Instituto Odontologico Cecília Veronezi

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21/05/2026

Você já parou para olhar uma restauração sua de 3 anos atrás e sentiu que podia ter feito melhor?
Essa sensação não é insegurança. É crescimento.
E ela aparece quando o dentista começa a perceber que o resultado clínico não depende só do material na mão — depende do entendimento por trás de cada decisão tomada na cadeira.
Por que essa cor não ficou natural?
Por que essa restauração sensibilizou?
Por que o acabamento perdeu brilho tão rápido?
Por que refiz esse caso e, ainda assim, não fiquei satisfeito?

Essas perguntas têm resposta.
E elas não estão no produto novo, no kit mais caro, ou na técnica que viralizou no Instagram.
Estão nos fundamentos que a maioria nunca aprendeu com profundidade suficiente para aplicar com consistência.
É pra isso que a imersão de restaurações diretas existe.

Um ambiente onde diagnóstico, material, cor, adesão, anatomia, acabamento e longevidade deixam de ser etapas soltas — e passam a fazer sentido como um protocolo completo, seguro e reproduzível.

*Ao término do curso de imersão em restaurações diretas, você Não saíra só com uma técnica nova, mas também com confiança para aplicar os conhecimentos no dia seguinte!*

Se você chegou até aqui, depois de semanas acompanhando esse conteúdo, provavelmente já sabe que precisa disso.
A imersão acontece no final de junho, início de julho. Informações em breve.
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Imersão em restaurações diretas
Será realizado em junho e julho

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Essa foi a semana de falar sobre o que ninguém gosta de admitir: a falha adesiva quase sempre começa antes da restauraçã...
19/05/2026

Essa foi a semana de falar sobre o que ninguém gosta de admitir: a falha adesiva quase sempre começa antes da restauração e muitas vezes passa completamente despercebida no momento em que acontece.
Diferentes sistemas adesivos exigem protocolos diferentes. O convencional pede condicionamento total, mas tempo excessivo em dentina gera desmineralização profunda e sensibilidade. O autocondicionante e o universal pedem condicionamento seletivo em esmalte porque o primer já tem acidez suficiente para agir sobre a dentina.
Usar todos da mesma forma é o erro mais comum. E o mais silencioso.
Porque o problema não aparece na consulta. Aparece meses depois, quando o paciente volta com sensibilidade, descoloração ou descolamento — e a causa já foi cimentada junto com a restauração.
Ressecamento da dentina. Excesso de água. Solvente não evaporado. Cada um desses detalhes invisíveis na hora da execução compromete a camada híbrida que sustenta tudo.
Adesão não é etapa de transição. É diagnóstico, substrato, protocolo e execução — tudo junto, em sequência, sem atalho.
Quanto maior o entendimento sobre o que está acontecendo microscopicamente naquele substrato, maior a previsibilidade do resultado ao longo do tempo.
Agora me conta nos comentários: qual etapa da adesão você acredita que os dentistas mais negligenciam hoje?
Condicionamento / Controle da dentina / Evaporação do solvente / Escolha do sistema

Próximo curso

Imersão em restaurações diretas
Você já garantiu sua vaga??

14/05/2026

Autocondicionantes, universais… será que realmente funcionam da mesma forma?

Hoje existe uma tendência cada vez maior de preservarmos a dentina, evitando condicionamentos excessivos e protocolos que aumentem a sensibilidade e a degradação da interface adesiva ao longo do tempo.

Mas entender isso vai muito além de “qual adesivo usar”.

Precisamos compreender:
✔ o comportamento biológico da dentina
✔ os solventes presentes em cada sistema
✔ a permeabilidade da interface adesiva
✔ e principalmente… em quais situações cada protocolo é mais previsível.

Os autocondicionantes de 2 passos continuam sendo considerados padrão ouro na literatura quando falamos em grandes margens em dentina.

Já os universais trouxeram praticidade clínica, mas exigem critério na indicação e muita atenção na técnica.

E talvez esse seja o maior erro hoje:
usar todos os sistemas adesivos da mesma forma.

Na odontologia restauradora, pequenos detalhes modificam completamente a longevidade clínica das restaurações.

E é exatamente sobre isso que conversamos no vídeo de hoje

Agora me conta:
Você mudou sua forma de adesão nos últimos anos ou ainda faz tudo da mesma maneira?

Você aplica o adesivo, joga um jato de ar e fotopolimeriza. Mas sabe o que está acontecendo nesse intervalo? O solvente ...
13/05/2026

Você aplica o adesivo, joga um jato de ar e fotopolimeriza. Mas sabe o que está acontecendo nesse intervalo?
O solvente do adesivo não é detalhe. É parte fundamental do mecanismo de adesão — e ignorar o que ele faz explica muitas falhas que aparecem sem motivo aparente.
Os solventes existem por uma razão muito específica: os monômeros resinosos são viscosos demais para penetrar sozinhos pela trama de fibrilas colágenas da dentina. O solvente os dilui, reduz a viscosidade e carrega essa infiltração para dentro do substrato. Ao mesmo tempo, desloca a água residual da dentina para fora, abrindo espaço para os monômeros ocuparem.
Sem solvente funcionando corretamente, não há infiltração. Sem infiltração, não há camada híbrida. Sem camada híbrida, a restauração não tem base real para durar.
E é aqui que entra o erro mais silencioso do protocolo: fotopolimerizar com solvente residual ainda presente.
O excesso de solvente e água aprisionados na camada adesiva interfere diretamente na fotopolimerização — a cadeia de polimerização não se completa, a resistência de união cai e a degradação começa antes do tempo.
O protocolo correto exige aguardar 30 segundos após a aplicação, aplicar jato de ar a 10-20 cm de distância — 20 segundos para adesivos à base de água, 10 segundos para os à base de acetona — e fotopolimerizar somente após confirmar o brilho superficial uniforme.
Brilho sem movimento ao jato de ar suave. Esse é o sinal de que o substrato está pronto.
Salva esse post e compartilha com quem precisa rever esse detalhe.
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12/05/2026

Nem todo sistema adesivo funciona da mesma forma… e entender essas diferenças muda completamente a previsibilidade clínica das suas restaurações.

Os adesivos convencionais ainda são considerados padrão ouro na literatura. Mas também estão entre os sistemas mais sensíveis à técnica.

Tempo de condicionamento, controle da umidade da dentina, evaporação correta do solvente, aplicação ativa… pequenos detalhes que fazem grande diferença na longevidade da restauração e na sensibilidade pós-operatória.

E é exatamente aí que muitos resultados começam a falhar.

Mais do que decorar protocolos, precisamos entender o comportamento biológico de cada substrato e o funcionamento real de cada sistema adesivo na prática clínica.

Hoje começamos pelos convencionais.
E ao longo da semana vamos falar também dos autocondicionantes e universais.

Me conta aqui:
Você ainda usa adesivo convencional no seu dia a dia clínico?

A maioria dos dentistas aplica o sistema adesivo todos os dias. Poucos param para entender o que está acontecendo micros...
11/05/2026

A maioria dos dentistas aplica o sistema adesivo todos os dias. Poucos param para entender o que está acontecendo microscopicamente naquele substrato — e é exatamente essa diferença que separa uma restauração que dura de uma que falha sem explicação aparente. Existe um protocolo, e ele não é uma etapa estática, é dinâmica, quando aplicamos o sistema adesivo (ácido, primer e adesivo) eles infiltram no substrato, existe um movimento para tudo acontecer.
O condicionamento com ácido fosfórico no esmalte, como conversamos a semana passada, cria microporosidades na superfície. O adesivo penetra nessas porosidades, e quando fotopolimerizado, dentro delas, formam-se os tags resinosos — é ancoragem mecânica, não colagem. Na dentina, o processo é ainda mais delicado. São várias classificações de adesivos. Esmalte e dentina são substratos diferentes, com comportamentos diferentes, que exigem atenção diferente em cada etapa. Tratar os dois da mesma forma é o erro mais comum — e mais silencioso — da clínica diária.
Essa semana o sistema adesivo em restaurações diretas vai ser destrinchado aqui passo a passo. Do mecanismo ao protocolo. Da ciência ao que você aplica na cadeira.
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Você não vai querer perder.

Hoje é o dia dela. Que em casa é mãe, e no consultório, também cuida. A mãe dentista conhece bem essa cena: chegar em ca...
10/05/2026

Hoje é o dia dela. Que em casa é mãe, e no consultório, também cuida.

A mãe dentista conhece bem essa cena: chegar em casa depois de um dia inteiro cuidando do sorriso dos outros e ainda ter que lembrar o filho de escovar o dente.

Duas vezes. Com fio dental. Direito.

Ela sabe mais do que ninguém o quanto um sorriso saudável importa. E é exatamente por isso que não abre exceção nem em casa.

Feliz dia das mães para todas as dentistas que dividem o amor pela profissão com o amor maior de ser mãe. Que equilibram plantão e escola, cursos e reunião de pais, pinça e mamadeira.

Vocês cuidam de todo mundo. Hoje a gente para pra reconhecer isso.

Feliz dia das mães!

Você aplica o ácido fosfórico no esmalte — mas sabe exatamente o que fazer nos 15 a 30 segundosEssa sequência parece sim...
07/05/2026

Você aplica o ácido fosfórico no esmalte — mas sabe exatamente o que fazer nos 15 a 30 segundos

Essa sequência parece simples. E é justamente por isso que em alguns consultórios acabam realizando protocolos diferentes.

Não é sobre saber que existe o protocolo. É sobre saber o detalhe dentro de cada etapa que define se a adesão vai funcionar ou falhar silenciosamente.

Antes de ver o carrossel: me conta nos comentários como você faz hoje.
1º — Você aplica o ácido com movimento ou deixa parado?
2º — Na hora de lavar, você usa quanto tempo e qual pressão?
3º — Você remove o ácido com gaze, algodão ou direto com spray?
4º — Como você decide se o substrato está seco o suficiente para receber o adesivo?

Cada uma dessas perguntas tem uma resposta que a maioria não responde e é o que muda o resultado clínico da restauração.
Arrasta o carrossel e confere se você estava fazendo certo.

Salva esse post. Você vai querer consultar antes da próxima restauração.
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06/05/2026

Essa é uma das confusões mais comuns na prática clínica — tratar esmalte e dentina como se fossem a mesma coisa porque estão no mesmo dente.
Não são.
O esmalte é quase inteiramente mineral. Aproximadamente 97% de hidroxiapatita, organizado em prismas altamente ordenados, sem água livre, sem componente orgânico relevante. É um substrato duro, estável e extremamente responsivo ao condicionamento com ácido fosfórico. Quando bem condicionado, a adesão ao esmalte é a mais previsível e duradoura que a Odontologia consegue oferecer.
A dentina é viva. Cerca de 70% de mineral, mas com 20% de colágeno e 10% de água — e isso muda tudo. Ela é atravessada por túbulos dentinários com fluido em movimento, conectados à polpa. O condicionamento ácido aqui não apenas desmineraliza: ele expõe fibras colágenas que precisam ser infiltradas pelo primer e pela resina antes de colapsarem. Se a dentina secar demais, o colágeno colapsa. Se ficar úmida demais, a resina não penetra.
É uma janela muito mais estreita de trabalho.
Por isso o protocolo não pode ser o mesmo para os dois. A quantidade de ácido, o tempo de aplicação, o controle de umidade, a técnica de aplicação do adesivo — tudo varia dependendo de qual substrato você está tratando naquele momento.
Conhecer essa diferença não é teoria. É o que separa uma restauração que dura de uma que sensibiliza, descola ou falha sem explicação aparente. 🎯
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Contaminação no meio da cimentação — e agora? 🦷Esse momento acontece com todo dentista. O campo estava isolado, o protoc...
05/05/2026

Contaminação no meio da cimentação — e agora? 🦷
Esse momento acontece com todo dentista. O campo estava isolado, o protocolo estava sendo seguido, e então: sangue ou saliva no substrato.
O que você faz?
A resposta depende de onde exatamente você estava no processo adesivo — e errar essa decisão compromete tudo que foi feito até ali.
Se a contaminação aconteceu após o ácido fosfórico e antes do sistema adesivo:
→ Lavar, reaplicar o ácido por apenas 10 segundos e aplicar o adesivo normalmente.
Se a contaminação aconteceu após a aplicação do sistema adesivo:
→ Lavar e reaplicar somente o adesivo. Não é necessário voltar ao ácido.
Parece simples — mas na correria do atendimento, muita gente recomeça tudo do zero desnecessariamente, ou pior, segue em frente sem tratar a contaminação.
Protocolo baseado em evidência não é só para a cimentação em si. É para cada intercorrência que aparece no meio do caminho.
Saber o que fazer quando algo sai do planejado é o que separa um resultado confiável de um resultado com prazo de validade. 🎯
(Baseado em: MEI, LM et al. J. Dent, 2024)

04/05/2026

Link da comunidade dentro de nossos stories, não perca hoje às 18h a live com as professoras e sobre Fio Retrator.

Lembrando live exclusiva apenas para quem está na comunidade!!
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