16/09/2026
Uma coisa que aprendi atendendo: a paciente raramente chega apontando uma ruga.
Ela chega dizendo que tá com o rosto cansado nas fotos, que não se reconhece mais, mas não sabe explicar o quê mudou. E na maioria das vezes a resposta não tá nas linhas de expressão. Tá na perda de contorno, que vai acontecendo devagarinho.
Quando ela entende isso na avaliação, muda tudo. Inclusive a forma como ela enxerga o próprio envelhecimento.