20/01/2024
Abençoada Sexta Para Nós 💕
‘’Hoje venho compartilhar a reflexão de alguém que tenho muita admiração e respeito , o mestre 💭 Vale a pena a leitura …
‘’A neura nas redes sociais está na captação de clientes. A partir daí, comentam, vem o aumento exponencial de faturamento.
Títulos comoventes e apelativos inundam as postagens, associadas à apóstolos milagrosos, os detentores das poções mágicas.
“Faça assim, do jeito que te ensino, e as graças serão alcançadas”
Os primeiros sermões da montanha são gratuitos, sempre em encontros online de uma hora cada vez. Mas para chegar no olimpo é necessário fazer o curso completo.
Este sempre com descontos atraentes e exclusivos, com o alerta de que está prestes a acabar.
Você sabe e tem consciência de que também as pessoas, minimamente esclarecidas, não vão virar seus clientes por uma carga volumosa de publicações normalmente com os atributos de serem os melhores serviços do mercado.
Assusta muito as campanhas nas plataformas digitais, muitas delas confundindo os leigos, dando a entender, nem mais nas entrelinhas e sim direto ao ponto, que o artificial é melhor que o natural. Ser natural é brega. Artificial é a “trend” da hora. Ostensivamente, já não é mais subliminar, as grandes empresas induzem a troca de dentes por implantes. Um simples exemplo visto todos os dias. O “protocolo de implantodontia” está no apogeu. Aliás um exemplo que pode ser conferido em pacientes que chegam e tiveram todos os seus dentes extraídos. Mutilações criminosas com o objetivo de faturamento. Na estética, a mesma coisa. Sorriso aceito só pode ser o branco. Estilo vaso sanitário. Impecavelmente branco.
O fim do túnel está ficando escuro. Impossível imaginar o número de retratamentos que vão acontecer, a maioria gerando conflitos com os profissionais que os executaram. A pressa pelos ganhos financeiros será revertida de uma forma dolorida. Mas isso leva tempo, diriam alguns. Mas as mutilações serão “ad eternum”
Os sobreviventes da odontologia que se preocupam com a saúde entendem o dinheiro como consequência e não como objetivo, estão ficando em números reduzidos.
Vida longa para quem pensa assim …’’
Autor : Celso Orth