Dr. Marcelo Lucchesi Teixeira

Dr. Marcelo Lucchesi Teixeira Núcleo de Odontologia Avançada - Prof. Dr. Marcelo Lucchesi Teixeira, Campinas - SP, Brasil.

27/04/2026

Lesão ou cicatriz? Essa é a pergunta que muda tudo.

A lesão está sendo agredida agora. A cicatriz é sinal de uma agressão que já passou.

E se a boca está em equilíbrio, se eu intervir na cicatriz, eu posso gerar malefício, porque estou alterando algo que já está estabilizado no momento.

É fundamental saber diagnosticar se o sinal que eu estou vendo na boca do paciente é uma agressão, que está acontecendo agora ou se é uma cicatriz, de algo que já foi agredido.

Na dúvida, eu monitoro com intervalo de tempo menor. Por isso que, na classif**ação do Conceito do Colapso Bucal, esse diagnóstico é essencial.

Tratar o que não precisa ser tratado pode ser tão prejudicial quanto não tratar o que está ativo.

23/04/2026

Placa oclusal estabilizadora tem função terapêutica, diagnóstica ou protetiva. Ela é rígida, tem contatos oclusais ajustados, tem espessura adequada, tem desenho específico. Ela protege, estabiliza, diagnostica.

Placa de acetato é moldeira para clareamento. Placa de silicone é protetor genérico vendido em farmácia. Não tem ajuste, não tem função oclusal, não tem raciocínio clínico por trás.

E quando a gente não diferencia isso, quando a gente deixa essa confusão existir, o paciente acha que já fez tratamento, que já usou placa e que não funcionou.

Mas ele nunca usou placa oclusal de verdade.

Essa confusão desvaloriza o nosso trabalho, promove confusões e dificulta a aceitação de tratamento.

21/04/2026

"Você criou um conceito que eu acho muito legal, que é do Colapso Bucal e da Resiliência Bucal. Eu queria discutir um pouquinho sobre isso, porque faz muito sentido pra mim."

Esse trecho é da Dra. Cecília Aguiar, no episódio do Podcast Fluxo que saiu na semana passada e está disponível no Spotify e no YouTube.

Ela trouxe uma analogia que eu acho bem adequada: resiliência é a capacidade de envergadura sem ruptura. É o metal que você dobra e ele volta à forma original. É a pessoa que vive experiências difíceis e consegue se reequilibrar.

E é exatamente isso que acontece na boca.

Algumas bocas são resilientes. Elas sofrem agressão, mas conseguem se recuperar, se reequilibrar, se manter funcionais. Outras bocas entram em colapso. Elas não aguentam a sobrecarga e começam a degradar de forma acelerada.

E o que me levou a criar o Conceito do Colapso Bucal foi justamente isso: eu comecei a ver bocas que colapsavam sem razão aparente, e bocas que resistiam mesmo sob condições adversas.

Aí eu comecei a investigar os fatores. Quais são os agressores? Qual o peso de cada fator? Como eles interagem? Onde isso entra no processo de degradação?

Isso me deu uma clareza pra entender o processo. E foi aí que surgiu o conceito da Resiliência Bucal.

Porque o objetivo não é só tratar o colapso. É criar resiliência. É fazer com que a boca aguente, que ela dure, que ela seja longeva.

Esse episódio completo está no Podcast Fluxo da Dra. Cecília Aguiar. Vale muito a escuta.

03/04/2026

A ética passa pelo conhecimento. Se você não tem conhecimento, você não tem ética.

Isso é algo que eu falo no primeiro dia de aula de todos os meus cursos.

Porque a maioria dos dentistas acha que ética é só não mentir pro paciente, não fazer procedimento desnecessário, não cobrar a mais. Mas ética vai muito além disso.

Ética é saber o que você sabe. E, principalmente, saber o que você não sabe.

É reconhecer a sua incapacidade e o seu limite. E agir de acordo com isso.

Porque quando você trata um caso sem ter conhecimento suficiente, você pode estar gerando malefício e isso não é ético. Mesmo que sua intenção seja boa. Mesmo que você esteja tentando ajudar.

Você está colocando o paciente em risco. Você está assumindo uma responsabilidade que não deveria assumir. E você está fazendo isso porque não tem clareza do seu limite.

Ética inclui saber quando encaminhar. Saber quando dizer "esse caso não é pra mim". Saber quando buscar mais conhecimento antes de agir.

E isso não é fraqueza. É maturidade clínica. É responsabilidade profissional.

O problema é que a odontologia criou uma cultura onde encaminhar é visto como "perder o caso". E aí o dentista tenta resolver tudo sozinho, mesmo sem dominar o que está fazendo.

Conhecimento é uma das bases da ética. Sem conhecimento, você não tem como tomar decisões éticas. Porque você não tem como avaliar risco, prever resultado ou entender limite.

No dia 13 de abril, eu vou te mostrar o raciocínio clínico completo de placas oclusais dentro do Conceito do Colapso Bucal. Conhecimento técnico, científico e ético.

Me segue aqui no perfil pra não perder o lançamento.

28/03/2026

Boca A tem patologias oclusais. Boca B tem MAIS patologias oclusais que a boca A.

Pergunto: qual das duas bocas está pior?

Todo mundo tende a falar que a boca B está pior, porque tem mais patologias oclusais visíveis.

Mas essa boca B é de um menino de 22 anos.

E é exatamente aqui que a maioria dos dentistas erra no diagnóstico: conta o número de problemas, mas não lê o contexto.

Porque uma boca jovem com várias patologias oclusais está em processo de colapso. Ela não deveria estar assim aos 22 anos. Isso signif**a que o sistema está falhando cedo, que os fatores agressores estão ativos e intensos, e que o prognóstico é ruim se nada for feito para impedir essa progressão.

Enquanto isso, a boca A pode ter até mais sinais visíveis, mas pertencer a uma pessoa de 60 anos, o que pode signif**ar duas coisas: (1) processo de envelhecimento da boca ou (2) boca que já foi agredida, mas que estabilizou e está controlada.

O número de patologias não define gravidade. O que define é a velocidade do colapso, a idade do paciente, os fatores agressores presentes e a capacidade de resiliência do sistema.

No Conceito do Colapso Bucal, a gente não conta problemas. A gente lê trajetórias.

Esse trecho é do episódio completo do Podcast Fluxo da Dra. Cecília Aguiar, que está no YouTube e no Spotify no canal dela.

25/03/2026

3 sinais que suas placas não são lucrativas como deveriam.

A maioria dos dentistas acha que está lucrando com placa oclusal. Mas quando você para pra calcular de verdade, o lucro não existe. Ou é muito menor do que deveria.

Deixa eu te mostrar os 3 sinais:

Sinal 1: Você cobra menos de R$ 2.000 por placa

Se você cobra R$ 800, R$ 1.000, R$ 1.200, você está tratando placa como commodity. Como "protetor de dente genérico". E aí você compete com laboratório, com dentista popular, com guerra de preço. O problema não é técnico. É de posicionamento.

Sinal 2: O paciente para por aí

Você entrega a placa, o caso encerra. O paciente não volta pra reavaliação, não evolui pra um tratamento maior, não vira um caso de reabilitação. A placa virou o fim, quando deveria ser a porta de entrada. Você está deixando R$ 15 mil, R$ 30 mil, R$ 40 mil na mesa.

Sinal 3: Você gasta horas em retrabalho

Cada retorno pra ajuste é meia hora da sua cadeira que não gera receita. Se você faz 4 placas por mês e cada uma volta 2 vezes de forma não programada, você perde 4 horas. Isso é R$ 1.600 por mês, R$ 19 mil por ano, só em retrabalho desnecessário.

Agora soma tudo: subcobrança + oportunidade perdida + retrabalho. O prejuízo está aí. Você só não percebe porque não calcula.

No dia 13 de abril, eu vou te mostrar como transformar placa oclusal em ferramenta clínica estratégica, lucrativa e sem retrabalho, dentro do Conceito do Colapso Bucal.

Me segue aqui no perfil pra não perder o lançamento.

24/03/2026

Você acha que ajuste de placa é "dar uma olhadinha"? Por isso muitos pacientes param de usar placa.

Boa parte dos dentistas trata o ajuste de placa como se fosse um detalhe final, uma checagem rápida antes de entregar pro paciente. E aí o paciente sai do consultório com a placa na mão, tenta usar em casa, e em menos de uma semana ela está guardada na gaveta.

Por quê? Porque a placa não foi ajustada corretamente.

Ajuste de placa não é "dar uma olhadinha". É um protocolo clínico preciso que define se o paciente vai usar ou não, se a placa vai funcionar ou não, e se você vai ter retrabalho ou não.

Quando você não ajusta os contatos oclusais de forma bilateral e simultânea, não determina uma desoclusão confortável e ef**az, quando você não verif**a se a retenção está adequada, quando você não testa o volume e a altura, o paciente sai do consultório com uma placa desconfortável ou pior, inef**az.

E placa desconfortável não é usada. Simples assim.

O paciente não volta pra reclamar. Ele simplesmente para de usar. E você nunca vai saber se o problema era a indicação, o desenho da placa ou o ajuste. Porque ele simplesmente não usou tempo suficiente pra você avaliar.

O ajuste correto é a diferença entre uma placa que protege e uma placa que f**a na gaveta. Um tratamento que funciona e um caso que você perdeu.

No dia 13 de abril, eu vou te mostrar o protocolo completo de ajuste de placa oclusal dentro do Conceito do Colapso Bucal. Passo a passo, sem achismo, com critério clínico.

Me segue aqui no perfil pra não perder o lançamento.

TBT Antenada Summit – 14 de março, São PauloSábado passado eu participei do Antenada Summit, evento de comunicação da Dr...
19/03/2026

TBT Antenada Summit – 14 de março, São Paulo

Sábado passado eu participei do Antenada Summit, evento de comunicação da Dra. Bruna Conde, e saí de lá com uma certeza ainda mais forte:

Hoje, não vence quem faz melhor. Vence quem comunica melhor.

E isso não signif**a aparecer mais, postar mais ou falar mais alto. Signif**a ser estratégico.

Transmitir autoridade sem arrogância. Fechar orçamentos sem entrar em guerra de preço. Usar suas redes para atrair os pacientes certos. Posicionar seu nome para ser lembrado.

Porque você pode continuar sendo apenas mais um dentista competente que ninguém conhece, ou pode se tornar o profissional que é ouvido, valorizado e escolhido.

A comunicação não é acessório. Ela faz parte da sua entrega clínica.

Quando você comunica com clareza o que você faz, por que você faz e o valor do que você entrega, você não precisa competir por preço. Você compete por resultado.

Foi um dia intenso, prático e transformador. E fico feliz em ver cada vez mais dentistas entendendo que domínio técnico + comunicação estratégica diferencia quem cresce de quem f**a estagnado.

Obrigado, Dra. Bruna Conde, pela organização impecável e pelo conteúdo direto ao ponto.

Se você perdeu essa edição, f**a de olho nas próximas. Vale cada minuto.

18/03/2026

Chegaram várias perguntas no meu direct: ajuste de placa com o paciente deitado ou sentado?

A resposta curta: depende de quando o paciente vai usar a placa.

A literatura mostra que existe diferença real na posição dos contatos oclusais quando o paciente está deitado e quando ele está sentado. Isso não é achismo. É fisiologia.

Deixa eu te mostrar um exemplo prático:

Eu verifiquei os contatos dessa placa com o paciente deitado usando carbono preto. Depois, a mesma placa, o mesmo paciente, sentado, eu marquei com carbono vermelho, exatamente a mesma espessura.

Olha a diferença. Os contatos não são os mesmos.

A pergunta é: quanto isso influencia no tratamento?

Varia de pessoa pra pessoa. Mas o raciocínio clínico é simples:

Se você indica a placa pra uso noturno, durante o sono, enquanto o paciente está deitado, faz sentido ajustar a placa com o paciente deitado. Porque é nessa posição que ele vai usar.

Agora, se o paciente vai usar a placa mais durante o dia, enquanto trabalha, estuda, dirige, você pode fazer os dois ajustes, lembrando que os contatos vão estar um pouco diferentes entre si.

Isso é raciocínio clínico aplicado. Não existe "certo ou errado absoluto". Existe adequação ao uso que você prescreveu.

A maioria dos dentistas ajusta sempre da mesma forma, sem pensar em quando o paciente vai usar a placa. E aí perde precisão no ajuste.

Se você concorda ou discorda, deixa teu comentário aqui. E se tiver dúvida, manda no direct.

No dia 23 de março, eu vou te mostrar todos os protocolos de ajuste de placa dentro do raciocínio clínico do Conceito do Colapso Bucal.

Me segue aqui no perfil pra não perder o lançamento.

17/03/2026

FALA GALERA!

Como monitorar a atividade parafuncional na placa?

Você entrega a placa pro paciente, ele usa pelo tempo determinado e volta pra consulta de controle. A pergunta é: ele está rangendo os dentes enquanto usa a placa? Como é essa parafunção?

Essas duas técnicas transformam a placa em ferramenta de monitoramento clínico real. Você não f**a no achismo. Você tem dado objetivo sobre como o bruxismo está se comportando.

E aí, gostou da dica de hoje? Salva, curte e compartilha com alguém que precisa saber disso.

13/03/2026

Essa placa na sua mão vale R$ 800. Na minha mão vale R$ 2.500. A diferença? Estratégia clínica.

A placa é a mesma. O material é o mesmo. O laboratório pode até ser o mesmo.

O que muda é o raciocínio clínico que justif**a o valor.

Quando você indica placa baseado só no relato de bruxismo, entrega ela pro paciente e torce pra funcionar, você está vendendo um "protetor de dente". E protetor de dente vale R$ 800.

Mas quando você usa a placa como ferramenta diagnóstica, mapeia função oclusal, testa hipóteses clínicas, faz acompanhamento estratégico e usa ela como porta de entrada pra um plano de tratamento maior, você não está vendendo placa. Você está vendendo prevenção, diagnóstico e preservação do sistema.

E isso vale R$ 2.500. Ou mais.

A diferença não está na placa. Está em como você indica, em como você ajusta, em como você acompanha e em como você posiciona o valor desse trabalho pro paciente.

Dentista que domina isso não compete por preço. Ele compete por resultado.

No dia 23 de março, eu vou te mostrar o passo a passo completo pra transformar placa oclusal em ferramenta clínica estratégica e lucrativa dentro do Conceito do Colapso Bucal.

Me segue aqui no perfil pra não perder o lançamento.

Endereço

Rua Mário Natividade, 134/Taquaral
Campinas, SP
13023-120

Notificações

Seja o primeiro recebendo as novidades e nos deixe lhe enviar um e-mail quando Dr. Marcelo Lucchesi Teixeira posta notícias e promoções. Seu endereço de e-mail não será usado com qualquer outro objetivo, e pode cancelar a inscrição em qualquer momento.

Entre Em Contato Com A Clínica Dentária

Envie uma mensagem para Dr. Marcelo Lucchesi Teixeira:

Compartilhar