Cláudia Cunha Odonto

Cláudia Cunha Odonto Informações para nos contatar, mapa e direções, formulário para nos contatar, horário de funcionamento, serviços, classificações, fotos, vídeos e anúncios de Cláudia Cunha Odonto, Médicos dentista e consultório dentário, Ed. Guimarães Trade/Avenida Tancredo Neves, 1189/sl 506, Salvador.

02/06/2026

Você sabia que, às vezes, a sua boca percebe um problema de saúde antes mesmo de você receber um diagnóstico?

Boca seca constante, sede excessiva, dificuldade para engolir, infecções frequentes e alterações na cicatrização podem ser sinais de que algo no organismo não está funcionando como deveria.

No caso do diabetes, por exemplo, níveis elevados de glicose podem interferir na produção de saliva, favorecer infecções e aumentar o risco de problemas gengivais.

Mas atenção: ter boca seca não significa automaticamente que você tem diabetes.

O importante é entender que a boca e o restante do organismo estão conectados.

Por isso, durante uma consulta, não avalio apenas dentes e gengivas. Procuro entender o paciente como um todo: histórico de saúde, medicamentos, hábitos, alimentação e sintomas que possam indicar alterações sistêmicas.

Muitas vezes, um sinal observado na boca pode ser o primeiro passo para uma investigação mais ampla e um diagnóstico precoce.

Sua boca fala sobre a sua saúde.

E saber interpretar esses sinais pode fazer toda a diferença.

Dra. Cláudia Cunha – CROBA 5109

Odontologia Oncológica, Odontogeriatria, Halitose, Disfunções Salivares e Laserterapia

Durante o tratamento contra o câncer, o foco quase sempre está no que é mais urgente.Mas existe um detalhe que muita gen...
27/05/2026

Durante o tratamento contra o câncer, o foco quase sempre está no que é mais urgente.

Mas existe um detalhe que muita gente ignora. E que pode impactar diretamente o resultado do tratamento: a saúde da boca.

A redução da saliva, o surgimento de feridas, infecções e inflamações não são apenas desconfortos.

Eles podem:
– dificultar a alimentação
– comprometer a nutrição
– aumentar o risco de infecções
– e até interferir na continuidade do tratamento oncológico

Ou seja, não é só sobre a boca.
É sobre manter o corpo em condições de responder ao tratamento.

Cuidar da saúde bucal nesse momento é parte do cuidado oncológico.

E quando esse cuidado é negligenciado, o impacto vai muito além do que se vê.

Por isso, o acompanhamento odontológico adequado não é opcional. É necessário.

Se você está passando por esse processo ou acompanha alguém, vale olhar para isso com mais atenção.

Dra Cláudia Cunha – CROBA 5109

25/05/2026

Feridas na boca, dor para comer, dificuldade para engolir e boca seca são sintomas muito comuns, especialmente em pacientes que passam por quimioterapia ou radioterapia. E, apesar de frequentes, eles não devem ser encarados como algo que você simplesmente precisa suportar.

Quando a boca dói, tarefas básicas do dia a dia deixam de ser simples. Comer pode se tornar um desafio. Beber água pode causar desconforto. E isso afeta diretamente a nutrição, a hidratação e a qualidade de vida.

A boa notícia é que existe cuidado para isso.

Com o acompanhamento adequado, é possível reduzir feridas, controlar a dor, estimular a produção de saliva e adotar medidas que tornam a alimentação mais confortável e segura.

Você já está enfrentando muita coisa. Não precisa conviver com esse sofrimento em silêncio.

Cuidar da saúde bucal durante o tratamento oncológico é parte importante do seu tratamento e pode fazer uma grande diferença no seu bem-estar.

Dra. Cláudia Cunha – CROBA 5109

Odontologia Oncológica, Odontogeriatria, Halitose, Disfunções Salivares e Laserterapia

Nem sempre os problemas bucais começam com dor ou algo visível.Muitas vezes, eles se desenvolvem de forma silenciosa, in...
21/05/2026

Nem sempre os problemas bucais começam com dor ou algo visível.

Muitas vezes, eles se desenvolvem de forma silenciosa, influenciados por hábitos do dia a dia que passam despercebidos.

A hidratação insuficiente, por exemplo, pode reduzir a produção de saliva, comprometendo uma das principais defesas naturais da cavidade oral.

Da mesma forma, fatores como estresse, má qualidade do sono e alimentação desequilibrada interferem diretamente no funcionamento do organismo — e, consequentemente, no equilíbrio da boca.

A saliva não atua apenas como um lubrificante.
Ela participa ativamente da proteção dos tecidos, do controle da microbiota e da manutenção do pH bucal.

Quando esse sistema é afetado, o ambiente se torna mais favorável ao desenvolvimento de cáries, alterações no hálito, inflamações e outros desequilíbrios.

Além disso, o uso contínuo de determinados medicamentos e alguns padrões alimentares também podem contribuir para essas alterações, muitas vezes de forma progressiva.

Por isso, ao invés de observar apenas o sintoma isolado, é fundamental compreender os fatores que estão por trás dessas mudanças.

A saúde bucal é resultado de um conjunto de condições e o cuidado precisa considerar o paciente de forma integral.

Dra Cláudia Cunha – CROBA 5109

Odontologia Oncológica, Odontogeriatria, Halitose, Disfunções Salivares e Laserterapia

19/05/2026

Comer é um dos grandes prazeres da vida.

Sentir o sabor dos alimentos, compartilhar uma refeição e nutrir o corpo são experiências simples, mas profundamente importantes para a nossa qualidade de vida.

Para quem está em tratamento contra o câncer, especialmente em casos de radioterapia na região de cabeça e pescoço, esse prazer pode se transformar em dor e desconforto.

A diminuição da saliva, o surgimento de feridas e a sensibilidade na boca podem tornar atividades básicas, como comer, falar e até beber água, muito difíceis.

E isso não afeta apenas a boca.

Pode comprometer a alimentação, a hidratação, o estado nutricional e o bem-estar durante um período que já exige tanto do paciente.

O que muitas pessoas não sabem é que existe cuidado específico para minimizar esses sintomas e proporcionar mais conforto ao longo do tratamento.

Dor e desconforto na boca não devem ser vistos como algo “normal” ou inevitável.

Eles merecem atenção.

Cuidar da saúde bucal durante o tratamento oncológico é uma forma de preservar qualidade de vida e tornar essa jornada um pouco mais leve.

Se você está passando por isso, ou acompanha alguém nessa situação, saiba que há maneiras de ajudar.

Dra Cláudia Cunha – CROBA 5109

Odontologia Oncológica, Odontogeriatria, Halitose, Disfunções Salivares e Laserterapia

Alterações na cavidade oral nem sempre têm origem apenas na boca.Sintomas como dor, boca seca, mau hálito, sangramento g...
14/05/2026

Alterações na cavidade oral nem sempre têm origem apenas na boca.

Sintomas como dor, boca seca, mau hálito, sangramento gengival ou desconfortos recorrentes podem ser sinais de desequilíbrios que envolvem a saúde geral do paciente.

Por isso, uma avaliação odontológica não deve se limitar ao exame clínico imediato ou à queixa principal.

O primeiro passo é a escuta.

Compreender o histórico do paciente, suas queixas, hábitos, uso de medicações, condições sistêmicas e rotina é essencial para direcionar um raciocínio clínico mais preciso.

A partir dessa análise inicial, é possível correlacionar sinais e sintomas, levantar hipóteses diagnósticas e entender se aquela manifestação bucal é local ou reflexo de algo mais amplo.

Além disso, exames complementares, como radiografias, fazem parte desse processo investigativo, permitindo uma avaliação mais detalhada das estruturas que não são visíveis clinicamente.

Esse conjunto de informações possibilita um diagnóstico mais seguro e a construção de um plano de tratamento individualizado, respeitando as necessidades de cada paciente.

Mais do que tratar um sintoma isolado, o objetivo é compreender o paciente como um todo.

Dra Cláudia Cunha – CROBA 5109

Odontologia Oncológica, Odontogeriatria, Halitose, Disfunções Salivares e Laserterapia

12/05/2026

A sensação de ardência na boca não deve ser ignorada, especialmente quando persiste.

Embora muitas pessoas associem esse sintoma a algo passageiro, ele pode estar relacionado a diferentes alterações que vão além da cavidade oral.

A ardência bucal pode ter origem em desequilíbrios na saliva, alterações na microbiota, uso contínuo de medicamentos ou até condições sistêmicas que precisam ser investigadas.

Além disso, quando a saliva está reduzida ou com sua composição alterada, o ambiente bucal perde parte da sua proteção natural, o que pode intensificar desconfortos como queimação, sensibilidade e alterações no paladar.

É comum que, diante desses sintomas, o paciente tente resolver por conta própria, trocando produtos de higiene ou ajustando a alimentação.

No entanto, sem compreender a causa, essas medidas tendem a trazer apenas alívio temporário.

A persistência da ardência é um sinal de que algo precisa ser avaliado com mais atenção.

A investigação adequada permite identificar a origem do problema e direcionar uma abordagem mais segura e eficaz.

Dra Cláudia Cunha – CROBA 5109

Odontologia Oncológica, Odontogeriatria, Halitose, Disfunções Salivares e Laserterapia

A boca seca, por si só, não é um diagnóstico.Ela é um sinal clínico que pode estar associado a diferentes causas, com or...
07/05/2026

A boca seca, por si só, não é um diagnóstico.

Ela é um sinal clínico que pode estar associado a diferentes causas, com origens e impactos distintos na saúde do paciente.

Por isso, tratar apenas o sintoma, sem compreender o que está por trás, pode levar a abordagens incompletas e resultados limitados.

A avaliação da boca seca exige um olhar criterioso.

É necessário analisar não apenas a presença do sintoma, mas a função salivar, sua quantidade, qualidade e a forma como ela está atuando na proteção da cavidade oral.

Além disso, fatores como uso de medicamentos, doenças sistêmicas, tratamentos em andamento e o contexto geral de saúde do paciente precisam ser considerados.

Cada uma dessas variáveis pode interferir diretamente no equilíbrio do ambiente bucal.

Esse processo investigativo permite diferenciar situações transitórias de condições mais complexas, que exigem acompanhamento e condutas específicas.

O diagnóstico, nesse contexto, não está no sintoma isolado, mas na compreensão da sua origem.

E é a partir dessa compreensão que se torna possível estabelecer um plano de cuidado realmente eficaz, seguro e individualizado.

Dra Cláudia Cunha – CROBA 5109

Odontologia Oncológica, Odontogeriatria, Halitose, Disfunções Salivares e Laserterapia

05/05/2026

Seus remédios podem estar prejudicando sua saúde bucal.

A sensação de boca seca nem sempre está relacionada apenas à ingestão de água.

Em muitos casos, ela pode estar associada ao uso contínuo de determinados medicamentos.

Fármacos indicados para ansiedade, depressão, hipertensão, alergias, entre outras condições, podem interferir diretamente na produção salivar.

Essa redução do fluxo salivar impacta o equilíbrio da cavidade oral.

A saliva exerce funções essenciais, como proteção dos tecidos, controle da microbiota e auxílio na digestão inicial dos alimentos.

Quando sua produção diminui, o ambiente bucal se torna mais suscetível ao desenvolvimento de cáries, alterações no hálito e outros desconfortos que podem evoluir de forma progressiva.

Por isso, sintomas como boca seca e mudanças no hálito não devem ser analisados de forma isolada.

Muitas vezes, estão diretamente relacionados ao uso de medicamentos. E compreender essa relação é essencial para um cuidado mais eficaz.

Dra Cláudia Cunha – CROBA 5109

Odontologia Oncológica, Odontogeriatria, Halitose, Disfunções Salivares e Laserterapia

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