18/06/2026
Por que saímos da faculdade de odontologia sabendo fazer uma restauração de classe 2 perfeita, mas sentimos um frio na barriga quando um paciente com desgaste severo entra no consultório?
O ensino tradicional muitas vezes nos forma como excelentes executores de técnicas isoladas. Aprendemos a usar a resina, a escolher a cor, a fazer o preparo para coroa total. Mas o raciocínio clínico integrado raramente nos é ensinado com clareza.
Quando chega aquele paciente com todos os dentes curtos, perda de suporte posterior e colapso de dimensão vertical, nós travamos. Falta saber por onde começar. Falta saber como decidir com segurança e previsibilidade.
A insegurança clínica não é uma falha sua. É o resultado de um modelo de ensino focado em velocidade e execução automática, em vez de diagnóstico e planejamento estratégico.
Eu também passei por essa insegurança no início da minha carreira. E o que me deu clareza foi entender que a odontologia de excelência exige um mapa seguro. Exige saber dar um passo de cada vez: compreender a etiologia, testar na fase reversível e executar com precisão biomecânica.
Se você quer preencher esse gap que a faculdade deixou e aprender a planejar reabilitações com calma, clareza e direção, siga meu perfil. Estou aqui para caminhar junto com você nessa jornada.