Dr. Luis Fernando Evangelista de Oliveira

Dr. Luis Fernando Evangelista de Oliveira Consultório Odontológico. Clínica Geral e Ortodontia.

Polêmica sobre o consumo de sal.
04/11/2020

Polêmica sobre o consumo de sal.

Embora o hábito de salgar muito os alimentos seja bastante comum, muitas pessoas têm diminuído a quantidade de sal de suas dietas e algumas decidiram eliminá-lo completamente. Essas pessoas fazem isso porque acreditam na ideia de que o sal faz mal à saúde, o que não é totalmente verdadeiro. ...

"Só quando houver vacina" virou a frase da moda. Mas vejam isso:Ken Frazier, CEO da principal produtora de vacinas do mu...
19/10/2020

"Só quando houver vacina" virou a frase da moda. Mas vejam isso:

Ken Frazier, CEO da principal produtora de vacinas do mundo, a farmacêutica Merck & Co., em entrevista à Professora Tsedal Neeley, da Harvard Business School, lembrou que a vacina mais rápida já trazida ao mercado foi o medicamento da Merck contra a caxumba. Levou cerca de quatro anos.

A vacina da Merck para o Ebola levou cinco anos e meio e só neste mês foi aprovada na Europa.

A vacina para tuberculose levou 13 anos, rotavírus 15 anos e catapora 28 anos.

Frazier explicou que o processo de desenvolver uma vacina é demorado porque requer uma rigorosa avaliação científica. No caso da Covid, "nem sequer entendemos o vírus em si ou como o vírus afeta o sistema imunológico".

"Ninguém sabe ao certo se algum desses programas de vacinas produzirá ou não uma vacina como essa. O que mais me preocupa é que o público está com tanta ansiedade, tão desesperado para voltar à normalidade, que está nos empurrando [a indústria farmacêutica] para mover as coisas cada vez mais rápido", alertou.

"Há muitos exemplos de vacinas no passado que estimularam o sistema imunológico mas não conferiram proteção. E, infelizmente, há alguns casos em que não só não conferiu proteção mas ajudou o vírus a invadir a célula porque a vacina estava incompleta em termos de suas propriedades imunogênicas. Temos que ter muito cuidado", disse Frazier.

Em última análise, "se você vai usar uma vacina em bilhões de pessoas, é melhor você saber o que essa vacina faz".

"Quando as pessoas dizem ao público que vai haver uma vacina até o final de 2020, por exemplo, eu acho que fazem um grave desserviço ao público. Não queremos apressar a vacina antes de termos uma ciência rigorosa.

Vimos no passado, por exemplo, com a gripe suína, que essa vacina fez mais mal do que bem. Não temos um grande histórico de introduzir vacinas rapidamente no meio de uma pandemia. Precisamos ter isso em mente", ponderou o CEO.

No último quarto do século passado, foram desenvolvidas apenas 7 novas vacinas, 4 delas pela Merck, contra patógenos para os quais não havia anteriormente nenhuma vacina.

Para Frazier, o anúncio que uma vacina está chegando leva políticos e população a reduzirem os cuidados com o vírus.

"Há sete bilhões e meio de pessoas no planeta agora. E nunca tivemos uma vacina que tenha sido usada em população desse tamanho", afirmou o executivo.

Frasier explicou que será preciso resolver não apenas o problema de fabricar em escala que atenda esse número de pessoas, mas também descobrir formas de distribuir o medicamento, particularmente nas áreas do mundo onde as pessoas não podem pagar a vacina e também onde o desafio de chegar ao necessitado é maior.

"Precisamos de políticos que tenham a vontade e a integridade para contar a verdade às pessoas", disse o CEO da Merck.

"E quando você pensar em mandar as crianças de volta para a escola, nós vamos ter que encontrar uma maneira de fazer isso com segurança porque os pais estão presos se os filhos estão em casa”.

“Você tem que encontrar uma maneira de abrir as escolas, sem mencionar o fato de que o aprendizado remoto não funciona para todas as crianças", ponderou Frasier.

Fonte: https://hbswk.hbs.edu/item/merck-ceo-ken-frazier-speaks-about-a-covid-cure-racism-and-why-leaders-need-to-walk-the-talk

Caros, divido com voces uma opinião sensata sobre a perspectiva de uma vacina que garanta proteção ao Covid.

Abs.
HIV é um bom exemplo. 40 anos e nenhuma vacina.

VIDEO: Ken Frazier, one of only four Black CEOs of Fortune 500 companies, speaks with Professor Tsedal Neeley about the search for a coronavirus vaccine, how racism at the workplace holds back America’s progress, and his own upbringing just one generation from slavery.

Prevenção a Hipertensão.
26/08/2020

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Uso de álcool durante a gestação.
12/08/2020

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No Brasil, cerca de 50 mil bebês por ano são vítimas da Síndrome Alcoólica Fetal (SAF)

Segue cupom de desconto digital para vocês comprarem produtos Colgate nas redes de farmácias e drogarias credenciadas. V...
06/07/2020

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Válido até 31/07/2020.

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22/06/2020

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23/05/2020

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22/04/2020

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Esse material pode ser contaminado com as próprias mãos, afirmam especialistas; principal medida de prevenção é manter a higiene

Hidroxicloroquina +Azitromicina. O maior especialista em doenças infecciosas do mundo (ranking Expertscape) fala sobre c...
14/04/2020

Hidroxicloroquina +Azitromicina.

O maior especialista em doenças infecciosas do mundo (ranking Expertscape) fala sobre confinamento, te**es em larga escala e cloroquina. É fundamental ler esta entrevista, inclusive para muitos médicos por ai, antes de sair opinando sobre a questão....

Prof. Didier Raoult no jornal LE PARISIEN.
22 de março de 2020:

LE PARISIEN: O governo autorizou um grande ensaio clinico para testar o efeito da cloroquina no coronavírus. É importante para você ter obtido isso?

DIDIER RAOULT. Não, eu não ligo. Eu acho que existem pessoas vivendo na Lua que comparam os te**es terapêuticos da AIDS com uma doença infecciosa emergente.

Eu, como qualquer médico, uma vez demonstrado que um tratamento é eficaz, acho imoral não administrá-lo. É simples assim.

LE PARISIEN. O que você diz aos médicos que pedem cautela e estão reservados quanto aos seus te**es e ao efeito da cloroquina, especialmente na ausência de mais estudos?

DIDIER RAOULT. Entenda-me bem: sou um cientista e penso como um cientista com elementos verificáveis.

Eu produzi mais dados sobre doenças infecciosas do que qualquer pessoa no mundo. Sou médico, vejo pessoas doentes. Eu tenho 75 pacientes hospitalizados, 600 consultas por dia. Então as opiniões de todos, se você soubesse como eu não me importo. Na minha equipe, somos pessoas pragmáticas, não pássaros de programa de TV.

LE PARISIEN. Como você começou a trabalhar com cloroquina e concluiu que poderia ser eficaz no tratamento de coronavírus?

DIDIER RAOULT O problema neste país é que as pessoas que falam são de total ignorância. Eu fiz um estudo científico sobre cloroquina e os viruses, treze anos atrás, que foi publicado. Desde então, outros quatro estudos de outros autores mostraram que o coronavírus é sensível à cloroquina. Tudo isso não é novo.
É sufocante que o círculo de tomadores de decisão nem sequer seja informado sobre o estado da ciência.

Sabíamos da eficácia potencial da cloroquina em modelos de cultura viral. Sabíamos que era um antiviral eficaz.

Decidimos em nossas experiências adicionar um tratamento com azitromicina (um antibiótico contra pneumonia bacteriana) para evitar infecções secundárias por bactérias. Os resultados foram espetaculares em pacientes com Covid-19 quando a azitromicina foi adicionada à hidroxicloroquina.

LE PARISIEN. O que você espera de ensaios em larga escala em torno da cloroquina?

DIDIER RAOULT. Nada mesmo. Com minha equipe, acreditamos ter encontrado uma cura. E em termos de ética médica, acredito que não tenho o direito como médico de não usar o único tratamento que até agora se mostrou bem-sucedido. Estou convencido de que, no final, todos usarão esse tratamento. É apenas uma questão de tempo até que as pessoas concordem em reconhecer que erraram e dizer: essa é a coisa a fazer.

LE PARISIEN. De que forma e por quanto tempo você administra cloroquina a seus pacientes?

DIDIER RAOULT. A hidroxicloroquina é administrada na dose de 600 mg por dia, durante dez dias (na forma de Plaquenil, o nome do medicamento na França) na forma de comprimidos administrados três vezes ao dia. E 250 mg de azitromicina duas vezes no primeiro dia e depois uma vez ao dia por cinco dias.

LE PARISIEN. É um tratamento que pode ser tomado para prevenir a doença?

DIDIER RAOULT. Nós não sabemos.

LE PARISIEN. Quando você administra, quanto tempo leva para um paciente do Covid-19 se recuperar?

DIDIER RAOULT. O que sabemos no momento é que o vírus desaparece após seis dias.

LE PARISIEN. Você entende, no entanto, que alguns de seus colegas pedem cautela com este tratamento?

DIDIER RAOULT. As pessoas dão sua opinião sobre tudo, mas só falo do que sei: afinal, não fico por ai dando minha opinião sobre a composição da seleção francesa! Todo mundo tem seu próprio trabalho. Hoje, a comunicação científica neste país é semelhante à conversa de botequim.

LE PARISIEN. Mas não existem regras de prudência a serem respeitadas antes de administrar um novo tratamento?

DIDIER RAOULT. Para aqueles que dizem que precisamos de trinta estudos multicêntricos e mil pacientes incluídos, respondo que, se aplicássemos as regras dos atuais metodologistas, teríamos que refazer um estudo sobre o interesse do paraquedas. Pegue 100 pessoas, metade com pára-quedas e a outra sem e conte os mortos no final para ver o que é mais eficaz.

Quando você tem um tratamento que funciona contra zero outro tratamento disponível, esse tratamento deve se tornar a referência. E é minha liberdade prescrever como médico. Não precisamos obedecer às ordens do governo para tratar os doentes.

As recomendações da Alta Commissao da Saude são uma indicação, mas não nos obrigam. Desde Hipócrates, o médico faz o melhor que pode, no estado de seu conhecimento e no estado da ciência.

LE PARISIEN. E quanto aos riscos de graves efeitos indesejáveis relacionados ao uso de cloroquina, especialmente em altas doses?

DIDIER RAOULT. Ao contrário do que algumas pessoas dizem na televisão, a nivaquina (o nome de uma das dr**as projetadas à base de cloroquina) é bastante menos tóxica que o doliprano ou a aspirina ingerida em altas doses. Em qualquer caso, um medicamento não deve ser tomado de ânimo leve e sempre deve ser prescrito por um clínico geral.

LE PARISIEN. Você está ciente da imensa esperança de cura para os pacientes?

DIDIER RAOULT. Vejo acima de tudo que existem médicos que me escrevem diariamente em todo o mundo para descobrir como tratamos doenças com hidroxicloroquina.

Recebi telefonemas do Hospital Geral de Massachusetts e da Clínica Mayo em Londres. Os dois maiores especialistas do mundo, um em doenças infecciosas e outro em tratamentos com antibióticos, entraram em contato comigo pedindo detalhes sobre como configurar esse tratamento. E até Donald Trump twittou sobre os resultados de nossos te**es.

É apenas neste país que não está claro quem eu sou! Não é porque aqui em Marselha não vivemos dentro do anel viário de Paris que não fazemos ciência. Este país se tornou Versalhes no século XVIII!

LE PARISIEN. O que você quer dizer com isso?

DIDIER RAOULT. Estamos fazendo perguntas franco-francesas e até parisiano-parisienses. Mas Paris está completamente fora de sintonia com o resto do mundo. Tomemos o exemplo da Coréia do Sul e da China, onde não há mais casos novos. Nesses dois países, eles decidiram há muito tempo realizar te**es em larga escala para poder diagnosticar pacientes infectados mais cedo. Esse é o princípio básico do gerenciamento de doenças infecciosas.
Mas chegamos a um nível de loucura tal que os médicos que aparecem na TV não aconselham mais diagnosticar a doença, mas dizem às pessoas para ficarem confinadas em suas casas. Isto não é Medicina.

LE PARISIEN. Você acha que confinar a população não será eficaz?

DIDIER RAOULT. Nunca antes isso foi feito nos tempos modernos.

Estávamos fazendo isso no século 19 para a cólera em Marselha. A idéia de limitar as pessoas para bloquear doenças infecciosas nunca foi comprovada. Nem sabemos se funciona.

É improvisação social e não medimos seus efeitos colaterais. O que acontecerá quando as pessoas ficarem trancadas, a portas fechadas, por 30 ou 40 dias? Na China, há relatos de suicídios por medo do coronavírus. Alguns vão lutar entre si.

LE PARISIEN. Deveríamos, como exige a Organização Mundial da Saúde, generalizar os te**es na França?

DIDIER RAOULT. Vamos ter a coragem de dizê-lo: a gambiarra ao estilo francês, não funciona. A França faz apenas 5.000 te**es por dia, quando a Alemanha realiza 160.000 por semana! Existe um tipo de discordancia. Nas doenças infecciosas, diagnosticamos pessoas e, uma vez obtido o resultado, as tratamos.
Especialmente porque estamos começando a ver pessoas portadoras do vírus, aparentemente sem sinais clínicos, mas que, em um número não desprezível de casos, já têm lesões pulmonares visíveis no scanner mostrando que estão doentes. Se essas pessoas não forem tratadas a tempo, existe um risco razoável de se encontrarem depois em terapia intensiva, onde será muito difícil salva-las.

Testar pessoas apenas quando já estão gravemente doentes é, portanto, uma maneira extremamente artificial de aumentar a mortalidade.

LE PARISIEN. E devemos generalizar o uso de máscaras?

DIDIER RAOULT. É difícil de avaliar. Sabemos que elas são importantes para o pessoal da saúde, porque são as poucas pessoas que realmente têm um relacionamento muito próximo com os pacientes quando os examinam, às vezes a 20 cm do rosto. Não está claro até que ponto os vírus voam. Mas dificilmente mais que um metro. Portanto, além dessa distância, pode não fazer muito sentido usar uma máscara. De qualquer forma, é nos hospitais que essas máscaras devem ser enviadas como prioridade para proteger os cuidadores.

Na Itália e na China, uma parte extremamente grande dos pacientes acabou sendo o pessoal de saúde.

Entre matamore et maths à mort, l'infectiologue revient sur les critiques et les enjeux du moment.

05/04/2020

Mais uma novidade “quentinha” do front científico: a relação entra vacinação com a BCG e a morbimortalidade da COVID-19.

Estudo de revisão epidemiológica procurou associar se havia alguma proteção aos eventos mais graves da COVID-19 na população que recebeu a vacina BCG.
Para quem não sabe, a BCG é uma vacina que tomamos no primeiro mês de vida aqui no Brasil (no nosso país é aplicada desse 1927) para prevenção de formas mais graves de tuberculose e é a responsável por aquela marquinha que você tem no braço direito, normalmente na altura da inserção do deltoide. Já se sabe que ela tem um efeito modulador da resposta imune e, inclusive, é usada em casos de câncer de bexiga e parece diminuir a possibilidade de diabetes tipo 1 e outras infecções respiratórias em crianças.

O estudo em questão observou que os países que vacinam com a BCG de forma obrigatória em seu calendário vacinal, como o Brasil e o Japão, APRESENTAM FORMAS MAIS BRANDAS da COVID-19, ao contrário da Itália e EUA que NÃO VACINAM!

Estudos estão acontecendo para ver se adiantaria vacinar os idosos desses países agora (não aqui no Brasil porque a maioria dos idosos já foi vacinada quando criança) uma vez que a vacina demoraria por volta de 4 a 12 semanas para estimular essa imunidade.

E aí? Você tem a marquinha no braço?

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