Sindicato Dos Odontologistas De Niterói

Sindicato Dos Odontologistas De Niterói Noticias de Odontologia

23/05/2019

Zero de verba é zero de notícias.

25/03/2016
16/03/2016

TABELA
http://www.cbhpo.com.br/

A Comissão Nacional de Convênios e Credenciamentos – CNCC – apresenta à Odontologia Nacional, a Classificação Brasileira Hierarquizada de Procedimentos Odontológicos - CBHPO. Este trabalho é constituído de uma nova forma de valoração dos procedimentos, elaborado através de estudos realizados entre a…

Coordenador Nacional de Saúde Bucal destaca os desafios e as propostas de trabalho à frente da pastaO Cirurgião-Dentista...
11/03/2016

Coordenador Nacional de Saúde Bucal destaca os desafios e as propostas de trabalho à frente da pasta

O Cirurgião-Dentista Ademir Fratric Bacic assumiu, em novembro de 2015, a Coordenação Nacional de Saúde Bucal do Ministério da Saúde. Ademir Fratric Bacic possui MBA em gestão de projetos, serviços e politicas públicas e em gestão empresarial. O Coordenador possui uma carreira voltada para gestão de clínicas odontológicas e odontologia de grupo com ênfase em projetos massificados e no setor público.

1 – Quais são os maiores desafios nesta nova jornada de trabalho à frente da Coordenação Nacional de Saúde Bucal?

R. Existem alguns desafios, o principal é sempre aumentar o acesso a um serviço de saúde com qualidade. Implantar programas que possam crescer ordenadamente, com sustentação e viabilidade voltada ao cuidado de cada situação nos diferentes cenários quando visto na amplitude nacional.

A Saúde Bucal recebeu muitos recursos Ministério da Saúde na última década e conseguiu se projetar e consolidar alguns programas que conseguiram ampliar o acesso da população em todos os níveis da odontologia, com forte atuação nos Centros de Especialidades Odontológicas que foram planejados para servir de referência para as especialidades de periodontia, endodontia e cirurgia, além de diagnósticos e atendimento a portadores de necessidades especiais.



Atualmente temos uma cobertura de 38% da população na Atenção Básica com próximo a 25.000 equipes de saúde bucal na estratégia de saúde da família e 1.033 Centros de Especialidades Odontológicas (CEO) funcionando em 858 municípios.

Esses programas foram construídos a partir de uma necessidade e grande demanda reprimida numa construção coletiva, há mais de 10 anos, veio numa crescente nos primeiros 5 anos, mas nos últimos 5 anos o modelo tem pouca adesão por parte dos municípios, o que somado a atual menor capacidade de investimentos não vem avançando.

Outro ponto já possível de se fazer é a análise do sucesso, fatores de correção com os dados obtidos, uma vez que os programas já têm históricos e alguns indicadores que nos permite um melhor planejamento futuro.



2 – Qual sua avaliação sobre o perfil epidemiológico atual em saúde bucal da sociedade brasileira?

O último SBBrasil feito pela Coordenação Geral de Saúde Bucal foi realizado em 2010 e apresenta avanços significados em comparação ao anterior feito em 2003, tudo na nossa sociedade evoluiu.

Temos dados a comemorar no recorte do índice CPO (cariado, perdido e obturado) aos 12 anos é de 2,07, que inclui o Brasil como país com baixa prevalência de cárie. Ao sair desse recorte a situação ainda é muito ruim, temos 92% da população na melhor idade com necessidade de próteses totais ou parciais e índice CPO de 27,1.

É preciso ter olhar nacional, mas com ações pontuais, temos cenários extremamente peculiares e antagônicos, o único ponto comum é que todos os cenários da saúde bucal precisam de atenção, mais acesso, controles e melhoria.

3 – Quais são as prioridades de trabalho para a saúde bucal na rede pública?

A prioridade é o acesso da população a saúde bucal plena e de qualidade, para um serviço mais amplo, isso caminha lado a lado com acesso a informação, aumento de profissionais no sistema com condições de exercer seu trabalho de forma plena.

4 – Quais medidas serão adotadas em longo prazo?

No longo prazo programas educativos e preventivos, não conseguimos trabalhar saúde bucal se não melhorarmos os índices de procedimentos restauradores. A cultura e acesso à saúde bucal tem que estar presente e disponível desde o inicio.

5 - Quais as principais metas previstas pelo Programa Brasil Sorridente?

As metas estão da CGSB já estão previstas no PPA (plano plurianual 2015/2019), estou apresentando um planejamento para que possamos rever essas metas.

Outro problema que temos a o contingenciamento de recursos, o PPA é feito com base no orçamento previsto.

Tenho como plano de trabalho na continuidade do contemplado nos programas atuais, em três anos da pra triplicar o volume de procedimentos realizados atualmente nos CEOS.

Organizar uma rede de atendimento ambulatorial e hospitalar

Reorganizar o sistema de laboratórios regionais de próteses dentárias, gerando um aumento localizado de 143%.

Complementar e fortalecer a atenção básica, para conseguirmos no longo prazo importante redução em procedimentos de restauradores e de reabilitação.

6 – Qual sua visão sobre a trajetória de formação dos Cirurgiões-Dentistas no Brasil e o que ainda precisa avançar?

Somos um exército com mais de 270.000 profissionais, com problemas de concentrações regionais, proporcionado por uma quantidade saturada de cursos de graduação. Apesar do volume que cresceu demasiadamente e a qualidade da formação não ter acompanhado apresentando algumas deficiências o cirurgião dentista e todo o setor odontológico no Brasil é merecedor, reconhecido e referenciado internacionalmente.

O CD polivalente na sua essência, em geral, termina sua graduação com pouca vivência clinica, deficitário em diversas especialidades e despreparado para o mercado de trabalho, principalmente no setor público que estima atualmente empregar mais de 66.000 Cirurgiões-Dentistas.

7 – Quais as providências adotadas acerca dos sete itens de pauta entregues pela FNO, por meio de ofício, em reunião no dia 21 de janeiro, em Brasília/DF?

Todas as reivindicações são legítimas e coerentes, a maioria delas transcende a governabilidade e autonomia da Coordenação Geral de Saúde Bucal (CGSB), apesar de sermos aliados às nobres causas, o processo envolve gestão tripartite (governos federais, estaduais e municipais) e envolve pactuações mais amplas.

Pontualmente quanto o pleito de ampliação e modernização dos laboratórios regionais de próteses, já estamos com projeto contemplando ambas, bem como prever incentivo aos Centros de Especialidades Odontológicas (CEOs) em funcionamento, por meio do Programa de Melhoria do Acesso e Qualidade do CEO (PMAQ) que possuam maior produtividade e especialistas em seu quadro profissional.

8 - Pretende conduzir alguma ação inédita à Frente da CNSB?

Inédita não. Nada que nunca tenha sido visto em outros modelos de gestão no Brasil e no mundo, gradativamente vamos implementando algumas ações mais modernas e inovadoras no âmbito da saúde bucal no SUS.

Quero agradecer o espaço e respeitabilidade proposto pela FNO, manifestar meu apoio e solidariedade às motivações e pleitos dessa sólida e atuante instituição que nos representa, bem como, reforçar o espaço que esta gestão da CGSB manterá junto às entidades que defendem a odontologia.

Federação Nacional dos Odontologistas define “III Mobilização Nacional Odontologia é +” em reunião de Diretoria Os dirig...
10/03/2016

Federação Nacional dos Odontologistas define “III Mobilização Nacional Odontologia é +” em reunião de Diretoria



Os dirigentes da Federação Nacional dos Odontologistas (FNO) estiveram reunidos, nos dias 2 e 3 de março, em Brasília/DF, e definiram a programação da III Mobilização Nacional “Odontologia é +”. A etapa estadual da Mobilização será realizada no dia 7 de abril – Dia Mundial da Saúde -, com diversas atividades nos estados, promovidas pelos sindicatos da base filiada e a Etapa Nacional acontecerá nos dias 31 de maio, 01 e 02 de junho, na Capital do País.

A proposta da III Mobilização Nacional “Odontologia é +” é sensibilizar parlamentares e a sociedade sobre a importância implementar uma Política Nacional de Recursos Humanos no Sistema Único de Saúde (SUS) que valorize, de forma igualitária, todos os Cirurgiões-Dentistas brasileiros, e a necessidade de criar uma padronização justa dos valores repassados pelas Operadoras de Planos Odontológicos aos Cirurgiões-Dentistas, que muitas vezes não cobre sequer o custo operacional do procedimento realizado.

O discurso unificado da Federação Nacional dos Odontologistas e dos Sindicatos de Odontologia da base filiada é contra os baixos salários do Sistema Único de Saúde (SUS), a precarização do trabalho e a exploração dos Planos de Saúde com o repasse aviltante do valor pelos procedimentos odontológicos.

7 de abril – Etapa Estadual Mobilização “Odontologia é +”

Os Sindicatos de Odontologia de todo o País realizarão reuniões, assembleias, audiências e atos públicos nos estados, na etapa estadual da Mobilização Nacional “Odontologia é +”, em celebração ao Dia Mundial da Saúde. Será divulgado previamente a programação de cada estado para que os Cirurgiões-Dentistas das respectivas bases possam participar da programação.

31 de maio, 01 e 02 de junho – Etapa Nacional Mobilização “Odontologia é +

A Diretoria da FNO, os representantes sindicais de Odontologia os e Cirurgiões-Dentistas de todo o País participarão de uma programação junto aos parlamentares na Câmara dos Deputados e no Senado Federal em defesa dos direitos dos Cirurgiões-Dentistas. O Objetivo é combater a exploração da força de trabalho dos 66 mil Cirurgiões Dentistas do SUS e fortalecer as negociações para o cumprimento da Classificação Brasileira Hierarquizada de Procedimentos Odontológicos (CBHPO), pelos planos de Saúde.

A profissão e o exercício da atividade dos Cirurgiões-Dentistas gera preocupação na FNO e seus sindicatos filiados, preocupação fundamentada na natureza do trabalho do Cirurgião-Dentista que exige interação frequente e direta com pessoas, materiais e equipamentos resultando em contaminação por radiação, agentes alergênicos, metais pesados e microrganismos patogênicos. Embora, os avanços tecnológicos tenham contribuído consideravelmente para a melhoria das condições de trabalho do Cirurgião-Dentista há, ainda, uma série de doenças que ocorrem com frequência nestes profissionais como: cifoescoliose, lesões por esforços repetitivos/distúrbios osteomusculares relacionados ao trabalho (LER/DORT); perda auditiva induzida por ruído. Risco químico com exposição dos profissionais a agentes químicos como poeiras, névoas, vapores, gases, mercúrio, produtos químicos em geral entre outros. No ambiente odontológico os principais causadores desse risco são: amalgamadores, desinfetantes químicos (por exemplo, álcool, glutaraldeído, hipoclorito de sódio, clorexidina) e os gases medicinais (óxido nitroso e outros)

O Cirurgião-Dentista também está exposto no dia-a-dia a acidentes com material biológico devido aos procedimentos realizados na prática clínica. Acidentes podem ocorrer provocando a transmissão destes agentes através de contato direto com a lesão, secreções ou sangue, ou aerossóis, agulhas ou bisturis e ainda instrumentos inadequadamente esterilizados.

Muitas vezes os pacientes não sabem da sua condição positiva para a doença ou não a relatam, portanto, é fundamental tratar fluidos corporais como saliva, exsudato e sangue como potencialmente contaminados pelo HBV (vírus da hepatite B), HIV (vírus da imunodeficiência humana) e outros patógenos 8,9. A hepatite B e a AIDS são as doenças mais preocupantes para o Cirurgião-Dentista, mas há outras doenças como tuberculose e pneumonia que também podem ser transmitidas durante o atendimento.

A Mobilização Nacional "Odontologia é +" prevê dar celeridade às propostas de interesse da Odontologia em tramitação no Congresso Nacional e lutar pela valorização da atenção em saúde bucal para toda a população com salários descentes para quem cuida de vidas. A programação na íntegra será divulgada em breve.



À disposição,
Diretoria da Federação Nacional dos Odontologistas

23/02/2016

Federação Nacional dos Odontologistas completa 68 anos de fundação

É com muito orgulho que a Federação Nacional dos Odontologistas (FNO) completa, neste 23 de fevereiro, 68 anos de lutas e conquistas em defesa dos direitos dos Cirurgiões-Dentistas brasileiros. O histórico de trabalho da FNO retrata, fielmente, o compromisso com a categoria e com a odontologia brasileira nestes 68 anos de fundação. A FNO, entidade sindical de 2º grau, congrega sindicatos filiados de Odontologia em todo o País.

Nesta data, a homenagem é destinada para todos os líderes sindicais que contribuíram, de forma significativa, para a força de trabalho da FNO: Dr. Roque Policiano Cruz (1948-1954); Dr. Mário Barroso Filho (1954-1959); Dr. Evandro Rabelo de Castro (1959-1961); Dr. Stênio Soares Ether 91961-1962; Dr. Paulo George Esteves Areal (1963-1965); Dr. Paulo Frenkel (1965-1970); Dr. Joaquim Arsênio Benedicto Ottoni (1970-1981); Dr. Jairo Corrêa (1982); Dr. Paulo Monteiro Freitas (1982-1988); Dr. Sigismundo Leopoldo de Lima Kerth (1988); Gregório Abener Cabral (1988-1996); e Dr. Fernando Gueiros (1996-2014). Na atual gestão, pela primeira vez na história da Federação, a entidade é presidida por uma mulher, Dra. Joana Batista Oliveira Lopes.

A estratégia de trabalho unificado entre a Diretoria da Federação e os sindicatos da base filiada, viabilizou, nos últimos anos, o fortalecimento da reivindicação dos Cirurgiões-Dentistas junto aos poderes executivo e legislativo, tanto na Capital Federal, quanto nos estados, com articulação contínua com parlamentares e gestores públicos.

Nestes 68 anos, diversos avanços e vitórias marcaram o trabalho da Federação Nacional dos Odontologistas. A trajetória de luta é marcada, entre outras ações, pela conquista histórica da promulgação da Lei 3.999/1961, que define o salário mínimo dos médicos e Cirurgiões-Dentistas; a inclusão dos Cirurgiões-Dentistas nas Equipes de Saúde da Família, no ano 2000; o direito à acumulação em dois vínculos empregatícios na rede pública; licença gestante para a profissional que exerce as atividades como autônoma.

Entre as conquistas deste último ano, a FNO expandiu sua atuação, em caráter inédito, em diversas mesas de debate, como nas Câmaras, Comitês e Grupos Técnicos da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) e já participa ativamente das reuniões.

Outra conquista histórica da FNO foi a nomeação da Presidente da entidade, Joana Batista Oliveira Lopes, como conselheira do Conselho Nacional de Saúde (CNS). Anteriormente, a FNO participava das reuniões do CNS na condição de observador. A ampliação do trabalho da FNO contribui para a consolidação de uma Odontologia forte e com a representatividade em âmbito nacional.

Nesta data, a Federação Nacional dos Odontologistas também celebra o registro de dois Projetos de Lei (PLs) instituídos na Câmara dos Deputados, de autoria do Deputado e Cirurgião-Dentista, Benjamin Maranhão (SD/PB): PL 1699/2015, que garante carreira única e piso nacional para todos os trabalhadores do Sistema Único de Saúde (SUS). Na íntegra, o respectivo Projeto altera a Lei nº 8.080, de 19 de setembro de 1990, para estabelecer parâmetros aplicáveis à gestão de recursos humanos no âmbito de instituições integradas ao SUS, e dá outras providências; e o PL 765/2015, que altera a lei nº 3.999, de 15 de dezembro de 1961, que altera o salário-mínimo dos médicos e Cirurgiões-Dentistas.

Apesar dos avanços conquistados, a Federação Nacional dos Odontologistas tem consciência da responsabilidade assumida com a categoria para concretizar, em caráter definitivo, um piso salarial nacional para todos os Cirurgiões-Dentistas, da rede pública e privada, que reconheça e valorize a complexidade do trabalho exercido pelo Cirurgião-Dentista. O piso salarial nacional está na pauta prioritária da FNO, em caráter permanente.

A Diretoria da FNO também reforça o trabalho para o cumprimento da Lei 130003/14, que torna obrigatória a existência de contratos escritos entre operadoras e seus prestadores, junto a Comissão Nacional de Convênios e Credenciamentos (CNCC), em que a FNO coordena.

Com o trabalho unificado, a Diretoria da Federação Nacional dos Odontologistas e os Sindicatos de Odontologia filiados em todo o País segue fortalecida em defesa dos direitos dos Cirurgiões-Dentistas.

À disposição,
Diretoria da Federação Nacional dos Odontologistas

21/02/2016

ATENÇÃO DENTISTAS DE NITERÓI: NÃO PAGUEM AO SINDICATO DO RIO DE JANEIRO, NÓS TEMOS O NOSSO SINDICATO.

REVISTA DO CRO-RJ
18/02/2016

REVISTA DO CRO-RJ

02/02/2016

O que é um sindicato?

Salvar • 2 comentários • Imprimir• Reportar

Publicado por Sindicato dos trabalhadores do Poder Judiciário Federal dos Estados de Pará e Amapá

(extraído pelo JusBrasil) - 3 anos atrás

↑ 1 ↓

Um Sindicato é uma associação de trabalhadores tendo como função defender os seus interesses e direitos profissionais e de sua cidadania. Cada trabalhador é livre de participar na constituição de um sindicato e dele se tornar sócio, sendo o conjunto dos trabalhadores organizados num sindicato livre de estruturar e regular o seu funcionamento e definir as formas e os objetivos da ação coletiva. Os sindicatos assumem atualmente um papel primordial na nossa sociedade face às graves crises nacionais a que assistimos. Nas sociedades modernas, a organização segundo interesses comuns é cada vez mais uma necessidade.

Aliás, salienta-se a capacidade negocial que um sindicato detém, concretamente, o direito de contratação coletiva, constitucionalmente consagrado, bem como a capacidade judiciária (isto é, o fato de poderem intervir como parte legítima em ações judiciais) e o direito de participação (nomeadamente na elaboração da legislação laboral).

Toda a ação sindical é um contributo dos trabalhadores não apenas para a defesa dos seus próprios interesses, como também para o desenvolvimento da própria sociedade.

O sindicato não se limita a tratar dos problemas coletivos, decorrentes do exercício da própria profissão, mas igualmente se preocupa com a condição social dos trabalhadores enquanto cidadãos, estando aí a ação sindical direcionada para questões extra profissionais.

Dúvidas não existem: Um conjunto de trabalhadores tem mais força para agir do que cada um por si, individualmente. Se, por exemplo, um consumidor tiver razões para se dirigir ao governo, para protestar ou reivindicar medidas, sozinho nada consegue. Mas muitos milhares de consumidores, devidamente organizados, seguramente conseguirão. O mesmo se passa quanto aos trabalhadores!

Há trabalhadores que só pensam em sindicalizar-se quando estiverem confrontados com problemas concretos. Mas tal pode ser, porém, já demasiado tarde. O seu isolamento leva-os a formar idéias vagas e confusas perante posições difíceis, pois em algum momento anterior a entidade empregadora providenciou para que houvesse um deslize, uma ação ou uma omissão que vão prejudicar decisivamente a sua defesa.

Prevenir é sempre melhor que remediar. Os trabalhadores sindicalizados vão-se enriquecendo, de múltiplas formas, com vista à defesa dos seus interesses individuais e coletivos, devido às informações que o sindicato lhes faz chegar. Estar sindicalizado é, por isso, um investimento numa organização dos e ao serviço dos trabalhadores, onde estes constituem o eixo central de toda a sua atividade e cujos benefícios se refletem no dia a dia da sua atividade profissional.

Dr. Casemiro Laporte

OAB/PR 21.712

Endereço

Avenida Amaral Peixoto, 55 Sala 607
Niterói, RJ
24220215

Telefone

988353700

Notificações

Seja o primeiro recebendo as novidades e nos deixe lhe enviar um e-mail quando Sindicato Dos Odontologistas De Niterói posta notícias e promoções. Seu endereço de e-mail não será usado com qualquer outro objetivo, e pode cancelar a inscrição em qualquer momento.

Compartilhar