12/09/2026
Coordenação e Promoção: Istituto Biaggi: Psicoterapia, Psicoanalisi, Cultura e Arte Brasil - Itália e EPP-Escola Paulista de Psicanálise.
Programa: Posto que o foco estará no envolvimento gradativo do analista na relação com o paciente, com o meu trabalho pretendo identificar um percurso que, ao passar por determinados e importantes pontos nodais teóricos, mostrará de que forma passamos de uma visão unipessoal e solipsista do paciente enquanto objeto observável àquela que conduziu uma parte de nós, psicanalistas, à construção de uma teoria de campo, embasada nas teorizações bionianas, notadamente aquela transformacional e, após seus desdobramentos pós-bionianos, também através dos enxertos da narratologia e da teoria da personagem.
Começando pelo conceito de transferência, ponto de partida de um modelo intrapsíquico, os conceitos que tornam mais visível a progressão do envolvimento do analista pareceram-me estes:9 Klein.
Terceiros analíticos: Primeira Teoria do Campo, segundo Madaleine e W***y Baranger (1961 – 1962). Enactment (ou encenação mútua, se quisermos dar uma equivalência suficientemente próxima em português, a não ser confundida com a encenação propriamente dita)
Terceiro analítico de Ogden.
Teoria pós-bioniana de Campo Analítico.
Apresentador: Maurizio Collovà O Dr. Collovà é psiquiatra, Membro Ordinário/ Full Member da SPI (Sociedade Psicanalítica Italiana) e da IPA (Associação Psicanalítica Internaconal). É sócio fundador do Centro Psicanalítico de Pavia, do qual foi Secretário Científico durante a Presidência do Dr. Antonino Ferro. Desde o inicio, faz parte do "Gruppo Pavese" -
https://epp-psicanalise.com/eventos-psicanalise/760-seminario-internacional-do-paradigma-unipessoal-ao-paradigma-de-campo