15/05/2026
A odontologia nos ensinou muito sobre Técnica.
Pouco sobre quando executar.
Quase nada sobre por quê.
E é exatamente aí que começa a maioria dos problemas em reabilitação oral.
O dentista sabe fazer resina.
Sabe fazer cerâmica.
Aprendeu sobre DVO.
Domina o protocolo.
Mas quando o paciente senta na cadeira com desgaste generalizado, a pergunta que trava não é técnica.
É: por onde eu começo?
Esse caso precisa de aumento de DVO — ou não?
Se sim, quanto?
Se não, como eu restauro sem espaço?
Esse desgaste ainda está ativo ou já estabilizou?
Estou olhando para uma adaptação ou para um colapso em andamento?
Essas perguntas não têm resposta no curso de resina.
Não têm resposta no protocolo de cerâmica.
Não têm resposta no número de milímetros de DVO.
Têm resposta no raciocínio clínico que vem antes de qualquer execução.
É sobre isso que eu falo aqui.
Reabilitação oral de pacientes com desgaste dental do diagnóstico à execução, com função e longevidade.
Não como protocolo.
Como decisão clínica consciente.
📌 Se você já ficou travado diante de um caso assim, salva esse post. Você está no lugar certo.