28/03/2018
Um sorriso perfeito faz a diferença na vida de qualquer pessoa: aumenta a autoestima, a convivência social, além de ser um incentivo para o cuidado ainda maior com a saúde bucal. Por isso, o clareamento dental é um dos procedimentos odontológicos estéticos mais procurados, mas que também gera muitas dúvidas.
O dente possui pigmentos em seus tecidos superficiais e profundos. Estes pigmentos vêm principalmente da dieta rica em corantes. O agente clareador é capaz de penetrar na estrutura dental e reagir quimicamente com estes pigmentos, quebrando-os em moléculas muito menores, que refletem a luz de maneira diferente – e podem inclusive ser difundidos para fora da estrutura dental, causando a diferença visual de dentes mais claros.
A indicação é que o clareamento dental seja evitado por gestantes, lactantes e pessoas abaixo de 15 anos (nessa idade, a câmara pulpar ainda é muito ampla, e isso pode tornar os efeitos da sensibilidade mais intensos). Para quem não se encaixa nessas categorias, o clareamento dental está livre, desde que a saúde bucal seja atestada por um cirurgião-dentista.
Somente o profissional poderá indicar qual o tratamento correto e qual a concentração adequada do gel clareador para cada caso. Além disso, há uma série de procedimentos prévios que apenas o dentista consegue fazer, como tratamento de cáries, gengivite, restaurações com infiltrações, dentes com trincas, recessão gengival, etc. O uso de gel clareador é contraindicado para pacientes que não puderem solucionar os problemas acima.