25/02/2026
A remoção do amálgama de mercúrio não é apenas uma troca de material restaurador, é um procedimento que exige protocolo, preparo e responsabilidade clínica.
O amálgama é composto por metais, incluindo o mercúrio, um metal neurotóxico. Estudos demonstram que ocorre liberação de vapores de mercúrio ao longo do tempo, em níveis baixos, porém contínuos, podendo aumentar durante estímulos mecânicos como mastigação e remoção inadequada.
Por isso, a substituição precisa seguir um protocolo de segurança rigoroso, com isolamento absoluto, controle de aerossóis, proteção do paciente e da equipe, além de técnica adequada para minimizar a exposição.
Na odontologia integrativa, cada caso é avaliado individualmente. Não se trata apenas de remover uma restauração antiga, mas de considerar o contexto sistêmico, o estado inflamatório do paciente e o melhor momento biológico para realizar o procedimento.
O objetivo não é apenas estética, e sim principalmente reduzir riscos, preservar tecidos e promover equilíbrio para a saúde a longo prazo. 🌿🦷
Se você possui restaurações de amálgama, a avaliação criteriosa é o primeiro passo.
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📍 Bento Gonçalves / RS
Referência científica:
Xu J et al. Environ Res. 2023.
Olagoke OC et al. BMC Res Notes. 2024.
Geier DA. Clin Chem Lab Med. 2025.