20/08/2026
Quando a maxila atrófica exige mais do que uma única forma de ancoragem.
Segue o antes e depois de um caso de reabilitação de maxila severamente atrófica, realizado durante nossos cursos, sob a coordenação do Prof. Dr. Marcio Marques e do Prof. Dr. Lucio Souza.
A paciente já fazia uso de prótese protocolo inferior, porém apresentava uma condição de atrofia importante na maxila, tornando a reabilitação com implantes convencionais limitada.
Para buscar estabilidade e distribuição adequada das ancoragens, o planejamento combinou três alternativas de ancoragem em regiões extramaxilares e estratégicas:
🔹 Implantes zigomáticos, utilizando o osso zigomático como ancoragem;
🔹 Implantes transnasais, explorando uma trajetória de ancoragem através da região nasal;
🔹 Implantes pterigóides, proporcionando ancoragem posterior e contribuindo para a distribuição do suporte protético.
Nas imagens, é possível comparar a condição inicial e o resultado após a reabilitação, tanto clinicamente quanto nas radiografias panorâmicas.
Mais do que demonstrar técnicas cirúrgicas, casos como este representam um dos principais objetivos dos nossos cursos: ensinar o profissional a planejar a maxila atrófica como um problema tridimensional, conhecendo diferentes possibilidades de ancoragem e sabendo quando associá-las.
Porque, nos casos complexos, não existe uma técnica que resolva tudo. Existe diagnóstico, planejamento e domínio das diferentes possibilidades cirúrgicas.
📚 Formação em Reabilitação de Maxilas Atróficas
Cirurgias realizadas em ambiente de ensino, com planejamento e supervisão dos professores.
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