Dra. Thayssa Carvalho

Dra. Thayssa Carvalho Cirurgiã - Dentista que visa o atendimento especializado e humanizado. Experiências inesquecíveis são traduzidas através de sorrisos, então venha cuidar do seu.

Além disso, a saúde começa na boca. Se cuide, marque já a sua consulta.

 # Relato de parto  # Ainda no inicio da minha internação ouvi várias vezes e de vários profissionais que um parto norma...
17/08/2026

# Relato de parto #

Ainda no inicio da minha internação ouvi várias vezes e de vários profissionais que um parto normal seria melhor para ela, para seu desenvolvimento. Então claro que iria tentar.

Comecei a sentir umas contrações na noite do dia 23 de julho. Elas se estenderam só até a tarde do dia 24, pois conseguimos inibi-las com medicação. No dia 27 de julho, às 3h da manhã, elas voltaram e, dessa vez, não teve medicação capaz de cessá-las.

Na manhã desse mesmo dia, o médico me examinou e eu estava com apenas 1 cm de dilatação. As dores se estenderam até o dia 28 de julho. Mais uma madrugada em claro. Aí, o intervalo já era menor e as dores, mais fortes.

Pela manhã, a médica avaliou e eu estava com 6 cm de dilatação. Foi aí que, depois de exatos 30 dias, eu levantei da cama pela primeira vez. Não sentia minhas pernas, meus pés formigavam e eu não conseguia sequer me manter em pé sem ajuda.

As dores foram ficando cada vez mais intensas até que, às 18h, fui reavaliada e a médica falou: “Está completa, 10 cm de dilatação e já estou sentindo ela. Vai nascer! Vamos para a sala de parto.”

E assim fiz. Fui para a sala de parto de cadeira de rodas e carregada de um canto para outro, pois, além de estar fraca pelo tempo deitada, estava há duas noites sem dormir e sem comer. Fiquei super enjoada depois que levantei da cama e vomitei tudo o que consegui comer minutos antes de ir para a sala de parto. Deus mais uma vez me sustentou e eu ainda conseguia botar o sorriso no rosto ao pensar que ela estava vindo.

Chegando lá, dei meu máximo. Deus sabe que dei. Mas não conseguia ficar em pé para fazer nenhum exercício e, por sentir tudo ali quieta, me deram ocitocina achando que minhas dores estavam “fugaz”. Depois disso, minhas dores ficaram insuportáveis e praticamente sem intervalo. Abro aqui um parênteses para enaltecer a equipe de enfermagem que conseguiu, na medida do possível, deixar tudo mais leve e mais confortável pra mim. Vocês são parte da nossa história e eu não tenho palavras para agradecer.

Maitê já estava encaixada, já tinha entrado no canal e assim ficou “presa” por um tempo, pois, já ali no finalzinho, perdi as forças de vez.

Minha gestação, desde o início, foi turbulenta. Não foi como a gente vê no Instagram ou nas revistas. Não foi cheia de d...
16/08/2026

Minha gestação, desde o início, foi turbulenta. Não foi como a gente vê no Instagram ou nas revistas. Não foi cheia de disposição, treinos, só alegria e emoção. Foram muitos sustos, muitas intercorrências, muitos exames, muitas idas à urgência, até que chegou o dia em que mais senti medo na minha vida: 28 de junho de 2026.

Minha bolsa estourou com 29 semanas. Meu coração era só angústia, e as lágrimas eram de desespero. O médico foi claro: “Você precisa ficar internada agora e temos que segurar o máximo possível. Ela está muito prematura, e ter ela agora é arriscado. Ela vai nascer antes do tempo, mas, quanto mais prolongarmos, menos tempo de UTI”.

Nossa, eu nunca vou conseguir explicar o que senti ali. Só queria acordar daquele pesadelo. Só me perguntava: por que isso está acontecendo com a gente? E foi a partir dali que comecei a criar uma conexão inexplicável com minha filha. Eu conversava com ela todos os dias, escutávamos músicas, cantava para ela, pedia para ela segurar só mais um pouquinho.

Foram 30 dias restrita ao leito. Até tocar na barriga precisava ser evitado. Perdi vários momentos importantes e especiais, entre eles o casamento da minha irmã, o encontro com minha família que mora fora, meu ensaio de gestante, meu chá de bebê, os últimos detalhes do quartinho dela, a organização das roupinhas, a preparação para a sua chegada e a “despedida” da nossa vida a dois. Enfim… muitos momentos idealizados ficaram para trás e tudo aconteceu de supetão.

Foram dias carregados também de muitos sustos e desconfortos físicos: injeções diárias, trocas de acessos bem constantes, muitas coletas de sangue, dores na coluna, arritmia, suspeita de descolamento de placenta, muito líquido sendo perdido, sangramento, coágulos, diabetes gestacional que apareceu nas últimas semanas e por aí vai.

O primeiro São João em que somos 3 💚🤍Se eu faço questão de registrar as primeiras vezes dela com a gente ainda na barrig...
25/06/2026

O primeiro São João em que somos 3 💚🤍

Se eu faço questão de registrar as primeiras vezes dela com a gente ainda na barriga, imagina quando ela nascer? K*k 🥹✨

Parece meu aniversário, mas é a primeira copa de Maitê e o aniversário da priminha Isadora kk 🤍💞 Será que vai ser muito ...
14/06/2026

Parece meu aniversário, mas é a primeira copa de Maitê e o aniversário da priminha Isadora kk 🤍💞 Será que vai ser muito babada?

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