21/07/2026
O primeiro lote de alinhadores Graphy a pisar em solo brasileiro, impresso lá na Coreia, caiu direto na minha mão. Ninguém antes de mim encostou naquilo.
Fiquei ali, segurando a caixinha, pensando: pronto, isso aqui é o que existe de mais avançado em ortodontia hoje.
Todo mundo fala em sustentabilidade — a Graphy, pelo visto, resolveu praticar. Nada de plástico: os alinhadores vêm embrulhados em papel reciclável. E o próprio processo de impressão direta já sai de fábrica com uma pegada ambiental menor. Aliás, preciso parar para falar da caixa. É laranja, é bonita, e — juro — bonita o suficiente para dar dó de jogar fora. Meus pacientes levam para casa e guardam. Não é força do acaso: alguém na empresa pensou nisso com cuidado.
Mas o que realmente conta a história é o momento em que o alinhador entra na boca do paciente pela primeira vez. Aí não tem discussão possível: o encaixe é preciso até nos cantos mais difíceis, esses que costumam trair outras técnicas. Só a impressão 3D dá conta do recado.
Eu me apaixonei por impressão 3D lá em 1999 — antes de ensinar sobre o assunto, já vinha usando com meus pacientes. De lá para cá, mais de trinta anos, e ainda me pego impressionado com o que essa tecnologia consegue fazer, e igualmente incomodado com a marca que deixamos no planeta pelo caminho. Empresa que consegue equilibrar as duas coisas — técnica de ponta e consciência — merece elogio, não só uma nota de rodapé.
Graphy, meus parabéns. Que venham mais casos assim.