08/05/2026
O guia tomográfico é construído a partir de uma prótese. No projeto do guia, geralmente, quando há uma prótese total totalmente adaptada, selada e em condições ideais, é possível duplicá-la e encaminhá-la para a radiologia já com os pontos radiopacos posicionados em padrão de zig-zag.
Esses pontos são fundamentais para a leitura tomográfica e para a precisão do planejamento.
Porém, se for utilizada uma prótese antiga, desadaptada ou com falhas, o guia irá herdar essas imperfeições — e elas serão transferidas para o guia cirúrgico, comprometendo a precisão do processo.
Outra possibilidade é partir da construção de uma nova prótese, que será utilizada como referência para o planejamento e também poderá ser usada na técnica de captura para carga imediata, dependendo da situação clínica.
Esse processo, idealmente, deve ser realizado em laboratório, a não ser que a clínica disponha de equipamentos e estrutura adequados para essa etapa.
No LAPD, cada detalhe é pensado para que o planejamento comece com precisão — porque a qualidade do guia cirúrgico depende diretamente da qualidade do guia tomográfico.
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