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05/09/2026

Mau hálito ainda vira piada, comentário e constrangimento. Mas, para quem convive com ele, muitas vezes não tem graça nenhuma.

A halitose é um problema mundial e muito mais frequente do que se imagina. No Brasil, estima-se que cerca de 30 milhões de pessoas convivam com o mau hálito. E uma em cada três pessoas tem, teve ou terá halitose em algum momento da vida.

E um dado importante: cerca de 90% das causas do mau hálito têm origem na própria boca.

Mas isso não significa que basta escovar melhor os dentes e pronto.

A causa pode estar na língua, na saúde da gengiva, na higiene entre os dentes, na saliva, na boca seca, entre outros fatores. Por isso, cada caso precisa ser avaliado de forma individual.

Depois de três dias de muito aprendizado em um congresso dedicado à halitose e ao diagnóstico salivar, reforço ainda mais uma coisa em que acredito: quem tem mau hálito não precisa de julgamento. Precisa de acolhimento, diagnóstico e tratamento.

Antes de rir, comentar ou constranger alguém, talvez a melhor escolha seja ter empatia e ajudar essa pessoa a buscar orientação.

O mau hálito tem causa. Tem diagnóstico. E tem tratamento.
Nós podemos te ajudar.

20/08/2026

O mau hálito é muito mais comum do que muita gente imagina: cerca de 1 em cada 3 pessoas tem, já teve ou terá algum episódio de mau hálito ao longo da vida.

E um ponto importante: aproximadamente 90% das causas do mau hálito têm origem na própria boca.

Entre as causas mais frequentes estão a saburra lingual — aquela camada esbranquiçada que se acumula sobre a língua —, alterações gengivais e periodontais, redução do fluxo salivar, cáseos amigdalianos, além de alguns hábitos alimentares e de higiene.

Por isso, simplesmente escovar mais os dentes, usar enxaguante ou tentar mascarar o odor com balas e chicletes nem sempre resolve. É preciso descobrir a causa.

O mau hálito pode ser multifatorial, ou seja, mais de um fator pode estar acontecendo ao mesmo tempo. Por isso, uma avaliação individualizada é tão importante: língua, gengiva, saliva, alimentação, medicamentos e hábitos precisam ser investigados.

Mau hálito não deve ser motivo de vergonha. Deve ser motivo de investigação.

O mau hálito tem causa.
Tem diagnóstico.
E tem tratamento.

Se o mau hálito é uma preocupação para você, procure um dentista capacitado nessa área. E eu posso te ajudar. 💚

15/08/2026

Podemos fechar trazendo a ideia de atendimento completo e integrado, já que o vídeo mostra toda a equipe. Eu faria assim:

A Santa Amélia Odontologia há 19 anos faz parte da região da Pampulha. 💙

Ao longo dessa trajetória, construímos uma equipe formada por profissionais de diferentes especialidades, experientes, capacitados e, acima de tudo, comprometidos com cada paciente.

A integração entre as diversas áreas da Odontologia nos permite oferecer um atendimento completo e humanizado, aliado à tecnologia de ponta, segurança e excelência em cada etapa do tratamento.

E por trás de cada atendimento, existe também uma equipe de colaboradoras que acolhe, organiza e cuida de cada detalhe para que nossos pacientes se sintam bem desde o primeiro contato.

Santa Amélia Odontologia. Há 19 anos, diferentes especialidades unidas por um mesmo propósito: cuidar de você. 💙

04/08/2026

Você já percebeu que algumas pessoas começam a sentir boca seca durante o tratamento com Ozempic®️, Wegovy®️, Mounjaro®️ e outras medicações da mesma classe? Mas por que isso acontece?

Embora a boca seca não seja um dos principais efeitos adversos dessas medicações, ela pode ocorrer como consequência de uma combinação de fatores.

Os agonistas do GLP-1 e a tirzepatida atuam no cérebro, aumentando a sensação de saciedade, e no estômago, retardando o esvaziamento gástrico. Como resultado, muitas pessoas passam a comer menos e, frequentemente, também reduzem a ingestão de líquidos.

Além disso, efeitos gastrointestinais como náuseas, vômitos, diarreia, refluxo e constipação, principalmente no início do tratamento ou após o aumento da dose, podem favorecer diferentes graus de desidratação.

A redução da ingestão hídrica, associada à desidratação quando presente, pode reduzir o fluxo salivar em pacientes mais suscetíveis, levando à hipossalivação e/ou à sensação de boca seca (xerostomia).

A saliva é fundamental para manter o equilíbrio da cavidade oral. Quando ela diminui, podem surgir alterações do paladar, aumento do biofilme lingual, maior risco de cárie, lesões na mucosa, dificuldade para mastigar e engolir os alimentos, além de favorecer a halitose. Entretanto, essa alteração do hálito nem sempre tem origem exclusivamente na boca. Em alguns casos, ela também pode estar relacionada ao chamado hálito cetônico.

A boa notícia é que esses sintomas podem ser manejados.

Com uma avaliação adequada, é possível adotar medidas para aliviar a boca seca, reduzir o risco de complicações e preservar a saúde bucal durante todo o tratamento.

Mas atenção: não existe um tratamento único. Toda avaliação e todo tratamento devem ser individualizados e definidos após a avaliação do seu dentista. Só assim é possível identificar a causa dos sintomas e indicar as medidas mais adequadas para cada paciente.

A boca seca e a halitose não precisam ser um motivo para interromper o tratamento. Com o acompanhamento do seu médico e do seu dentista, é possível controlar esses sintomas e manter sua qualid

28/07/2026

Você já tinha ouvido falar em sialometria?

A sialometria é um exame que mede a quantidade de saliva produzida. Durante essa avaliação, também observamos características da saliva que podem fornecer informações importantes sobre a saúde da boca.

Mas por que isso é importante?

Porque a saliva faz muito mais do que apenas manter a boca úmida. Ela protege os dentes, ajuda na mastigação e na deglutição, participa do início da digestão, auxilia na cicatrização dos tecidos e contribui para manter o equilíbrio da microbiota bucal.

Além da quantidade de saliva, observamos alguns parâmetros importantes:

💧 pH: indica se a saliva está mais ácida ou mais alcalina, ajudando a avaliar sua capacidade de proteger os dentes contra os ataques ácidos do dia a dia.

💧 Viscosidade: mostra se a saliva está mais fluida ou mais espessa. Alterações podem causar desconforto para falar, mastigar e engolir.

💧 Turbidez: alterações podem indicar mudanças na composição da saliva e sugerir a necessidade de uma investigação mais detalhada.

💧 Coloração: pode trazer pistas importantes sobre a saúde bucal. A presença de sangue pode estar relacionada à inflamação gengival. Alterações na cor ou a presença de secreção podem sugerir processos inflamatórios ou infecciosos. Esses achados sempre são interpretados em conjunto com o exame clínico.

Quando a quantidade de saliva diminui ou suas características se alteram, esse equilíbrio pode ser comprometido. Algumas pessoas passam a conviver com boca seca, mau hálito, dificuldade para mastigar ou engolir e maior risco para o aparecimento de lesões de cárie.

Por isso, avaliar a saliva é um passo importante para compreender a causa desses problemas e indicar um tratamento mais individualizado.

A saliva pode revelar informações importantes sobre a sua saúde. Basta saber interpretá-las.

Você já conhecia esse exame? Conte para mim nos comentários.

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