24/04/2026
Eu começo… fico em cima do muro! 😅
Eu sempre brinco que na orto não existe “receita de bolo” e o ponto principal é entender a biomecânica para ter liberdade nela. Isso também entra aqui.
Lembro que na minha pós, era preferível recolar (e nada de braquete novo não, ta?! Era remoção, limpeza, jateamento e recolagem) e as dobras acabaram ficando na teoria. Mas aí comecei a trabalhar nas “pops”, tempo curto de atendimento e a recolagem precisava ser muito bem pensada para não atrapalhar o restante da agenda, resultado: entrei no mundo das dobras.
Era lenta no início e por isso também precisava pensar o momento ideal para colocar a mão na massa nelas, sabe?! Também aproveitava quando tinha tempo livre para treiná-las. Resultado: em pouco tempo eu já amava fazer dobras.
Eu falo de liberdade pq quanto mais você domina as técnicas, mais opções de escolha você tem nos tratamentos e essa escolha, é claro, é feita pensando no melhor para cada caso. Em alguns será melhor recolar (grandes angulações, como da foto de cima ou mais de um dente para receber a finalização) e em outros, será muito mais simples e talvez só possível com dobras (torque, por exemplo).
Então você pode deixar sua preferência aqui sim. Mas se faz apenas um, por falta de prática, sugiro a reflexão. 🥰