LM Odontologia Integrada

LM Odontologia Integrada Clínica Odontológica

21/04/2026
17/03/2026

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17/01/2026

O QUE O HERPES ESCONDE: A PARTE DA DOENÇA QUE QUASE NINGUÉM EXPLICA

Quando falamos em herpes, muita gente imagina apenas as lesões na pele: pequenas bolhas doloridas que aparecem nos lábios, na região ge***al ou em outras áreas sensíveis. Mas a verdade é que aquilo que vemos externamente é apenas a ponta do iceberg. O herpes é, na prática, um dos exemplos mais sofisticados de persistência viral da medicina moderna — e entender isso muda completamente a forma como encaramos a doença.

O vírus do herpes simples (HSV-1 e HSV-2) tem uma característica que o torna praticamente impossível de eliminar do organismo: ele se esconde nos gânglios da raiz dorsal, estruturas nervosas localizadas ao lado da coluna vertebral. Ali, em vez de causar sintomas, ele entra em um estado chamado latência, no qual o material genético viral permanece “adormecido”, integrado às células nervosas. E o detalhe mais importante: o sistema imunológico não destrói neurônios, pois isso poderia causar danos irreversíveis. Ou seja, o vírus se abriga exatamente no único lugar onde o corpo não pode agir com força total.

Quando a imunidade cai, o estresse aumenta ou há exposição excessiva ao sol, o vírus acorda. Ele então percorre os nervos periféricos em um processo chamado transporte axonal retrógrado, viajando até a pele. As lesões que surgem não são o vírus “entrando” no corpo, mas sim saindo do esconderijo para se replicar. Esse vai e volta pode acontecer várias vezes ao longo da vida.

É por isso que o tratamento do herpes não busca eliminar o vírus — isso, até hoje, não é possível —, mas sim reduzir a replicação e controlar a frequência dos surtos. Medicamentos antivirais ajudam a encurtar os episódios e diminuir a transmissão, mas não removem o material viral dos neurônios. E justamente por isso o acompanhamento médico é essencial sempre que houver dor intensa, recorrência frequente ou dúvida sobre o diagnóstico.



SEO: latência viral, sistema nervoso periférico, recorrência do herpes, transporte axonal, infecção crônica

Fontes: CDC – Centers for Disease Control and Prevention; Johns Hopkins Medicine; Nature Reviews Microbiology; New England Journal of Medicine (NEJM).

23/11/2025

New evidence is strengthening the link between periodontitis and atrial fibrillation. Researchers report that chronic gum inflammation may increase the likelihood of developing atrial fibrillation and worsen outcomes in patients already diagnosed.

Persistent periodontal infection appears to drive systemic inflammation, immune activation, and atrial fibrosis. These biological changes may create the conditions for abnormal electrical activity within the heart.

The review highlights that periodontal treatment, including professional scaling and improved oral hygiene, significantly reduces inflammatory markers associated with atrial fibrillation risk.

Experts propose that oral health should be incorporated into integrated cardiac care, as managing gum disease may become a key strategy in preventing and controlling atrial fibrillation.

🔬Source: Stanisław Surma, Gregory Y H Lip, Periodontitis and atrial fibrillation, European Journal of Preventive Cardiology, 2025;, zwaf626.

20/11/2025

Why a Toothache Can Feel Almost Unbearable

There’s a simple anatomical reason for it: every tooth is a living structure.
At the center lies the dental pulp, containing nerves and blood vessels, all enclosed beneath hard layers of dentin and enamel. When decay, a crack, or an infection reaches that inner core, the nerve gets trapped inside a rigid space with zero room to expand.

As inflammation builds, the pressure inside the tooth rises and squeezes the nerve fibers, triggering sharp, persistent pain that can radiate into the jaw, ear, or even the head.
This is why regular painkillers often fail to provide full relief — the source of the problem isn’t on the surface, it’s deep inside the tooth.

And it’s not only cavities that can set this off. A dental abscess, nerve exposure from wear, or inflammation in the tissues around the root can lead to the same severe pain response.
The mouth has limited ways to signal trouble, and pain is its most direct warning.

That’s why a toothache should never be ignored. The more treatment is delayed, the deeper an infection can spread, even allowing bacteria to enter the bloodstream in some cases.
So the next time a tooth starts hurting, don’t rely on painkillers to mask it.
Your body is sending a message… and your teeth need attention before the situation worsens.

Note : This information is educational and academic in nature. It is not a medical consultation. If you’re experiencing pain or concerns, consult a trusted healthcare professional.

04/09/2025

Engana-se quem acredita que se trata apenas de uma questão sensorial.

20/08/2025

Dentista Mabryna Sesana Sperandio explicou que casos de infecção por bactérias que entram em feridas na boca não são raros. No caso do médico, as bactérias foram para o cérebro.

E um privilégio ser voluntário e poder participar dessa grande ação!
04/05/2025

E um privilégio ser voluntário e poder participar dessa grande ação!

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