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Sanzio Marques - Cursos Eventos e Cursos de Odontologia Estética, ministrados pelo Doutor Sanzio Marques.

07/09/2026

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Classe II MOD.
Quando você tem duas caixas proximais para reconstruir, existe uma estratégia simples que pode aumentar muito a previsibilidade do seu ponto de contato.
Eu prefiro fechar uma caixa proximal por vez.
Cunha, matriz e anel em uma das caixas.
Reconstruo, estabeleço o contato, removo o sistema e só então parto para a outra caixa.
Por quê?
Porque fazer as duas caixas simultaneamente cria uma verdadeira competição de forças: afastamento mecânico, compressão do ligamento periodontal e diferentes vetores atuando sobre as matrizes.
Ao trabalhar uma caixa de cada vez, você controla melhor o espaço, a adaptação da matriz e, principalmente, a obtenção de um ponto de contato previsível e funcional.
Parece um detalhe.
Mas, na Odontologia, muitas vezes é justamente o detalhe que separa uma restauração apenas feita de uma restauração bem executada.
E é esse tipo de detalhe que eu ensino no Dominando as Resinas Posteriores: não apenas como colocar resina, mas como pensar cada etapa para alcançar restaurações posteriores com anatomia, função, contato proximal e acabamento de excelência.
Porque posterior bem feito não acontece por acaso.
É método. É estratégia. É domínio clínico.

Pra quem ainda acha que transformar um sorriso só é possível recobrindo toda a face vestibular de vários dentes, esse ca...
04/09/2026

Pra quem ainda acha que transformar um sorriso só é possível recobrindo toda a face vestibular de vários dentes, esse caso vem mostrar que AINDA EXISTE restaurações verdadeiramente conservadoras com resinas. Só tem resina onde foi planejado no modelo por meio de enceramento. O restante, a natureza já fez tão “belamente”, melhor não mexer.
Detalhe: a paciente é dentista e queria de fato algo CONSERVADOR. Pena que o conservador hoje é tudo recobrimento chamado “lente”.
Me conta se você acha lentes de resina um tratamento conservador, ou que antes dessas existem várias outras possibilidades menos invasivas (sim, recobrir desnecessariamente também é invasivo)

28/08/2026

Só quem já trabalhou ou trabalha com um equipo e cadeira Kavo ANTIGO sabe o que eu estou falando. Hoje muito plástico, enfeites e firulas, até muita aparência “bonitinha” , mas tudo muito fraquinho. Se quiser algo parecido em qualidade, só os Importados e caríssimos equipamentos.

27/08/2026

A odontologia está desaprendendo a admirar dentes naturais.
E eu sei que essa frase é forte. E, por favor, não quero que ela seja entendida como uma generalização.
Mas precisamos ter coragem para fazer uma reflexão.
Em alguns casos, os conceitos estéticos têm se distorcido tanto em direção ao artificial que alguns profissionais, além de oferecerem tratamentos, estão induzindo seus pacientes a mudarem o próprio padrão de admiração.
O que antes era considerado natural passa a parecer insuficiente.
Dentes extremamente claros.
Formatos exagerados.
Volumes que não encontramos na natureza.
Texturas, contornos e proporções que chamam atenção justamente porque não parecem naturais.
E o problema maior não está no gosto.
Cada pessoa tem o direito de gostar do que quiser.
O problema começa quando aquilo que é artificial passa a ser apresentado como se fosse necessariamente melhor, mais bonito ou mais desejável e, principalmente, quando isso leva alguém a realizar procedimentos que não eram necessários.
Porque dentes não são objetos decorativos.
Existe biologia.
Existe função.
Existe estrutura.
Existe periodonto.
Existe oclusão.
Existe adaptação.
Quanto mais nos afastamos dos padrões naturais, maior pode ser o preço dessa escolha.
E esse preço nem sempre aparece no dia seguinte.
Às vezes, ele aparece meses ou anos depois.
E quando aparece, quem paga a conta é o paciente.
Por isso, talvez seja hora de recuperar uma habilidade que nunca deveria ter sido perdida na odontologia: admirar o natural antes de sentir a necessidade de modificá-lo.
Ao dentista, cabe conhecimento suficiente para saber quando intervir e, principalmente, quando não intervir.
Ao paciente, cabe informação suficiente para não confundir desejo com necessidade.
E aos dois, uma reflexão:
nem tudo que pode ser feito precisa e deve ser feito.
Talvez uma das maiores demonstrações de excelência na odontologia seja justamente esta:
saber olhar para um dente natural e perceber que ele já é extraordinário.

27/08/2026

Diagnóstico e planejamento oclusal não combinam com pressa.
Antes de colocar resina, antes de alterar uma dimensão vertical, antes de modificar a forma como um paciente se relaciona com os próprios dentes, existe um caminho que precisa ser percorrido com conhecimento, critério e, principalmente, cuidado:
Tomada do arco facial.
Desprogramação.
Registro oclusal.
Montagem dos modelos.
Gesso bem manipulado, bem recortado e cuidadosamente acabado.
Modelos corretamente posicionados.
E, então, a análise no articulador semiajustável.
Pode parecer excesso de zelo para quem olha de fora.
Para quem entende o que está fazendo, é justamente o contrário.
É o zelo que evita o erro.
O articulador semiajustável não é um objeto decorativo no consultório. Ele é um instrumento que nos permite estudar, reproduzir e compreender, dentro dos seus limites, relações que seriam muito mais difíceis de analisar diretamente na boca.
E aqui existe um detalhe que muita gente subestima. A precisão do planejamento começa muito antes do articulador.
Um registro mal tomado, um modelo mal montado, uma base de gesso mal acabada, uma pequena imprecisão na montagem… tudo isso pode comprometer a qualidade da informação que você terá nas mãos.
Na reabilitação oral, não existe espaço para o “mais ou menos”.
Principalmente quando estamos falando em levantamento de dimensão vertical de oclusão.
Quanto maior a intervenção, maior deve ser o cuidado com o diagnóstico.
Porque reabilitar não é simplesmente reconstruir dentes.
É reorganizar relações.
E para fazer isso com segurança, é preciso primeiro entender aquilo que você pretende modificar.
É por isso que eu insisto tanto: planejamento não é uma etapa burocrática do tratamento. Planejamento é tratamento.
E se você quer aprender a pensar, planejar e executar reabilitações totais com levantamento de DVO utilizando resinas compostas, as inscrições para a próxima turma do meu curso Reabilitação Total — Levantamento de DVO com Resinas Compostas estão abertas.
Talvez o mais importante que você aprenda nesse curso não seja simplesmente como fazer.
Mas como decidir o que fazer antes de começar.

👉 Me chame no direct e saiba como participar.

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Belo Horizonte, MG

Telefone

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