Dentista Karla Forte

Dentista Karla Forte Dra. Atendimento com planejamento completo | Ji-Paraná

Karla Forte
Cirurgiã-Dentista CRO/RO 4038
Especialista em Reabilitação Oral Estética e Funcional
Professora | Mentora
Reabilito mais que dentes, reestabeleço função, estética e bem-estar em cada caso.

Por que saímos da faculdade de odontologia sabendo fazer uma restauração de classe 2 perfeita, mas sentimos um frio na b...
18/06/2026

Por que saímos da faculdade de odontologia sabendo fazer uma restauração de classe 2 perfeita, mas sentimos um frio na barriga quando um paciente com desgaste severo entra no consultório?

O ensino tradicional muitas vezes nos forma como excelentes executores de técnicas isoladas. Aprendemos a usar a resina, a escolher a cor, a fazer o preparo para coroa total. Mas o raciocínio clínico integrado raramente nos é ensinado com clareza.

Quando chega aquele paciente com todos os dentes curtos, perda de suporte posterior e colapso de dimensão vertical, nós travamos. Falta saber por onde começar. Falta saber como decidir com segurança e previsibilidade.

A insegurança clínica não é uma falha sua. É o resultado de um modelo de ensino focado em velocidade e execução automática, em vez de diagnóstico e planejamento estratégico.

Eu também passei por essa insegurança no início da minha carreira. E o que me deu clareza foi entender que a odontologia de excelência exige um mapa seguro. Exige saber dar um passo de cada vez: compreender a etiologia, testar na fase reversível e executar com precisão biomecânica.

Se você quer preencher esse gap que a faculdade deixou e aprender a planejar reabilitações com calma, clareza e direção, siga meu perfil. Estou aqui para caminhar junto com você nessa jornada.

Um dos maiores receios de quem começa a reabilitar pacientes com desgaste dental é saber quando aumentar a DVO.E, muitas...
16/06/2026

Um dos maiores receios de quem começa a reabilitar pacientes com desgaste dental é saber quando aumentar a DVO.

E, muitas vezes, esse medo surge porque a decisão parece subjetiva.

Mas ela não deveria ser.

Alterar a Dimensão Vertical de Oclusão não é uma questão de coragem, nem de preferência clínica.

É uma questão de diagnóstico.

Quando existem sinais claros de perda de estrutura dental, ausência de espaço restaurador ou necessidade de validação funcional, o aumento da DVO deixa de ser uma possibilidade e passa a fazer parte da solução.

O problema é que muitos profissionais tentam resolver casos complexos sem criar espaço suficiente para a reabilitação.

E, nesse processo, acabam removendo ainda mais estrutura dental saudável ou entregando tratamentos com menor previsibilidade.

Por isso, antes de pensar em como aumentar a DVO, é preciso entender quando ela realmente deve ser alterada.

Neste carrossel, compartilho 3 critérios clínicos que me ajudam a tomar essa decisão com mais segurança e previsibilidade.

📌 Salve este post para consultar nos seus planejamentos.

E me conta nos comentários: qual desses critérios gera mais insegurança para você hoje?

15/06/2026

Quando um caso com desgastes severo recebe facetas sem diagnóstico e sem o aumento de DVO,
o problema não desaparece.

Ele só muda de forma e volta em fraturas, falhas e insatisfação estética.

Aqui o foco já não é só restaurar.
É reorganizar a DVO para devolver função.

O desgaste dental raramente é apenas um problema dos dentes.Por trás dele, podem existir fatores biológicos, funcionais ...
10/06/2026

O desgaste dental raramente é apenas um problema dos dentes.

Por trás dele, podem existir fatores biológicos, funcionais e comportamentais que continuam atuando mesmo depois da restauração.

Quando a atenção f**a apenas na escolha do material, o risco é restaurar a consequência e ignorar a causa.

Por isso, reabilitar não começa pela resina ou pela cerâmica.

Começa pelo diagnóstico.

Porque a longevidade de qualquer tratamento depende muito mais da compreensão do problema do que da técnica utilizada para corrigi-lo.

Quando olhamos para um sorriso com dentes curtos, fraturados e sem guias, a nossa mente técnica tende a focar imediatame...
03/06/2026

Quando olhamos para um sorriso com dentes curtos, fraturados e sem guias, a nossa mente técnica tende a focar imediatamente na restauração. Pensamos na cor da resina, no desenho do preparo, na marca do adesivo.

Mas o dente desgastado é apenas a ponta do iceberg. Ele é o sintoma físico de uma história muito mais profunda que envolve o estilo de vida do paciente.

Pode ser o apertamento de vigília causado pela ansiedade e pelo estresse do trabalho. Pode ser a erosão ácida silenciosa causada pelo refluxo gastroesofágico durante a noite. Ou pode ser o bruxismo do sono associado a distúrbios respiratórios como a apnéia.

Se nós, como cirurgiões-dentistas, ignoramos esses fatores na anamnese e vamos direto para a execução técnica, o nosso trabalho lindo está condenado ao fracasso. A resina vai quebrar. A cerâmica vai lascar. E o paciente vai voltar frustrado.

A odontologia de excelência não começa na broca. Começa na escuta atenta, no diagnóstico integrado e na compreensão de por que aquele caso chegou até ali. Antes de decidir como restaurar, precisamos compreender a etiologia.

Se você busca uma odontologia baseada em ciência com calma, excelência invisível e propósito de serviço, siga meu perfil. Aqui nós discutimos o planejamento reabilitador além da técnica.

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