Clínica Sanzio Marques de Odontologia

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04/09/2026

Tem coisa que você só descobre depois da anestesia e aí já é tarde demais. 😂
A odontologia não termina quando o paciente levanta da cadeira.
Existe uma parte do tratamento que quase ninguém lembra de colocar na conta: o que vai acontecer depois que você sair do consultório.
Porque a vida continua.
Tem reunião, trabalho, aula, velório, viagem, jantar, compromisso, foto, vídeo e, às vezes, até aquela apresentação em que você precisa parecer minimamente apresentável.
É por isso que eu acredito tanto em planejamento.
Paciente precisa falar.
Dentista precisa perguntar.
E os dois precisam combinar o melhor momento para determinados procedimentos.
Não é frescura.
Não é exagero.
É cuidado.
Um bom dentista não cuida apenas do dente que está na cadeira. Ele precisa enxergar o paciente que vai sair por aquela porta.
E, convenhamos.
Se existe a possibilidade de você sair do consultório falando como se tivesse levado uma bolada na boca, talvez seja interessante saber disso antes, e não cinco minutos antes da reunião. 😂

01/09/2026

Eu vou continuar vestindo a camisa do paciente e da Odontologia.
Sempre.
E talvez algumas pessoas confundam isso com estar contra os dentistas. Não é.
É justamente o contrário.
Eu defendo tanto a nossa profissão que não consigo me calar diante de atitudes que diminuem a confiança que as pessoas depositam nela.
Se um paciente não gostou de um trabalho, não cabe a mim, como dentista, ensiná-lo a gostar.
Cabe a mim ouvir.
Entender o que o incomodou. Explicar. Rever. Corrigir, se for necessário. E reconhecer, inclusive, quando a melhor decisão é dizer: “Você tem razão.”
Nossa formação nos dá conhecimento técnico.
Não nos dá o direito de convencer o paciente de que a percepção dele está errada.

E, paciente, uma coisa eu gostaria que você entendesse:
Você pode perguntar.
Você pode pesquisar.
Você pode discordar.
Você pode pedir explicações.
E pode, sim, procurar uma segunda opinião.
Hoje a informação está ao alcance de todos. Use isso a seu favor, não para substituir o dentista, mas para participar das decisões sobre o seu próprio tratamento.
A Odontologia não pode ser um exercício de autoridade.
É um exercício de responsabilidade.
Responsabilidade com o dente que está ali.
Com o paciente que confiou em nós.
E com a profissão que escolhemos exercer.
Porque quando um dentista tenta empurrar um resultado goela abaixo de um paciente insatisfeito, o problema não termina naquela cadeira.
A conta chega para toda a Odontologia.
E é por isso que eu vou continuar falando.
Não porque sou contra dentistas.
Mas porque sou dentista.
E porque eu quero continuar tendo orgulho da Odontologia que tanto amo e procuro dignif**ar.

31/08/2026

Há histórias que começam com um simples contato pelo Instagram.
E há histórias que Deus transforma em encontros que a gente jamais esquece.
Há dois anos, uma brasileira que vive na Flórida assistiu a um vídeo de uma aula minha sobre o tratamento estético de um paciente com dentes escurecidos e manchados por tetraciclina.
Ela me procurou porque seu marido era acometido também desse problema. Conversamos longamente. Expliquei as possibilidades, os desafios e, principalmente, tudo aquilo que eu acreditava ser necessário para transformar aquele sorriso com segurança, respeito e naturalidade.
Eu apenas disse: se um dia vocês vierem ao Brasil, estarei à disposição.
Dois anos depois, eles vieram.
Vieram dos Estados Unidos exclusivamente para realizar esse tratamento comigo.
E, quando chegaram, sabíamos que não seria apenas mais um caso.
Fechamos nossa agenda por uma semana. Toda a minha equipe se dedicou integralmente a esse atendimento. Cada detalhe foi planejado, acompanhado e executado com o cuidado que um caso como esse exigia.
Foram dias intensos.
Dias de expectativa.
Dias de trabalho, concentração e também de muita emoção.
E, ao final, quando vimos o sorriso pronto e ouvimos os depoimentos desse casal, percebemos que havíamos vivido algo muito maior do que um tratamento odontológico.
Nós devolvemos a ele algo que talvez tenha sido difícil até de mensurar: a vontade de sorrir sem esconder os dentes.
Os laminados cerâmicos transformaram a estética daquele sorriso, mas a maior transformação aconteceu na emoção deles.
Eu me sinto profundamente honrado por ter sido escolhido.
Honrado pela confiança.
Honrado por eles terem atravessado um país para chegar até nós.
E, acima de tudo, agraciado por Deus, porque sei que existem encontros que não acontecem por acaso.
Agradeço imensamente a toda a minha equipe.
Quando um paciente deposita em nossas mãos algo tão íntimo quanto o próprio sorriso, nossa responsabilidade vai muito além de fazer dentes bonitos.
E talvez seja por isso que alguns casos f**am para sempre na nossa memória. Este certamente f**ará. ❤️
Obrigado Craig e Denise por confiarem em nós.

30/08/2026

Eu sempre visto a camisa do meu paciente.
Tem uma coisa que eu nunca consegui entender na Odontologia. O paciente paga por um tratamento, f**a insatisfeito com o resultado e, em vez de encontrar disposição para ouvir, ajustar e tentar resolver, muitas vezes ouve do próprio profissional que “é assim mesmo”.
Não deveria ser assim.
É claro que existem limites biológicos, técnicos e estéticos. E esses limites precisam ser explicados antes do tratamento, com clareza e honestidade.
O paciente precisa saber o que está contratando, o que é possível alcançar e quais são as limitações daquele caso.
Mas, depois que tudo foi conversado, se algo não ficou como o esperado, a primeira atitude não deveria ser tentar convencer o paciente de que ele está errado.
Deveria ser: “Vamos entender o que aconteceu. O que podemos fazer para melhorar?”
Eu digo aos meus pacientes que, se for preciso repetir uma vez, duas, três, cinco ou dez vezes, eu vou repetir.
Não porque todo resultado precise ser perfeito.
Mas porque existe uma diferença enorme entre entregar um tratamento e assumir a responsabilidade por ele.
E talvez essa seja uma reflexão importante para os dois lados:
Paciente: não tenha medo de conversar, perguntar e manifestar sua insatisfação.
Profissional: não tenha medo de ouvir, reconhecer e, quando possível, corrigir.
Porque no final das contas, Odontologia não deveria ser uma disputa para descobrir quem tem razão.
Deveria ser uma relação de confiança construída para que, quando o paciente se levante da cadeira, ele possa olhar para o resultado e dizer:
“Era isso que eu esperava.”
E você, dentista: quando o paciente diz que não ficou satisfeito, sua primeira reação é se defender ou tentar resolver?
Talvez essa resposta diga muito mais sobre a sua Odontologia do que qualquer foto de antes e depois.

29/08/2026

Garantia não é férias
“Doutor, mas você me deu 10 anos de garantia!”
Dei. 😅
O que eu não disse foi: “Agora você pode desaparecer por 10 anos e nos vemos em 2030.” 😂
A verdade é que só oferece uma garantia assim quem realmente confia na qualidade do próprio trabalho. Eu confio no que faço, nos materiais que utilizo e, principalmente, no cuidado com que cada restauração é planejada e executada.
Mas garantia não transforma o dente em um eletrodoméstico com revisão só depois que dá problema. 😂
Manutenção é parte do tratamento.
Nas consultas de acompanhamento, avaliamos as restaurações, os dentes, a oclusão, os desgastes, possíveis infiltrações, contatos, higiene e tudo aquilo que pode interferir na longevidade do trabalho.
E tem uma coisa importante: terminar a garantia de 10 anos não signif**a que, no décimo primeiro ano, as restaurações precisam ser trocadas.
Muito pelo contrário.
Uma restauração bem executada, associada a bons hábitos e manutenções periódicas, pode continuar funcionando por muitos anos além da garantia. A perspectiva é de pelo menos mais uma década, ou muito mais, desde que as condições que contribuíram para sua longevidade sejam mantidas.
Garantia não é prazo de validade.
É um compromisso com a qualidade do trabalho.
E manutenção não é para esperar alguma coisa quebrar.
É justamente para evitar que chegue a quebrar.
Então f**a o recado:
10 anos de garantia ≠ 10 anos sem aparecer no consultório. 😂
Garantia protege o trabalho.
Manutenção protege a garantia e, principalmente, os seus dentes.
Agora você já sabe: se eu disser que tem garantia, não precisa marcar a próxima consulta para 2036. 😜

29/08/2026

E assim construímos uma carreira de confiança e respeito com nossos pacientes.

22/08/2026

Será que uma boca bem desenhada e com o volume adequado pode realçar uma face inteira?
Essa transformação é a prova de que, às vezes, não precisamos transformar o rosto.
Precisamos encontrar o ponto que estava faltando.
Essa paciente tinha pouquíssimo volume labial e, por isso, os lábios tinham pouca participação na composição do rosto.
O objetivo não era simplesmente aumentar.
Era desenhar, estruturar, devolver proporção e criar uma relação mais bonita entre os lábios e os demais elementos da face.
E o mais interessante é que, ao transformar os lábios, a percepção do rosto inteiro mudou.
Mais equilíbrio.
Mais presença.
Mais feminilidade.
Mais harmonia.
Sem mudar a identidade.
Porque um bom preenchimento labial não deveria ser percebido como “um lábio preenchido”.
Deveria ser percebido como um rosto mais bonito.
E talvez seja justamente isso que torna a harmonização facial tão fascinante: muitas vezes, o resultado mais poderoso não vem de fazer mais.
Vem de saber exatamente onde fazer.

22/08/2026

“Doutor, me deixa com cara de mulherão.”
O pedido parecia simples.
Mas entregar um resultado realmente impactante sem perder a identidade da paciente é tudo, menos simples.
Porque harmonização facial não deveria transformar uma mulher em outra pessoa.
Deveria evidenciar aquilo que ela já tem de mais bonito.
Nesse caso, o objetivo era claro: mais presença, mais sofisticação, mais força na expressão, sem exageros e sem apagar a personalidade.
E quando cada detalhe é planejado para conversar com o rosto inteiro, o resultado não precisa ser explicado.
Ele simplesmente acontece.
Talvez você também não queira mudar quem você é.
Talvez só queira olhar no espelho e enxergar uma versão ainda mais bonita, confiante e marcante de você mesma.
É exatamente aí que começa uma boa harmonização.

22/08/2026

A melhor versão de você não precisa ser uma versão completamente diferente.
Às vezes, ela está escondida em pequenos detalhes.
Um contorno que poderia ser mais harmônico.
Uma proporção que poderia ser melhor equilibrada.
Uma característica que poderia ser valorizada em vez de escondida.
E é exatamente aí que, para mim, existe a diferença entre transformar um rosto e aprimorar uma pessoa.
Eu não acredito em uma estética que apaga aquilo que torna alguém único.
Acredito em uma estética que observa, respeita e, quando necessário, interfere apenas o suficiente para que a beleza apareça com mais força.

Essa paciente já era bonita.
Cinco anos depois, ela não parece outra pessoa.
Ela parece uma versão ainda melhor dela mesma.
Talvez seja isso que você esteja procurando também.
Não se tornar outra pessoa.
Apenas descobrir o quanto ainda pode melhorar sem deixar de ser você.

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Lavras 605, Bairro Muarama
Passos, MG
37902-314

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