Dr. Bruno Faria

Dr. Bruno Faria Especialista em Implantodontia e Periodontia
Mestrando em Periodontia
Professor de pós-graduação

Decisão Clínica vs. Preferência do Paciente: O que as evidências de 2025 revelam? 🔬👉 Como cirurgiões-dentistas, muitas v...
08/05/2026

Decisão Clínica vs. Preferência do Paciente: O que as evidências de 2025 revelam? 🔬

👉 Como cirurgiões-dentistas, muitas vezes focamos estritamente nos parâmetros biológicos e funcionais. No entanto, a Odontologia Baseada em Evidências (EBD) é clara: o sucesso terapêutico e a adesão ao tratamento dependem da integração das preferências do paciente ao planejamento clínico

Uma nova revisão de escopo mapeou dados cruciais que impactam diretamente nossa prática:

📌 Preservação acima de tudo:
Para 82% dos pacientes, evitar a perda dentária é a prioridade absoluta na tomada de decisão.
Além disso, a recessão gengival é percebida como o "pior sintoma", superando inclusive a sensibilidade dentária.

📌 A experiência na manutenção peridontal:

No tratamento periodontal de suporte, 74% dos pacientes preferem o ultrassom ao instrumental manual.

Eles relatam maior eficácia percebida, menos dor e uma sensação de limpeza superior.

Alinhar nossa técnica a essa preferência é chave para a manutenção a longo prazo.

📌 O valor da Previsibilidade:
Ao contrário do que muitos pensam, o custo nem sempre é o maior impeditivo. Para 59% dos pacientes, a previsibilidade do sucesso é o atributo mais valorizado em implantes, superando tempo e preço

📌 A barreira dos enxertos:
Existe uma taxa de recusa de 40,5% para aloenxertos, motivada por preocupações éticas e religiosas

Em contrapartida, 67% aceitariam investir mais em cirurgias guiadas se isso permitisse evitar procedimentos de enxertia óssea.

Saber quem é o seu público também importa: mulheres e pacientes com maior nível educacional demonstram maior disposição a pagar por tratamentos que ofereçam estética e alta previsibilidade.

Integrar esses dados não apenas melhora o desfecho clínico, mas eleva o nível de satisfação e fidelização no consultório

💬 Colega, como você tem abordado essas preferências nas suas consultas de planejamento? A previsibilidade tem sido um argumento central nas suas conversões? Vamos debater nos comentários. 👇

O fim do “achismo” na Implantodontia em Maxilas Atróficas.Se o seu planejamento ainda foca apenas em "caçar osso", você ...
27/04/2026

O fim do “achismo” na Implantodontia em Maxilas Atróficas.
Se o seu planejamento ainda foca apenas em "caçar osso", você está um passo atrás. Um grupo de especialista em implantodontia de todo o mundo criaram o 1º Consenso Global para Reabilitação de Maxilas Atróficas (GCCG), realizado em Boston no ano fim de 2025.
Ele não é apenas um guia técnico; é uma provocação aos clínicos de elite

🔹 Esqueça a osseointegração isolada. O novo consenso define 34 desfechos críticos onde a satisfação estética e a qualidade de vida do paciente pesam tanto quanto a saúde clínica.
Se o seu paciente não sorri com confiança, o implante integrado não é um sucesso pleno

🔹 A Prótese dita a regra: Com um consenso forte de >95%, o uso de CBCT associada a um planejamento reverso protético tornou-se mandatório.
Planeje pela face e pela futura dentição, não apenas pelo osso disponível.

🔹 A Árvore de Decisão Estratégica: O Consenso estabelece um algoritmo claro para enfrentar a maxila atrófica.

1️⃣ Maxila Posterior Reabsorvida: Sua primeira linha de ataque deve ser o uso de implantes inclinados e, como segunda opção, o levantamento de seio maxilar

2️⃣ Deficiência Vertical: Implantes curtos (

22/04/2026
🦷 Implantes inclinados são seguros? A evidência científica responde.A reabilitação oral em casos de atrofia óssea contin...
30/03/2026

🦷 Implantes inclinados são seguros? A evidência científica responde.

A reabilitação oral em casos de atrofia óssea continua sendo um dos maiores desafios da implantodontia. Neste carrossel, reunimos os achados de uma revisão sistemática que analisa a segurança e a eficácia dos implantes inclinados, com destaque para a técnica All-on-Four.

Os resultados apontam uma taxa de sucesso e sobrevida do implante compatíveis com protocolos consagrados, além de um perfil clínico favorável em reabilitações extensas. Em outras palavras: quando bem indicados e executados, os implantes inclinados representam uma estratégia previsível, biologicamente racional e apoiada por evidência científica.

Mais do que evitar enxertos em determinados cenários, a técnica também amplia possibilidades protéticas, otimiza a distribuição de carga e contribui para soluções mais eficientes em maxilas atróficas.

📚 A literatura é clara: a técnica All-on-Four com implantes inclinados não é apenas uma alternativa viável — em contextos adequados, é uma opção altamente previsível.

Se você trabalha com reabilitação oral, vale a pena acompanhar cada slide e refletir sobre como essa abordagem pode ser aplicada no seu dia a dia clínico.

💬 Você já utiliza implantes inclinados na sua prática? Compartilhe sua experiência nos comentários.

**Dominando as Recessões Gengivais: O Guia Definitivo 🦷📊**Você ainda usa apenas a classificação de Miller? O jogo mudou!...
23/02/2026

**Dominando as Recessões Gengivais: O Guia Definitivo 🦷📊**

Você ainda usa apenas a classificação de Miller? O jogo mudou! Com o aumento da expectativa de vida, estamos vendo cada vez mais dentes mantidos em boca, mas também um aumento nas recessões e danos na superfície radicular.

Para garantir o sucesso do seu tratamento de cobertura radicular, você precisa dominar estes 3 pilares baseados no World Workshop de 2017:

1️⃣ Classificação de Cairo (Foco no CAL interproximal):
Esqueça a dificuldade de distinguir Miller I e II. A classificação de Cairo é preditiva:

* **RT1:** Sem perda de inserção interproximal. Previsibilidade de **100% de cobertura**.

* **RT2:** Perda interproximal menor ou igual a recessão vestibular.

* **RT3:** Perda interproximal > perda vestibular. Aqui, a cobertura total **não é alcançável** com as técnicas atuais.

2️⃣ **Condição da Raiz (Pini-Prato):**
Não olhe apenas para a gengiva! As Lesões Cervicais Não Cariosas (LCNCs) ditam o novo limite da margem.

* **Classe A:** JCE detectável.
* **Classe B:** JCE indetectável.

* **(+) ou (-):** Presença ou ausência de degrau (step) cervical >0,5 mm.

*Dica clínica: Se a JCE sumiu, ela precisa ser reconstruída antes da cirurgia.*

3️⃣ **O Fenótipo Periodontal:**

A espessura gengival (GT) é um fator crítico. Se a **GT for < 1 mm**, as chances de cobertura completa com retalhos avançados diminuem consideravelmente. O uso de enxertos para mudar o fenótipo fino garante estabilidade a longo prazo (até 35 anos!) e evita a progressão da doença.

**Por que tratar?**

Além da estética (que motiva 90% das indicações dos dentistas), o tratamento reduz a **hipersensibilidade dentinária** (em média 77,8%) e interrompe a progressão da recessão que ocorre mesmo em pacientes com ótima higiene.

🚀 **Gostou desse resumo científico?** Salve para consultar no próximo planejamento cirúrgico e compartilhe com aquele colega que ainda tem dúvidas sobre este tema!!



ESTRATIFICANDO NATURALMENTE COM RESINA COMPOSTA Muito obrigado  pelo excelente curso!Hoje, admiro ainda mais seu trabalh...
24/01/2026

ESTRATIFICANDO NATURALMENTE COM RESINA COMPOSTA

Muito obrigado pelo excelente curso!

Hoje, admiro ainda mais seu trabalho após conhecer a sua visão sobre a odontologia!!!

Prova em Cera de protocolo superior Obra de arte:
22/01/2026

Prova em Cera de protocolo superior

Obra de arte:

Feliz Natal!!
25/12/2025

Feliz Natal!!

  desse caso em homenagem ao meu amigo  e ao professor  ✅️ Um desafio muito grande: recessões múltiplas, biótipo fino, d...
07/11/2025

desse caso em homenagem ao meu amigo e ao professor

✅️ Um desafio muito grande: recessões múltiplas, biótipo fino, dente com raiz escurecida!

✅️ Para aumentar a dificuldade, este dente já havia se submetido a uma cirurgia de apicetoma o que causou um excesso de tecido fibroso na região!! O que dificultou qualquer manipulação no tecido da região!

✅️Após 2 necroses na região deste incisivo finalmente chegamos na reta final do tratamento!

👉 Técnicas utilizadas: enxerto conjuntivo em túnel e BOPT

CERÂMICA: .calixto





✅Mais um caso de Recobrimento Radicular utilizando a combinação de TCAF (Tunneled Coronal Advanced Flap) de um lado e a ...
17/10/2025

✅Mais um caso de Recobrimento Radicular utilizando a combinação de TCAF (Tunneled Coronal Advanced Flap) de um lado e a técnica de tunelização do outro lado!

✅A técnica TCAF (Tunneled Coronally Advanced Flap) é um procedimento minimamente invasivo que utiliza um acesso em túnel e uma incisão relaxante para reposicionar coronalmente o tecido gengival, promovendo o recobrimento radicular em recessões gengivais, especialmente em casos com papilas deficientes e em recessões largas e extensas!

✅ Tive a honra de conhecer a técnica em um curso com os professores e .marcelofaveri

Já utilizam essa técnica? Compartilhem suas experiências nos comentários!

E, para você paciente que sofre com recessão gengival, saiba que existem soluções eficazes e minimamente invasivas para recuperar a saúde e a estética do seu sorriso!

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