17/09/2026
Desde os meus 6/7 anos, eu queria ser quem sou hoje profissionalmente!
Uma cirurgiã-dentista que “tira a dor do mundo”! Sim… era isso que eu sempre quis ser. Era a frase que eu repetia na minha cabeça, pois, desde pequena, via como a Odontologia era associada ao sofrimento; como aquele cheiro e aquele ambiente davam calafrios… Consultórios com cara de hospital, branco e cinza, cheiro de paramonoclorofenol, eugenol ou resina acrílica, além da frieza do lugar e, muitas vezes, do profissional.
Sempre fui muito sonhadora e sempre me senti diferente das outras pessoas. Até hoje me sinto assim. Não melhor do que ninguém — jamais! —, mas estranhamente diferente, com uma vontade enorme de trazer mais humanidade, leveza e acolhimento. De repaginar aquilo que era considerado normal na velha Odontologia e transformá-la em algo mais moderno. Ou, simplesmente, trazer o meu sonho para dentro do meu consultório!
Amei a Endodontia de primeira, porque essa, sim, era a especialidade que “tirava a dor do mundo”. Rs.
Talvez seja uma das especialidades mais desafiadoras, difíceis e imprevisíveis da Odontologia. Uma área que exige a paciência de um monge e muito amor pela profissão!
Como eu sempre amei a Odontologia! 😍🥰
Como eu amo “tirar a dor do mundo”.
E, nesses 18 anos de formada, nunca parei de estudar. Estudo até hoje para saber tratar cada caso que chega até mim. Não para ser melhor do que o meu colega dentista, mas para ser, hoje, uma Erika melhor do que a de ontem!
Tenho um carinho imenso por todos que já passaram por mim, desde o início da minha trajetória até hoje.
Vocês são especiais! 🩷💙