João Joaquim - Ortodontista

João Joaquim - Ortodontista Seu sorriso, nossa prioridade. Realizamos tratamentos com aparelhos ortodônticos estéticos, fixos e removíveis.

Tratamentos ortodônticos: aparelhos fixos e removíveis.

04/09/2026

Pacientes f**am ansiosos pra ver como f**ará a aparência deles quando montar o aparelho.

Então,hoje pedi ao Chat GPT (versão gratuita mesmo!):
"Aja como um ortodontista e que também é especialista em edição de imagens. Adicione aparelho ortodôntico nesta imagem e monte duas simulações: uma com aparelho ortodôntico fixo em porcelana e aparelho ortodôntico fixo em aço. Não altere a imagem original, seja bem fiel às características originais."

O que vocês acharam?
Tem sugestões?

Você já escolheu um fio ortodôntico achando que ele ia acelerar o alinhamento? A gente vai ouvindo nos stands que "esse ...
03/09/2026

Você já escolheu um fio ortodôntico achando que ele ia acelerar o alinhamento?

A gente vai ouvindo nos stands que "esse fio é mais avançado, alinha mais rápido". Mas o que os estudos clínicos mostram é bem diferente do que promete a propaganda.

Dois ensaios clínicos comparando 3 tipos de NiTi e uma revisão sistemática da Cochrane (29 estudos, quase 2000 pacientes) chegaram à mesma conclusão: a maioria dos fios iniciais tem eficiência muito parecida na fase de alinhamento. As diferenças de laboratório não se traduzem, na prática, em ganho real de velocidade.

Isso não signif**a que a escolha do fio não importa, signif**a que o critério certo pode ser outro: conforto do paciente, controle de dor e adequação à fase do tratamento, não a "tecnologia" do fio em si.

Em função dos resultados dos estudos acima, meu arco inicial de escolha é o Niti 0,014” convencional. O resultado clínico é semelhante e ainda apresenta menor custo que os “super elásticos”.

Pra mim, ciência boa nos ajuda a tratar melhor, sem cair em modismos. 💡

E você, como escolhe seus fios iniciais? Conta pra gente nos comentários 👇

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14/07/2026

Hoje foi dia de bate-bola por aqui! Respondi algumas perguntas para vocês conhecerem um pouco mais de mim e do meu jeito de trabalhar.

Um papo simples e descontraído sobre a ortodontia no dia a dia. Dá o play!

02/07/2026

Os adolescentes de hoje pesquisam, questionam e querem participar das decisões que os afetam. Com o tratamento ortodôntico não é diferente.

Por isso, quando recebo uma família em consultório, meu trabalho é duplo: trazer tranquilidade para os pais, mas, acima de tudo, fazer o adolescente entender que ele é peça-chave no sucesso do tratamento. É essencial que ele compreenda isso para se manter engajado durante o processo.

E para isso funcionar, preciso falar a linguagem deles. A analogia da viagem tem se mostrado bem efetiva.

E você, qual estratégia usaria para manter seu filho motivado durante o tratamento?

18/06/2026

A ortodontia está sempre em evolução. E, por mais que a gente tenha a base sólida da faculdade, a vida clínica é uma escola ainda mais valiosa.

Quando você se depara com as necessidades reais dos seus pacientes, percebe que o conhecimento teórico não é suficiente. Eles querem qualidade, sim. Mas também querem resultado no tempo menor. E se você não está acompanhando as inovações, você f**a para trás.

Não podemos nos manter apenas com o que aprendemos lá atrás. Precisamos estar atentos ao que tem de mais recente, equilibrar a técnica com as demandas individuais de cada paciente.

Porque no final, quem se beneficia é quem está na sua cadeira.

15/06/2026

Quantos pacientes chegam no seu consultório buscando segunda opinião porque têm medo de cirurgia? Porque já ouviram que precisam de ortognática e não se sentem seguros?

Pedro era um deles. Para outro colega, a solução era óbvia. Mas durante a avaliação, identifiquei que ele poderia resolver sem cirurgia.

Saber quando a ortodontia consegue resolver é tão importante quanto saber quando indicar cirurgia.

Quando um paciente pede segunda opinião, ele está hesitante, receoso. Ele não quer passar por um processo invasivo se não for necessário.

E quando você consegue oferecer uma solução menos invasiva, você não está apenas mudando o tratamento, você está devolvendo segurança, acolhimento e confiança.

Você está demonstrando preocupação genuína com quem está do outro lado.

11/06/2026

O paciente chega querendo um sorriso mais bonito que, muitas vezes, ele não sabe exatamente o que está incomodando ou o que precisa mudar.

Quando recebo um paciente, eu me debruço na etapa de diagnóstico para analisar as causas e as melhorias que podem ser realizadas no sorriso.

Nesse caso, observei que o contorno dos dentes estava escondido pelo lábio. Projetamos qual seria a proporção ideal de exposição dos dentes em relação ao sorriso.

E assim, temos a causa, o objetivo do tratamento e o resultado final que estamos buscando.

Tudo isso eu compartilho com meu paciente para que ele entenda o trabalho que está sendo proposto, para deixá-lo mais seguro e, o mais importante, para que ele se mantenha comprometido com o tratamento.

O tratamento ainda vai iniciar, mas agora nós sabemos exatamente onde queremos chegar.

03/06/2026

Há casos em que a ortodontia sozinha não será suficiente para um resultado estável e agradável para o paciente.

A cirurgia ortognática — feita em parceria com o cirurgião bucomaxilo — entra justamente nesse cenário. Neste caso, o garoto tinha a face muito alongada, dificuldade de fechar a boca e excesso de gengiva no sorriso. A simulação mostrou duas possibilidades: apenas ortodontia com extrações, ou ortodontia + cirurgia.

Pensando no ganho de autoconfiança e autoestima que ele teria, a cirurgia sem dúvidas foi a melhor escolha.

Série da 2ª opinião dos casos intratáveis: Ortodontia que não terminava.Quase 10 anos atrás, recebi esta paciente para a...
29/05/2026

Série da 2ª opinião dos casos intratáveis: Ortodontia que não terminava.

Quase 10 anos atrás, recebi esta paciente para avaliação. Estava insatisfeita com a lenta evolução de seu tratamento, e chegou a relatar que seu ortodontista anterior tinha chegado ao limite de correção que a dentição dela permitia.

Durante o exame, era uma Classe II, 1ª divisão e sem overjet. Tinha ainda mordida cruzada dentária entre 26/36. Mas, qual não foi a surpresa que, ao contar seus dentes, identifiquei um incisivo inferior a mais na boca, ou seja, havia dente supranumerário. Estava despercebido há 3 anos, naquele momento.

Então, para realizar seu retratamento ortodôntico, foi necessário realizar remoção de 1os pré-molares superiores e de um dos incisivos inferiores, pra poder corrigir sua dentição.

A mordida foi corrigida completamente, e deixo esta reflexão: uma ótima Ortodontia começa pelo básico: o diagnóstico. Contem os dentes antes de oferecer sistemas autoligados, alinhadores da Nasa ou aparelhos ditos inteligentes.

João Joaquim Neto CRO/AL 1827

26/05/2026

Quando o ortodontista já avalia, desde a primeira consulta, a forma do sorriso, os desníveis de gengiva e a proporção entre os dentes, ele consegue definir com muito mais clareza até onde a ortodontia pode ir e em que momento o colega da estética entra para somar.

Assim, o caso é conduzido de forma mais estratégica: primeiro, a movimentação dentária entrega o máximo de harmonia possível; depois, a estética atua em um cenário muito mais lapidado, com intervenções menores e mais previsíveis.

Para o paciente, isso se traduz em uma confiança maior: Ele não sente que está “apenas colocando aparelho”, mas sendo acompanhado por alguém que enxerga o resultado final e sabe quais passos serão necessários para chegar ao sorriso que ele quer ver no espelho.

Endereço

Rua Drive José Afonso De Melo, 118, Sala 609/Ed. Harmony Trade Center
Maceió, AL
57036-510

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