11/05/2021
Basicamente, o que define essa escolha é a cobertura que a mulher apresenta na parte superior da mama: realizamos um teste de pinçamento manual destes tecidos (“pinch test”) e, quando maior que 2cm, indica uma boa cobertura para colocarmos os implantes por cima do músculo (o que chamamos de plano retromamário ou subglandular). Esse plano é vantajoso para pacientes com um pequeno grau de flacidez, além de permitir uma recuperação mais rápida. Desvantagens seriam maior índice de palpabilidade e visibilidade dos implantes, rippling (ondulação) e contratura capsular.
Quando não há cobertura suficiente, optamos por colocar os implantes abaixo do músculo (total ou parcialmente - dual plane). As vantagens desses planos seriam menor risco de visibilidade, palpabilidade dos implantes e contratura capsular. Desvantagens seriam recuperação um pouco mais lenta, maior risco de mal posicionamento dos implantes, menos preenchimento do contorno medial superior e graus variados de modificação de contorno dos implantes durante a contração muscular.
Outra opção é a cirurgia híbrida: colocação do implante subglandular com enxertos de gordura no pólo superior da mama, para deixar o contorno dos implantes menos aparentes ou corrigir assimetrias.
Na consulta médica, analisamos o estilo de vida da paciente e objetivos, a fim de escolhermos o melhor para cada caso.