Luciana Pimenta - Harmonização Orofacial e Ortodontia Digital

Luciana Pimenta - Harmonização Orofacial e Ortodontia Digital Bem vindo(a) à nossa página! Dentista e consultório odontológico

Aqui, você vai encontrar um pouquinho do que fazemos em nosso dia a dia: ortodontia e ortopedia facial e aparelhos ortodônticos, harmonização orofacial, clareamento dental...
Ficamos felizes em ter você aqui conosco!

20/08/2026

Na estética regenerativa facial, produto e técnica precisam responder ao que aquele tecido realmente precisa. Quando você vê o procedimento sendo feito, boa parte das decisões já aconteceu antes.

Agora é deixar o tecido responder.

Existe uma ideia que eu aprendi a questionar há muitos anos: a de que colocar limites, sustentar uma opinião ou dizer “n...
19/08/2026

Existe uma ideia que eu aprendi a questionar há muitos anos: a de que colocar limites, sustentar uma opinião ou dizer “não” faz de alguém uma pessoa difícil.

Na vida, isso costuma incomodar quem estava confortável com a nossa falta de limite. E na minha profissão acontece algo parecido. Depois de mais de duas décadas atendendo pacientes, estudando, ensinando outros profissionais e acompanhando de perto os resultados de diferentes tratamentos, uma coisa ficou muito clara para mim: ser uma boa profissional não significa concordar com tudo o que o paciente pede.

Às vezes, o melhor atendimento começa justamente quando eu digo:
“Isso eu não faria em você.”
“Você não precisa desse procedimento agora.”
“Essa quantidade não combina com o seu rosto.”
“Existe uma opção mais adequada para o seu caso.”
Pode parecer contraditório em uma área em que tantas pessoas chegam ao consultório já sabendo o nome do procedimento que querem fazer, mas procedimento não é diagnóstico. E desejo não substitui indicação.

Na Harmonização Orofacial, principalmente, manter critérios, respeitar anatomia, entender envelhecimento e saber até onde ir faz parte do tratamento tanto quanto dominar uma técnica. Eu prefiro perder uma venda a realizar algo em que não acredito, minhas pacientes sabem disso, pois depois de tantos anos trabalhando com faces, aprendi que autoridade também aparece naquilo que um profissional escolhe não fazer. É esse critério que eu levo para cada paciente que senta na minha cadeira.

Se você procura alguém que simplesmente execute o procedimento que você escolheu, talvez existam muitos caminhos. Se procura uma profissional que avalie o seu rosto, explique o que realmente faz sentido e tenha segurança para dizer inclusive quando é melhor não fazer, é assim que eu trabalho.

Essa frase vale para tanta coisa na vida, inclusive para a maneira como lidamos com expectativas e resultados.Às vezes, ...
18/08/2026

Essa frase vale para tanta coisa na vida, inclusive para a maneira como lidamos com expectativas e resultados.

Às vezes, esperar um pouco menos e olhar para o que é possível de verdade muda bastante a experiência.

Talvez uma das coisas mais difíceis de aceitar na vida adulta seja perceber que algumas escolhas que nos trouxeram até a...
18/08/2026

Talvez uma das coisas mais difíceis de aceitar na vida adulta seja perceber que algumas escolhas que nos trouxeram até aqui já não conseguem nos levar para onde queremos ir. E eu aprendi isso vivendo.

Depois de mais de 26 anos construindo uma carreira, estudando, me especializando, atendendo, ensinando, assumindo responsabilidades e conquistando espaços importantes para mim, eu poderia simplesmente continuar repetindo aquilo que sempre fiz. Esse seria o caminho mais conhecido, mas aprendi a me perguntar de tempos em tempos: a vida que as minhas escolhas estão construindo hoje ainda combina com a vida que eu quero viver daqui para frente?

Escolhas estão presentes naquilo que você continua aceitando, e não somente nas grandes decisões. No que adia há anos, nas oportunidades que recusa por medo, nos lugares onde permanece apenas porque já conhece e até mesmo na versão de você que continua tentando sustentar, mesmo quando ela já não representa quem você se tornou.

Eu também já precisei rever planos que pareciam muito certos no papel e mudar de direção quando permanecer seria mais confortável. Hoje estou construindo caminhos que, alguns anos atrás, provavelmente nem fariam parte dos meus planos.

Isso me ensinou uma coisa importante. Mudar de escolha não significa desvalorizar tudo o que você construiu antes. Existem escolhas que foram absolutamente certas para uma determinada fase da nossa vida e que simplesmente deixam de servir para a próxima. E maturidade, para mim, também está em perceber isso sem transformar o passado em erro.

Quando olho para essa frase do card, não penso em culpa. Existem circunstâncias que não escolhemos e acontecimentos que fogem do nosso controle. Eu penso na parte que continua nas nossas mãos: o que faço com o que aconteceu, o que continuo permitindo, o que decido repetir e qual direção escolho a partir dali.

Talvez a pergunta mais interessante não seja: “O que eu quero que mude na minha vida?” Talvez seja: “Que escolha minha precisa mudar para que esse novo resultado tenha espaço para acontecer?” Quando respondida de verdade, essa pergunta diz muito.

Durante muito tempo, eu achei que mudar de direção significava colocar em dúvida tudo o que eu já tinha construído. Hoje...
17/08/2026

Durante muito tempo, eu achei que mudar de direção significava colocar em dúvida tudo o que eu já tinha construído.

Hoje eu penso diferente. Eu construí uma carreira de mais de 26 anos. Atendi milhares de horas em consultório, me especializei, fiz mestrado, dei aulas, assumi responsabilidades, construí meu nome e uma vida inteira em torno da minha profissão. E mesmo assim, em alguns momentos, precisei olhar para a minha própria vida e me perguntar: Eu ainda quero continuar exatamente por aqui?

Essa talvez tenha sido uma das perguntas mais desconfortáveis que aprendi a fazer, por que permanecer no caminho conhecido costuma ser mais fácil. Você já sabe fazer, já conquistou seu espaço, as pessoas reconhecem você por aquilo.

Mudar exige admitir que aquilo que fez sentido durante muitos anos pode não representar mais tudo o que você quer viver daqui para frente. E eu já fiz isso mais de uma vez. Já mudei planos, revi decisões importantes, comecei projetos novos, encerrei outros, voltei atrás quando percebi que precisava voltar e, mais recentemente, comecei a construir uma nova possibilidade profissional.

Nada disso apaga a minha história. Pelo contrário, é justamente tudo o que vivi até aqui que me permite escolher de uma forma diferente hoje. Talvez o verdadeiro significado de dizer “já chega disso” não seja abandonar uma vida. Pode ser simplesmente parar de viver no automático e perceber que você continua tendo o direito de escolher o próximo capítulo, mesmo depois dos 40 ou dos 50 ou de uma carreira construída. Mesmo quando, olhando de fora, parece que você já deveria estar satisfeita com tudo o que conquistou.

Eu aprendi que não existe uma idade em que a gente perde o direito de mudar de ideia sobre a própria vida. E talvez alguma coisa dentro de você já esteja tentando dizer isso há algum tempo.

Tem alguma área da sua vida em que você sente que está chegando o momento de dizer: “já chega disso”?

Tem uma frase que eu escuto muito na avaliação: “Eu queria fazer alguma coisa, mas tenho medo de ficar com aquele rosto ...
17/08/2026

Tem uma frase que eu escuto muito na avaliação: “Eu queria fazer alguma coisa, mas tenho medo de ficar com aquele rosto inchado.” E eu entendo de onde esse medo veio.

Durante muito tempo, muitos profissionais da estética olhavam para um rosto que começou a ceder e pensavam imediatamente em volume. Então parecia lógico: faltou sustentação, coloca alguma coisa ali.

Só que eu faço uma pergunta antes. Como está esse tecido? Porque colocar volume em um tecido que perdeu sustentação pode ser parecido com colocar mais peso num elástico que já está frouxo. O problema não começou pela falta de peso.

É por isso que eu prefiro primeiro entender o que aquele tecido ainda consegue responder com regeneração. Depois disso, se houver uma região em que o preenchimento realmente tenha indicação, ele entra. Eu uso preenchimento. O que muda é a ordem e principalmente o motivo para usá-lo e a quantidade.

Então esse é o nosso combinado da semana: antes de perguntar “o que eu faço no meu rosto?”, pergunte “por que estão me indicando isso?”.

Se você quer entender o que faz sentido para o seu rosto hoje, a avaliação começa justamente por aí.

Tem uma coisa que envelhece o rosto mais rápido do que muita gente imagina: gastar energia tentando corrigir tudo, sem e...
17/08/2026

Tem uma coisa que envelhece o rosto mais rápido do que muita gente imagina: gastar energia tentando corrigir tudo, sem entender o que realmente está provocando a mudança.

Na harmonização orofacial, essa lógica também vale. Quando a flacidez facial começa a aparecer, é comum olhar para cada linha, cada sulco, cada pequena mudança no espelho e pensar que tudo precisa ser tratado ao mesmo tempo.

Só que um rosto não deve ser analisado por partes isoladas. Flacidez facial envolve qualidade da pele, perda de colágeno, sustentação dos tecidos, proporções e o próprio processo de envelhecimento facial.

É por isso que uma boa avaliação é a chave para delinear a estratégia de tratamento. O objetivo é reconhecer o que realmente está interferindo na harmonia do rosto e direcionar o tratamento para aquilo que pode gerar mais equilíbrio, sustentação e naturalidade.

Essa é uma das maiores diferenças entre simplesmente fazer procedimentos e compreender harmonização orofacial. Quanto mais técnica existe por trás da escolha, menos o rosto precisa parecer “feito”.

Agora quero deixar uma pergunta para você: Quando você olha para o seu rosto, está tentando corrigir tudo o que mudou ou já entendeu qual mudança realmente está incomodando você?

Existe uma crença que ainda faz muita gente adiar o cuidado com a flacidez facial: a ideia de que, para melhorar o rosto...
16/08/2026

Existe uma crença que ainda faz muita gente adiar o cuidado com a flacidez facial: a ideia de que, para melhorar o rosto, é preciso mudar o rosto. E não é assim.

Depois de alguns anos trabalhando com harmonização orofacial, uma coisa ficou cada vez mais clara para mim. O melhor resultado não é aquele que faz alguém perguntar “o que você fez?”, mas aquele que faz a pessoa dizer “você está diferente, está com uma aparência melhor”.

Flacidez envolve perda de colágeno, mudanças na estrutura facial, qualidade da pele, sustentação e até características individuais de cada paciente, por isso não é apenas uma questão de idade. Sendo assim, tratar flacidez não significa simplesmente preencher ou “esticar”, mas entender o que aquele rosto precisa.

Às vezes, menos produto entrega mais resultado ou o que precisa ser tratado está em uma camada que a pessoa nem imaginava, e nem sempre o caminho é volume. É justamente aí que entra a diferença entre fazer um procedimento e construir um planejamento facial.

Quanto mais tempo trabalho com harmonização, menos acredito em receitas prontas. Cada face tem um histórico, uma estrutura e um processo de envelhecimento diferente, que precisam ser considerados.

Agora quero saber a sua percepção. Quando você pensa em harmonização facial, você ainda associa o procedimento a mudar o rosto ou já enxerga como uma forma de cuidar do envelhecimento preservando suas características?

Escreva sua reflexão nos comentários.

A balança pode mostrar que você emagreceu, mas ela não mostra tudo o que aconteceu com o seu rosto durante esse processo...
14/08/2026

A balança pode mostrar que você emagreceu, mas ela não mostra tudo o que aconteceu com o seu rosto durante esse processo. Quando existe uma perda importante de peso, não perdemos volume apenas na cintura, braços ou abdômen. A face também pode sofrer mudanças.

E é justamente aqui que muita gente se surpreende. Estudos sobre grandes perdas de peso já observaram alterações como perda de volume na região das bochechas, maior flacidez na face e no pescoço e mudanças que podem deixar alguns sinais do envelhecimento mais aparentes. Por isso, depois de emagrecer, algumas pessoas chegam ao consultório dizendo: “Eu estou feliz com meu corpo, mas parece que meu rosto mudou muito.” E mudou mesmo.

Não significa que emagrecer fez mal para você, significa apenas que peso corporal e composição facial são coisas diferentes. Na harmonização orofacial, meu olhar não começa pensando em “colocar volume”. Primeiro eu avalio o que aconteceu com aquela face. Houve perda de sustentação? Existe flacidez?
A qualidade da pele mudou? Quais regiões realmente precisam ser tratadas? E quais não precisam de absolutamente nada?

Um bom planejamento não deveria tentar devolver outro rosto para você, na verdade, ele só precisa respeitar sua anatomia, sua fase de vida e aquilo que realmente mudou durante o emagrecimento.

Agora quero saber de você. Você já percebeu alguma mudança no seu rosto depois de emagrecer? Me conta nos comentários.

E se você passou por uma perda de peso e quer entender o que pode ser feito no seu caso, me chama no direct para saber mais sobre a avaliação especializada.

Tem resultado que me faz pensar menos no que ainda posso fazer e mais no que eu ainda não entendi. Peraí que eu explico:...
14/08/2026

Tem resultado que me faz pensar menos no que ainda posso fazer e mais no que eu ainda não entendi. Peraí que eu explico:

Quando um procedimento traz um resultado menor do que o esperado, chegamos a uma conclusão muito fácil: talvez tenha faltado produto, intensidade, outra sessão, ou ate mesmo outra técnica. E eu entendo por que essa lógica acaba nos convencendo. Se o resultado foi pequeno, fazer mais parece quase uma consequência óbvia, não é? Só que é justamente aí que devemos voltar algumas casas. Na estética, um resultado abaixo do esperado nem sempre revela o quanto ainda falta fazer. Talvez ele esteja apenas sinalizando o quanto ainda falta entender sobre a capacidade daquele tecido de responder, faz sentido? Inflamação persistente, fibroblastos (células produtoras de colágeno) menos funcionais, alterações da matriz extracelular (proteínas fora da célula), estresse oxidativo e estilo devida, por exemplo, podem interferir nessa resposta. Então não basta saber o que determinado procedimento é capaz de fazer, eu preciso entender como está o tecido que estou pedindo que faça aquilo.

Quando essa etapa é ignorada, existe o risco de transformar pouca resposta em mais intervenção. Faz mais, espera, responde pouco, acrescenta alguma coisa… mas talvez o problema nunca tenha sido simplesmente falta. Quando eu entendo primeiro as condições daquele tecido, consigo decidir com muito mais critério onde regenerar, onde acrescentar volume, onde combinar estratégias e até onde é melhor não colocar nada naquele momento.

É por isso que uma avaliação, para mim, não começa escolhendo um procedimento, mas tentando entender o que aquele rosto está pedindo e o que ele não precisa receber. Se você quer compreender isso no seu caso, o próximo passo é agendar sua avaliação.

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