23/11/2025
22 de novembro é DIA DO MÚSICO e hoje, 4º domingo de novembro, Dia do Músico Batista. Muitos que me seguem não conhecem esse meu lado, então decidi contar um pouquinho dessa história…
Amo arte, comecei a dançar aos 3 anos, já desfilei, atuei, toquei tarol na banda da escola, aprendi (sozinha) a tocar teclado com 9 anos e comecei a cantar aos 8 anos, quando entrei no Coral do colégio Farias Brito.
Fui selecionada como “cantora” do FB para os eventos oficiais da escola. O professor do coral (“tio” Carlinhos) me convidou pra ser vocalista de uma banda, nos apresentávamos em festas infantis, durou pouco (porque o baterista foi chamado para a banda “Hanói Hanói”), mas era especial, uma farra, eu adorava.
Com 15 anos, o professor de música na época, Rogério, me chamou para outra banda, “Grande Circular”, a “aventura” aqui foi maior. Com meus pais sempre comigo, acompanhando de pertinho, claro. Cantava MPB, voz e violão de 15/15 dias, no “London London”, fim de semana me revezava cantando música baiana num trio elétrico, 1x/mês (na praia de Iracema) e outras vezes na barraca “Subindo ao Céu”, da Praia do Futuro. Foram momentos muitos divertidos, mas sabia que era passageiro, minha meta era estudar. E veio a Turma Especial do FB e os estudos eram minha prioridade.
Entrei na PIB Fortaleza muitos anos depois, mas nunca fiz parte do louvor, apenas algumas participações no “Coro Gênesis” que meus filhos participaram por anos. O louvor sempre foi meu maior canal de conexão com Deus. Mas não usei meu dom, teimei com Deus, mesmo Ele sempre falando comigo. Até que um câncer de tireoide me tirou a voz…
Mas Deus usou meu caçula, Luca. Ele entrou no Coro Jovem e me pediu para entrar dizendo que havia muitos “pais e filhos” cantando juntos. Ainda relutei, mas ele, na sua empolgação e insistência, “me inscreveu” (e me aceitaram). Minha voz foi restabelecida, a conexão foi imediata! 3 musicais depois (me preparando pro 4º), ganhei uma família nova que eu amo, um ambiente de adoração sem igual e uma paz no coração como jamais havia sentido antes. A música voltou a fazer parte da minha vida da maneira mais linda, plena e completa.
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