31/12/2025
A vida, às vezes, nos pede silêncio.
Não para nos calar, mas para nos lembrar do que realmente importa.
Eu ia agradecer 2025…
Mas antes disso, a vida me mostrou que o tempo não avisa, não espera, não negocia.
Ele simplesmente passa.
E nesse passar, a gente entende que não é sobre ter.
Não é sobre o melhor carro, a roupa mais cara ou os lugares mais distantes.
É sobre pessoas.
Sobre os abraços que demos, as risadas que dividimos, o amor que foi sincero.
Talvez eu não tenha tudo o que o mundo diz que é sucesso,
mas tenho vivido os meus com presença, alegria e gratidão.
Tenho amado, estado perto, criado memórias… e isso é riqueza.
Que a gente nunca adie o que sente.
Nunca economize afeto.
Nunca deixe para depois aquilo que é essencial agora.
Porque no fim, a vida é isso:
momentos compartilhados, amor vivido e pessoas que ficam…
mesmo quando partem.
Tio, sentirei falta do seu jeito único de me agradar.
Da forma carinhosa com que sempre recebia meu marido quando chegávamos para tomar um café.
Do cuidado e da alegria em mostrar os bichos do sítio aos meus filhos, com tanta paciência.
Das suas piadas simples, como me convencer de que a plantação de alface era batata — só para me ver sorrir.
Da forma carinhosa com que sempre recebia meu marido quando chegávamos para tomar um café.
Do cuidado e da alegria em mostrar os bichos do sítio aos meus filhos, com tanta paciência.
Das suas piadas simples, como me convencer de que a plantação de alface era batata — só para me ver sorrir.
Você ficará eternizado nessas pequenas grandes lembranças,
na simplicidade dos gestos, no carinho sem esforço,
e no amor que se faz presente mesmo na saudade.