brasil. Fazem parte do programa de partidos como PT, PSB, PDT, PCdoB, PCO, PCB e PSOL, dos quais muitos já demonstraram apoio explícito ou inspiração em países como Coreia do Norte, China e Venezuela.
A deputada federal e presidente nacional do Partido dos Trabalhadores (PT), Gleisi Hoffmann, manifestou suporte à ditadura de Nicolás Maduro diversas vezes. Em 2005, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) disse: “Eu não sei se a América Latina teve um presidente com as experiências democráticas colocadas em prática na Venezuela.” E complementou afirmando que essas experiências se tratavam de “democracia em excesso”.
O apoio não se limitou a declarações desastradas de Hoffmann e de Lula. Durante o governo do ex-presidiário, foram emprestados US$ 1,5 bilhão (equivalente a R$ 8,36 bilhões na cotação atual) para o país vizinho. A Gazeta do Povo apurou que a ditadura de Maduro tem 42 parcelas desse empréstimo em atraso.
Seja com palavras ou com dinheiro, o apoio dado pela esquerda brasileira à Venezuela serve como uma boa medida da distância entre o discurso e a realidade.
➡️ Arraste a imagem para o lado e confira o que os partidos de esquerda pregam no Brasil e o que acontece de verdade na Venezuela.
➡️ LEIA a matéria completa de Jones Rossi: https://bit.ly/3tSkpwn (o link clicável está na descrição do perfil da )
🖌️ Infografia: Chantal Kornin, da